NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


REDE GLOBO


Primeiro lote de vacinas contra a Covid-19 chega ao Amapá


Jornal Do Amapá 1ª Edição | Publicada em 19/01/2021 18:22

Doses chegaram em avião da FAB na madrugada desta terça-feira (19) e começaram a ser distribuídas para os municípios.

PORTAL UOL


AM: Total de pacientes transferidos para outros estados chega a 115


Bruna Chagas | Publicada em 19/01/2021 10:59

Dezoito pacientes com covid-19 do Amazonas foram transferidos na noite de ontem para Goiás (GO) e mais quatro do município de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus), para Belém (PA) na madrugada de hoje. Com o translado, que tem o objetivo de melhorar o atendimento na rede estadual de saúde no Amazonas, o estado contabiliza 115 pacientes sendo tratados em outras cidades do país.

Essa é a 10ª transferência que ocorre no estado e contou com 12 pacientes do Hospital e Pronto-Socorro (HPS) 28 de agosto e mais 6 do Serviço de Pronto Atendimento (SPA) do São Raimundo, que estavam em condições estáveis, o que é necessário para ser transferido.

Fabiana Maciel, que é gerente de hospitais e fundações da SES- AM (Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas), explicou como ocorre a avaliação dos pacientes. "Para que a transferência aconteça, os pacientes passaram por uma avaliação com equipe médica multiprofissional, ainda no hospital, e foram selecionados aqueles que são elegíveis para a ação. Eles são levados para a ambulância, mas antes de embarcar, passam por outra avaliação para que não haja nenhuma intercorrência que o impeça de ser transferido", afirmou.

A transferência para outros estados, de pacientes com covid-19 internados em unidades da rede de Saúde do Amazonas, tem seguido rígidos protocolos de segurança para resguardar pacientes e profissionais que estão atuando na operação, segundo o governo.

Cássio Espírito Santo, secretário executivo de Assistência do Interior, ressaltou que a iniciativa será estendida para outros municípios. "Estamos propondo para Coari e Tefé também, então os municípios do interior que tiverem dispostos e as famílias que autorizaram a remoção dos pacientes, a gente está com esse plano de remoção para que os pacientes possam ter o tratamento adequado", disse.

O Governo do Amazonas decidiu pela remoção de pacientes, após dificuldade de abastecimento de oxigênio apresentado pela empresa White Martins, responsável pela oferta do serviço, devido ao aumento da demanda pelo produto nos últimos 15 dias, com o crescimento no número de internações na rede estadual.

"Somos o único estado que temos hospital em todos os municípios, o único estado que tem 100% dos hospitais com respiradores, porém nesse agravamento da pandemia que houve aqui na capital e a dificuldade dos municípios do interior estarem encaminhando, a gente está fazendo uma coisa que está prevista no SUS, que é o Tratamento Fora de Domicílio", acrescentou o secretário.

Mais de 100 já foram transferidos

Procurada pela reportagem, em resposta ao UOL, a Secretaria de Estado de Saúde informou que desde sexta-feira (15), 115 pacientes internados em unidades da rede estadual de Saúde já foram transferidos para tratamento em hospitais dos Estados do Acre, Distrito Federal, Maranhão, Pernambuco, Piauí, João Pessoa, Rio Grande do Norte, Pará e Goiás.

Destes, nove foram para Teresina (PI), 23 para São Luis (MA), 15 para Brasília (DF), 15 para João Pessoa (PB) 12 para Natal (RN) e outros três pacientes que foram para Rio Branco (AC) transferidos de Tabatinga.

Na segunda-feira (18), dois pacientes foram transferidos de Parintins para Belém. Durante a tarde, 14 pacientes foram transferidos para o estado de Goiás e em uma nova transferência realizada no início da noite, outros 18 pacientes foram levados ao estado, totalizando 32 pacientes para Goiás.

Na madrugada desta terça-feira (19), houve a transferência de mais quatro pacientes de Parintins para Belém.

Durante a viagem, uma equipe médica acompanha o paciente até a internação dele no hospital de destino. A SES-AM informou que novas transferências estão previstas para acontecer ao longo da semana.

Ao todo serão 235 pacientes de Manaus que deverão ser transferidos para hospitais de outros estados que começaram a ser levados em voos da FAB (Força Aérea Brasileira) na manhã da última sexta-feira (15).

O transporte aéreo tem sido feito pela FAB, que tem atuado na força-tarefa ao lado do governo do estado e Ministério da Saúde no enfrentamento da crise sanitária provocada pela covid-19.

TV BANDEIRANTES


Band Cidade 1ª edição


Redação | Publicada em 19/01/2021 23:17

Aos 3 minutos e 49 segundos, matéria fala sobre aeronave da FAB que transportou vacinas para o Distrito Federal.

Indígenas da Amazônia são vacinados contra o coronavírus


Redação | Publicada em 20/01/2021 07:27

Os povos indígenas da Amazônia também já começaram a ser vacinados contra o coronavírus.

PORTAL G1


Todos os estados e o DF iniciam aplicação de vacina contra Covid-19

Nesta terça (19), dez estados e o DF começaram a imunização. Os outros estados já tinham começado entre domingo e segunda. Primeiros vacinados são profissionais de saúde, moradores de abrigo e indígenas.

Redação | Publicada em 19/01/2021 13:36

Todos os estados começaram a aplicar doses da CoronaVac, a primeira vacina contra Covid-19 disponível no Brasil.

São Paulo aplicou as primeiras doses no domingo (17), logo após a autorização para uso emergencial dada pela Anvisa. Outros 15 estados iniciaram a imunização nesta segunda (18), após distribuição do Ministério da Saúde. A aplicação nos outros dez estados e no Distrito Federal ocorreu nesta terça (19).

Por causa de atrasos nas entregas, alguns estados usaram lotes simbólicos para aplicar vacinas até mesmo à noite e em aeroportos. Rondônia foi o último estado a receber doses e a começar a imunização.

Os estados escolheram profissionais de saúde, moradores de abrigo e indígenas, parte do grupo prioritário da vacina, para receber as primeiras doses. A segunda dose deve ser administrada em cerca de 21 dias.

Atrasos na distribuição

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que a vacinação começaria a partir das 17h em todo o país. A entrega das doses, entretanto, atrasou após a pasta alterar voos para os estados.

Em entrevista nesta segunda-feira, em São Paulo, Pazuello afirmou que houve atraso porque os governadores quiseram antecipar o início da vacinação e foi necessário refazer a logística. "Imagine a mudança da logística para 26 estados em um país continental como o Brasil", disse.

Vacinas da Índia sem data para chegada

Pazuello também foi perguntado sobre as duas milhões de doses da vacina de Oxford que o Brasil pretende importar da Índia — o imunizante obteve aprovação da Anvisa também neste domingo.

O governo mobilizou um avião no fim de semana para buscá-las, mas a Índia atrasou a entrega. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a viagem poderia ocorrer “em dois ou três dias”.

Nesta segunda, porém, Pazuello não definiu um prazo e disse que a diferença de fuso horário complica as negociações.

“Todos os dias nós temos tido reuniões diplomáticas com a Índia. O fuso horário é muito complicado. Não há uma resposta positiva de saída até agora. Está sinalizado para os próximos dias desta semana o embarque da carga para cá", disse o ministro.

CoronaVac no Brasil

A CoronaVac é uma vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, que é ligado ao governo do estado de São Paulo.

No dia 9 de janeiro, o Ministério da Saúde afirmou que compraria as 6 milhões de doses da CoronaVac produzidas no Brasil. Dessas, 4.636.936 começaram nesta segunda a ser enviadas aos estados brasileiros. As outras 1.357.640 começaram a ser distribuídas no estado de São Paulo já no domingo.

A distribuição das vacinas é feita com aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) e caminhões com áreas de carga refrigeradas. As companhias aéreas Azul, Gol, Latam e Voepass também participam do transporte gratuito das caixas de vacinas para todos os estados que necessitem de transporte aéreo.

Depois que as vacinas são entregues aos estados, os governos estaduais ficam responsáveis por levar as vacinas até os municípios, em parceria com o Ministério da Defesa.

Governo do Amazonas realiza transferência de pacientes para Belém

Com a remoção, o Amazonas já contabiliza 115 transferências de pacientes que estavam internados em unidades da rede estadual de Saúde para tratamento em hospitais de outros estados.

Redação | Publicada em 20/01/2021 12:36

Quatro pacientes de Parintins, no interior do Amazonas, foram transferidos para tratamento da Covid-19 para Belém, no Pará, na madrugada desta terça-feira (18).

Com a remoção desta terça-feira, o Amazonas já contabiliza 115 transferências de pacientes que estavam internados em unidades da rede estadual de Saúde para tratamento em hospitais dos estados do Acre, Distrito Federal, Maranhão, Pernambuco, Piauí, João Pessoa, Rio Grande do Norte, Pará e Goiás.

Os pacientes estavam internados no Hospital Jofre Cohen e foram transferidos em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB). Eles vão receber tratamento no Hospital de Campanha de Belém. Outros dois pacientes de Parintins que foram transferidos na segunda-feira já estão recebendo assistência no Pará.

As transferências de pacientes do Amazonas para outros estados acontece pela crise no abastecimento de oxigênio nos hospitais do estado.

Para realizar a viagem, os pacientes são avaliados pela equipe médica antes de saírem do hospital e antes do embarque. Os pacientes também assinam um termo de consentimento para a transferência.

Caos na saúde

Com mais de 232 mil casos e 6,3 mil mortes, o Amazonas vive um caos no sistema de saúde com hospitais lotados. As unidades de saúde não têm oxigênio suficiente para todos os pacientes, o que fez o governo adotar medidas emergenciais para receber o insumo. O governo da Venezuela é um dos que enviou ajuda ao Amazonas.

A situação é tão dramática que, desde a semana passada, o estado está enviando pacientes para receber atendimento em outros estados. O transporte dos passageiros é feito em aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), que foram adaptadas para essa finalidade.

Um decreto suspende as atividades econômicas não-essenciais até o dia 31 de janeiro. A circulação de pessoas em todos os municípios do Amazonas está restrita entre 19h e 6h.

JORNAL DIÁRIO DE PERNAMBUCO


Força Aérea Brasileira leva vacina a indígenas do Amazonas


Bruna Lima | Publicada em 19/01/2021 08:57

A Força Aérea Brasileira (FAB) leva, nesta terça-feira (19/1), à aldeia Umariuçu, localizada em Tabatinga (AM), mil doses da CoronaVac para imunizar um dos grupos mais vulneráveis às complicações da doença no país.

Na missão de vacinar mais de 430 mil indígenas no Brasil, o Ministério da Defesa serve como apoio à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, quanto à logística e à operacionalidade para chegar aos territórios mais isolados. A estratégia é começar pelas aldeias mais próximas e mais acessíveis, terminando naquelas que são mais longe e de difícil acesso.

Desde segunda-feira (18/1), também são as Forças Armadas que auxiliam o Ministério da Saúde no transporte das vacinas para um terço do país. Os voos partiram de São Paulo, onde fica o depósito central da pasta, para transportar aproximadamente 44 toneladas de carga para o Distrito Federal e para as capitais do Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. Os demais estados terão os imunizantes transportados por meio de parcerias com empresas privadas.

Mais apoio

No Amazonas, a FAB também tem auxiliado no transporte de insumos e equipamentos para minimizar a crise de saúde do estado, em especial pela falta de oxigênio. Em dez dias de missão, foram transportadas 168 toneladas de cargas para Manaus, sendo, referente a oxigênio, 36 tanques, mais de 1,5 mil cilindros de oxigênio gasoso, 12 usinas e 40 respiradores. Neste período, foram realizadas 314 horas de voo.

Indígenas aldeados da Amazônia recebem as primeiras doses da vacina


Bruna Lima | Publicada em 19/01/2021 20:30

Isabel Cezário, 68 anos, é a primeira indígena aldeada a receber a vacina contra a Covid-19 CoronaVac no Alto Rio Solimões, um dos maiores distritos sanitários especiais indígenas do Brasil. Da etnia ticuna, ela faz parte do grupo de mil membros da aldeia Umariaçu, localizada no município de Tabatinga (AM), que são o público alvo desta primeira remessa de imunização na região. A meta é vacinar 35 mil indígenas no Alto Rio Solimões em 10 dias.

“Sou muito agradecida pela vacina que tanto tempo esperei para tomar. A vacinação é muito importante e todas pessoas, etnias precisam dela. A minha parte, eu já estou fazendo”, comemorou Isabel, que teve as palavras traduzidas por um intérprete.

Na fronteira entre Colômbia, Peru e Brasil, a aldeia Umariaçu I foi escolhida pelo Ministério da Saúde para iniciar a campanha de vacinação contra a Covid-19 entre todas as comunidades aldeadas assistidas pelo Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai). Isso porque, além de estar localizada no perímetro da tripla divisão entre países, fica próxima de locais mais urbanizados e menos remotos. A estratégia é começar pelas aldeias mais próximas e mais acessíveis, para em seguida ir àquelas mais distantes e de difícil acesso.

Pânico e mentiras

Além dos indígenas da comunidade, são alvo dessa primeira fase de vacinação os profissionais da saúde, servidores do Ministério da Saúde e das Forças Armadas que atuam na Sesai. “Sou o primeiro profissional da saúde da minha etnia a tomar a vacina e estou dando exemplo à minha população. Porque meu povo está em pânico, acreditando em mentiras que falam por aí. Por isso, eu vim mostrar que não é assim e que gostaria que a população tomasse para se prevenir dessa doença que é fatal”, afirma o técnico de enfermagem e indígena da etnia ticuna Tarcis Marques, 34.

O coordenador do DSEI Alto Rio Solimões, Weydson Pereira, reconhece que as fake news em relação à vacinação atrapalham a adesão, mas acredita que ações como a que ocorreu neste primeiro dia de imunização contribuem para reverter o quadro de desconfiança e desinformação.

“Temos uma atuação ativa nas comunidades e uma adesão forte quanto às ações de prevenção à Covid. Mesmo com esse temor, os exemplos nesse primeiro dia de campanha vão ajudar bastante. É o próprio indígena falando para sua comunidade e ajudando. Não há medicamento que vai curar. Não tem outro meio, e a vacina foi aprovada por uma agência reguladora. É a ciência chegando e, dia após dia, a adesão irá alcançar os patamares esperados”, acredita.

Apoio das Forças

No Brasil, serão vacinados, neste primeiro momento, 14 mil profissionais da saúde que atuam nos 34 distritos sanitários especiais indígenas (DSEI’s). Esses trabalhadores atendem a mais de 755 mil indígenas pertencente às seis mil aldeias em todo o país. A expectativa é imunizar 430 mil membros destas comunidades, que são aqueles acima de 18 anos e, portanto, sem contraindicação à vacina.

Para viabilizar a logística em relação às vacinas, as Forças Armadas Brasileira apoiam o Ministério da Saúde. Os militares auxiliam no transporte das doses para os territórios mais isolados. Desde segunda-feira (18), o Exército, a Marinha e a Aeronáutica ajudam na distribuição das vacinas para um terço do país.

Os voos partiram de São Paulo, onde fica o depósito central da Saúde, para transportar aproximadamente 44 toneladas de carga para o Distrito Federal e para as capitais do Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. Os demais estados terão os imunizantes transportados por meio de parcerias com empresas privadas.

PORTAL AEROIN


Veja as rotas das vacinas da Covid-19 pelos aviões da FAB e empresas aéreas


Murilo Basseto | Publicada em 19/01/2021 20:39

Desde ontem, 18 de janeiro, conforme temos acompanhado aqui no AEROIN, a logística de distribuição aérea das vacinas CoronaVac da Covid-19 foi colocada em prática após a aprovação emergencial do uso das mesmas.

Assim, tanto as empresas aéreas que se colocaram à disposição do país para o transporte gratuito, quanto a Força Aérea Brasileira (FAB) passaram a levar em seus aviões os lotes de vacinas para todas as partes do Brasil.

Houve até quem criticasse a FAB por não ter pousado, por exemplo, no Rio de Janeiro, porém, o trabalho de distribuição é coordenado entre todas as aeronaves civis e militares disponíveis, portanto, se a Força Aérea não foi até lá, é porque um voo civil foi escalado para o destino.

Veja no mapa a seguir como foi programada a operação dos 4 modelos de aviões da FAB que atuaram no primeiro dia da missão.

Segundo a apresentação gráfica montada pela Força Aérea, a aeronave Embraer KC-390 decolou de Guarulhos para deixar a primeira carga de vacinas em Goiânia, seguindo depois para pousos em Teresina e Fortaleza.

Enquanto isso, o Lockheed C-130 Hercules partiu do aeroporto paulista para uma parada em Brasília, depois voando para Manaus, Boa Vista, Rio Branco e Porto Velho, nesta ordem.

Em Manaus, parte das vacinas descarregadas pelo C-130 foram embarcadas em aviões Embraer C-97 Brasília para as cidades de Macapá e Tabatinga (AM).

Por fim, nota-se que o modelo Casa C-105 Amazonas saiu do GRU Airport com destino a Florianópolis e depois Campo Grande.

Além destes destinos da FAB, temos informações também de algumas das rotas que foram feitas ou estão sendo feitas pelos aviões civis, conforme listadas a seguir.

Voos da Azul Linhas Aéreas e da Gol Linhas Aéreas levaram a CoronaVac para Cuiabá, Vitória, João Pessoa, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Salvador, São Luis, Aracaju, Natal, Maceió e Palmas.

Embora não haja uma listagem completa de outras empresas, aviões da Latam, incluindo os cargueiros da Latam Cargo, também transportaram as vacinas para destinos nos estados da Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba e Pernambuco, bem como a empresa de táxi aéreo Líder Aviação apoiou a distribuição com suas aeronaves de menor porte.

Vela lembrar que não necessariamente todos os destinos e todas as empresas participantes foram citados acima, podendo haver muitos outros voos além destes.

PORTAL AIRWAY


Conheça os aviões da FAB usadas na Operação COVID-19

Força Aérea Brasileira conta com mais de 120 aeronaves de transporte, uma das maiores frotas do tipo no mundo

Thiago Vinholes | Publicada em 19/01/2021 22:30

A Força Aérea Brasileira (FAB) passa por um momento sem precedentes do uso de sua frota de aeronaves de transporte, atualmente engajadas na Operação COVID-19. Desde o primeiro semestre do ano passado, aviões da FAB estão empenhados no deslocamento de insumos e equipamentos hospitalares por todo o Brasil. Nesta semana, a ação militar ganhou ainda mais evidência com o início da distribuição de milhões de doses de vacinas contra o novo coronavírus.

De acordo com dados compilados pelo Flight Global, que todo ano publica uma edição atualizada do World Air Forces (basicamente um censo global de aeronaves militares), existem quase 500 aeronaves de transporte militar em serviço com forças armadas da América Latina. Desse total, mais de um quinto é operado no Brasil. Segundo a publicação, a FAB dispõe hoje de 129 aviões de transporte, uma das maiores frotas do tipo no mundo.

Em um universo com tantas aeronaves, é normal que algumas unidades estejam fora de serviço devido a problemas de manutenção ou armazenadas. A FAB, no entanto, não divulga quantos aviões da frota de transporte estão ativos.

Questionado pelo Airway, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) informou que por força de um Decreto-Lei não pode revelar o número de aeronaves ativas por se tratar de um tema de “Segurança Nacional”.

“O acesso às informações acerca das aeronaves da Força Aérea Brasileira, por terem conotação de atividades típicas de Defesa e Segurança Nacional, configuram dados de acesso restrito, ou seja, informações imprescindíveis à segurança e operacionalidade das ações atribuídas ao Comando da Aeronáutica. Segundo o Decreto-Lei nº 1.778, de 18 de março de 1980, essas informações são isentas de quaisquer prescrições que determinem a publicação ou divulgação ostensiva”, explica o CECOMSAER.

As estrelas da Operação COVID-19

De todos os tipos de aviões de transporte empregados pela FAB na Operação Covid-19, quatro modelos merecem destaque. São eles o C-130 Hercules, C-105 Amazonas, C-99A e o novo KC-390 Millennium. Essas são as aeronaves da frota nacional com maior capacidade de carga e alcance de voo, capazes de cobrir praticamente todo o território brasileiro em voos diretos.

Os Hercules voam com as cores da FAB desde 1964 e formam a espinha dorsal da aviação de transporte militar do Brasil, posto que futuramente será ocupado inteiramente pelos KC-390. Ao todo, a Aeronáutica possui atualmente 12 aeronaves da família C-130H da Lockheed Martin, incluindo dois modelos KC-130H empregados em operações de reabastecimento aéreo.

Dados do fabricante apontam que o Hercules suporta até 19 toneladas de carga e tem alcance máximo de 3.800 km, voando a velocidade de cruzeiro de 540 km/h (e máxima de 590 km/h). É também uma aeronave capaz de pousar e decolar de pistas semi-preparadas, como aeródromos de terra, uma característica fundamental para operações nos rincões do Brasil.

Cargueiro de médio porte, o C-105A Amazonas (designação da FAB para o Airbus/CASA C295) entrou em serviço com a FAB em 2005. Ao todo, a Aeronáutica recebeu 12 exemplares do bimotor turboélice produzido na Espanha, que pode transportar até 9,2 toneladas de carga. O alcance da aeronave varia entre cerca de 1.280 km e 5.000 km, de acordo com o volume embarcado.

A FAB opera com o C-105A ‘Amazonas’ desde 2005

Versão militar do jato regional Embraer ERJ-145, o C-99 é um avião multi-uso da FAB. Durante a Operação Covid-19, os cinco modelos tipo na frota brasileira estão sendo empregados para transportar cargas de pequeno volume e recentemente também moveram pacientes contaminados com o novo coronavírus do Amazonas para serem atendidos em outros Estados.

O jato da Embraer pode transportar uma carga máxima de quase seis toneladas e tem alcance de voo em torno de 3.700 km. A FAB não informa a quantidade de enfermos que a aeronave pode levar.

O C-99 da FAB é a versão militar do jato regional Embraer ERJ-145

Por fim, o maior expoente da engenharia aeronáutica brasileira, a aeronave multimissão Embraer KC-390 Millennium iniciou recentemente sua carreira na FAB em ritmo frenético e vem sendo uma peça fundamental no deslocamento de recursos para o combate a COVID-19.

A FAB tem hoje quatro exemplares do KC-390, recebidos a partir de setembro de 2019, de um total de 28 jatos encomendados para substituir os antigos turboélices Hercules. O cargueiro militar fabricado pela Embraer comporta uma carga máxima de 26 toneladas e voa a quase 900 km/h (com velocidade de cruzeiro de 870 km/h).

A FAB encomendou 28 aeronaves KC-390 da Embraer

A autonomia do KC-390 varia de acordo com o volume de carga transportado. Com 14 toneladas, a aeronave tem alcance em torno de 5.820 km e vazia (em voos ferry) pode passar dos 8.000 km.

Mais aviões de transporte da FAB

A frota de transporte da FAB ainda tem o complemento de aviões menores, que também podem ser empregados na Operação COVID-19. São eles os modelos C-95 (designação da FAB para o EMB-110 Bandeirante), C-97 (EMB-120 Brasília), C-98 (Cessna Caravan) e o U-100 (Embraer Phenom 100).

Cargueiros de grande porte em falta

A FAB tem praticamente um tipo de avião em cada uma das categorias da aviação de transporte militar, desde aeronaves leves como os C-98 e os U-100, até cargueiros altamente versáteis, casos do Hercules e do KC-390. No entanto, falta ainda uma aeronave de grande porte e longo alcance.

O último avião desse tipo operado pela FAB foi um Boeing 767-300ER, designado como C-767. A aeronave de grande porte (a maior que já voou com a FAB) era alugada e voou no Brasil entre 2016 e 2019, quando foi devolvido ao arrendador. Durante o curto período de atividade no país, o 767 serviu no transporte de tropas e cargas e até como avião presidencial.

O C-767 foi o maior avião que voou a serviço da FAB, entre 2016 e 2019

O aluguel do 767 foi uma solução provisória enquanto a FAB não define o programa KC-X2, que prevê a aquisição de aeronaves de grande porte e longo alcance equipadas para operações de transporte logístico e reabastecimento aéreo. No passado, tais missões eram realizadas por quatro jatos KC-137 (designação da FAB para o Boeing 707-300), aviões que ficaram conhecidos no Brasil como “Sucatão” e foram desativados em 2013.

PORTAL DIÁRIO DO PODER


FAB transporta vacinas para índios ticuna em Tabatinga, última fronteira do Amazonas

Município está no extremo oeste do Amazonas, na fronteira com a cidade colombiana de Letícia

Redação | Publicada em 20/01/2021 09:01

Aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) decolou esta manhã com destino a Tabatinga, no extremo oeste do Amazonas, transportando mil doses de vacinas contra covid-19.

As vacinas levadas no turbo-hélice C-97 Brasília, da FAB, destinam-se a imunizar o público-alvo da primeira fase prevista no Programa Nacional de Imunizações (PNI), sobretudo a população indígena.

Município do Amazonas localizado na região do Alto Solimões, Tabatinga faz fronteira com a cidade de Letícia, na Colômbia, conhecida por ser a cidade natal da cantora Shakira.

PORTAL DEFESANET


FAB realiza transporte de pacientes de Manaus (AM) para outras cidades


Agência Força Aérea | Publicada em 19/01/2021 10:30

A Força Aérea Brasileira (FAB) iniciou, no dia 15 de janeiro, o transporte de pacientes, acompanhados de equipes de saúde, de Manaus (AM) para Teresina (PI). Uma aeronave C-99, operada pelo Primeiro Esquadrão do Segundo Grupo de Transporte (1º/2º GT) – Esquadrão Condor, decolou de Manaus, às 7h57 (horário de Brasília), com pouso em Teresina, às 11h40, com nove pacientes e seis profissionais de saúde a bordo. No mesmo dia, outra aeronave decolou, às 19h17 (horário de Brasília), de Manaus para São Luís (MA), com mais 12 pacientes. 

Já no sábado (16), mais uma aeronave C-99 decolou de Manaus (AM) para São Luís (MA) com 11 pacientes, acompanhados de seis profissionais de saúde. Também neste dia, outros 15 pacientes foram transferidos do Amazonas para Brasília (DF).

No domingo (17), um C-99 decolou de Manaus (AM), às 14h40, com destino a João Pessoa (PB), onde pousou às 23h20 com 15 pacientes, mais equipes de saúde. Também no domingo (17), às 21h17, decolou mais uma aeronave de Manaus (AM), com 12 pacientes, acompanhados de equipes de saúde. O pouso ocorreu nesta segunda (18), às 2h50, em Natal (RN), conforme horário de Brasília (DF). Ainda nesta segunda (18), um C-99, transportou 14 pacientes para Goiânia (GO). A aeronave decolou de Manaus (AM), às 14h55.

O Oficial-de-Operações do Esquadrão Condor, Major Aviador Andrei Oliveira da Silva Santos, falou da importância deste apoio. "A Força Aérea sempre estará engajada na missão de integrar a nossa nação. Atender às necessidades da sociedade é muito gratificante para nós. Sabemos das demandas agravadas pela COVID-19 e, poder contribuir, levando alento às pessoas, por meio das asas que protegem o País, nos enche de muita alegria e satisfação. É uma honra ajudar a população, especialmente a estado do Amazonas. Nós queremos ajudar a amenizar a dor destas pessoas", disse.

Por meio do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), a FAB cumpre as missões que têm como objetivo minimizar os impactos no sistema de saúde da capital amazonense. O Transporte Aéreo Logístico da FAB integra as ações da Operação COVID-19, acionada pelo Ministério da Defesa, em atendimento às demandas do Ministério da Saúde. 

O Comando da Aeronáutica está dedicando permanentemente o esforço do seu efetivo e de suas aeronaves, 24 horas por dia e sete dias por semana, em atendimento às necessidades da sociedade brasileira no enfrentamento à pandemia da COVID-19.

PORTAL METROPÓLES (DF)


Vacinação contra a Covid-19 em terras indígenas começa nesta terça-feira

Em todo país, 430 mil indígenas serão imunizados. Reportagem do Metrópoles acompanha ação sanitária em Tabatinga, no Amazonas

Otávio Augusto Rafaela Felicciano | Publicada em 19/01/2021 14:45

Nove meses após registrar os primeiros casos de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, povos indígenas do Alto Rio Solimões, na região de Tabatinga, município distante 1,1 mil quilômetros de Manaus, serão os primeiros a serem vacinados contra a doença.

A ação do Ministério da Saúde, com apoio logístico do Ministério da Defesa, começou nesta terça-feira (19/1). A Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) coordena os trabalhos. Em todo país, 430 mil indígenas e profissionais de saúde ligados a eles serão imunizados.

Uma missão especial marca o início da vacinação. Somente na região do Alto Solimões vivem 70 mil indígenas. São três etnias — Ticuna, Kocama e Kaixana. Esse é considerado o segundo maior distrito indígena do país.

O Metrópoles acompanhará a vacinação na aldeia Umuriaçu. A reportagem viajou com integrantes do governo federal que farão a ação sanitária no local. As doses foram enviadas de São Paulo para Brasília nessa segunda-feira (18/1). Depois, foram levadas para Manaus, onde as equipes passaram a noite. Por fim, chegaram à Tabatinga em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) por volta das 10h (horário de Brasília).

Segundo dados do Comitê Nacional de Vida e Memória Indígena, desde o início da pandemia, 40.125 indígenas adoeceram por Covid-19. Desses, 528 morreram. No Alto Rio Solimões são 2.026 casos confirmados e 37 mortes, de acordo com boletim da Sesai.

A campanha na região ocorre após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberar o uso de duas vacinas no país no último domingo (17/1). A imunização não é obrigatória. Para receber a dose, o indígena precisa ter mais de 18 anos.

A imunização de povos indígenas ocorrerá simultaneamente nos 34 distritos indígenas que abrangem 11 unidades da federação. Somente para Tabatinga, o governo enviou mil doses da vacina.

Estratégia

O assessor do gabinete da Sesai e coordenador da imunização em Tabatinga, Alexandre Nogueira, explica o motivo dos indígenas fazerem parte do grupo prioritário da vacinação contra a Covid-19. Em abril do ano passado, a região registrou os primeiros casos da doença nessa população.

“Essa estratégia não foi criada agora. Os povos indígenas já fazem parte do grupo prioritário de outras campanhas. Isso é importante por que algumas aldeias ficam em lugares de difícil acesso e demandam uma logística maior”, detalha.

OUTRAS MÍDIAS


PLANETA FOLHA - Vacinas contra a Covid-19 chegam no aeroporto de Porto Velho


Planeta Folha | Publicada em 19/01/2021 17:27

Chegaram a Porto Velho (RO), as mais de 33 mil doses da vacina CoronaVac, na manhã desta terça-feira (19). As doses vieram em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que pousou por volta das 9h40, no Aeroporto Governador Jorge Teixeira.

A vacina que chegou será para imunizar primeiro os profissionais de saúde, seguido dos idosos acima de 75 anos e pessoas que tem entre 60 e 75 anos, que estejam internadas em asilos ou em instituições psiquiátricas. 

Outras 16 mil doses também chegaram ao Estado e serão para vacinar a população indígena e quilombolas. 

As doses serão levadas para a Rede de Frio, em Porto Velho por um caminhão da Agevisa, escoltado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Federal. De lá serão distribuídas para todos os municípios de Rondônia.

Esse é o primeiro lote da vacina contra o coronavírus que desembarcou no Estado de Rondônia. O Governo disse que ainda não tem previsão para a chegada da segunda remeça.

Nesta terça-feira, às 11h30 da manhã, a prefeitura de Porto Velho abre a Campanha de Vacinação no Município. O evento acontece no Samu.

BRAZILIAN TIMES - Aviões da FAB iniciam distribuição de vacinas aos estados

As secretarias de Saúde dos estados e do Distrito Federal iniciou dia 18, a vacinação contra...

Redação | Publicada em 19/01/2021 10:00

As secretarias de Saúde dos estados e do Distrito Federal iniciou dia 18, a vacinação contra o novo coronavírus (covid-19) com o uso da vacina CoronaVac.

No dia 17, os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovaram o uso emergencial da CoronaVac e da vacina da Oxford no país.

De acordo com o Ministério da Saúde, serão distribuídos aos estados 6 milhões de doses da vacina CoronaVac. Durante a manhã, aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) partiram de Guarulhos (SP) em direção a algumas capitais para entregar a vacina.

Aviões comerciais também estão sendo utilizados na entrega da vacina. Também há previsão de distribuição de vacinas por via terrestre.

Transporte aéreo

 

O Ministério da Defesa informou que estão sendo transportados pelos aviões da FAB cerca de 22 toneladas de carga, o que representa um terço de todo esforço logístico previsto para o abastecimento dos estados com a vacina contra o coronavírus.

A pasta disse ainda que a previsão de chegada das aeronaves da FAB será divulgada à medida que decolarem no decorrer desta segunda-feira.

Participam da operação aviões KC-390 Millennium, C-130 Hércules e C-105 Amazonas. Uma aeronave C-97 Brasília também será utilizada a partir da cidade de Manaus para Tabatinga.

Inicialmente, as aeronaves partiram para o Distrito Federal e para as capitais de 10 estados: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Santa Catarina.

Os aviões da Força Aérea Brasileira seguirão as seguintes rotas nesta segunda-feira: o C-130 Hércules irá para Guarulhos, Brasília, Manaus, Boa Vista, Porto Velho e Rio Branco. Duas aeronaves C-97 Brasília decolarão de Manaus, para Macapá e para Tabatinga. O KC-390 Millennium seguirá de Guarulhos para Goiânia, Teresina e Fortaleza. O C-105 Amazonas passará por Florianópolis e Campo Grande, também saindo de Guarulhos.

Transporte terrestre

Para o transporte terrestre da vacina estão sendo utilizados 100 caminhões com sistema de rastreamento e bloqueio via satélite. Até o final de janeiro, mais 50 caminhões serão incorporados à frota.

Para garantir a segurança no transporte, os caminhões também serão acompanhados pelas polícias Federal e Rodoviária Federal.

“A Polícia Federal atuará na escolta das vacinas, utilizando os seus grupos táticos e sendo a responsável pela segurança dos espaços federais de armazenamento”, informou a assessoria.

Além das polícias, o planejamento da operação de segurança da logística de distribuição da vacina está sendo feito em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, secretarias de Segurança Pública dos estados e do Distrito Federal e o Ministério da Saúde.

Assim que as vacinas chegarem às capitais, o acompanhamento e segurança serão entregues às polícias locais, que ficarão responsáveis pela segurança na distribuição.

Caberá às secretarias de Saúde de cada estado coordenar o processo de distribuição aos municípios que, por sua vez, executam a vacinação da população.

Neste primeiro momento, serão vacinados profissionais de saúde, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência, como asilos e instituições psiquiátricas, e a população indígena vivendo em terras indígenas.

EXTRA RONDONIA - Avião da FAB chega a RO com 1º lote de vacinas; governador promete envio para municípios hoje


Redação | Publicada em 20/01/2021 10:39

Começou logo no início da manhã desta terça-feira, 19, os procedimentos para a chegada do 1º lote da vacina contra o coronavírus no estado de Rondônia.

O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) chegou ao aeroporto Governador Jorge Teixeira por volta das 9h40.

O Governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, acompanha de perto todo o procedimento de descarga e redistribuição dos imunizantes.