NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


PORTAL AEROIN


Piloto da Academia da Força Aérea é interceptado em voo e recebe notícia por rádio


Murilo Basseto | Publicada em 14/12/2021

Um piloto em treinamento na Academia da Força Aérea (AFA), localizada na cidade de Pirassununga (SP), onde também é baseado o Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA, ou Esquadrilha da Fumaça), foi interceptado em voo para receber uma notícia especial.

Fechando a sequência de divulgação de novos integrantes, o EDA anunciou no dia 2 de dezembro o Tenente Andre Fontoura para compor o time de pilotos de 2022. Através da tradicional interceptação no ar, o novo fumaceiro, logo após decolar para um voo de instrução, recebeu a notícia pelo rádio dos Super Tucanos que reuniram em sua ala.

A mensagem foi: “Bem-vindo ao Esquadrão de Demonstração Aérea, você agora é o mais novo piloto da Fumaça!”. Após o pouso, o Tenente Fontoura foi recebido por familiares e amigos, bem como pelos comandantes do EDA e da AFA.

Questionado sobre a sensação de receber as boas novas, o novo integrante afirmou: “É a realização de um sonho saber que agora faço parte desse time que traz alegria para tantos brasileiros e representa a Força Aérea Brasileira”. Muito em breve, o Tenente Fontoura iniciará o Curso de Piloto Operacional de Demonstração Aérea e será piloto da posição de número 2.

Num ano de ingresso de muitos novos integrantes, vale lembrar dos outros fumaceiros já anunciados, a Tenente Médica Sheila, o novo fotógrafo Sargento André Rodrigues, a Aspirante Carolina Calherani, oficial de Administração, os novos Anjos da Guarda, Sargentos Zanelli, Gabriel e Mariana Breves e os Capitães aviadores Vitor Kawka e Bezerra.

Veja em vídeo o avião francês que voou na Fumaça e agora vira monumento na AFA


Murilo Basseto | Publicada em 14/12/2021

No dia 25 de novembro foi inaugurado um novo monumento no hangar do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), o jato T-24 Fouga Magister, e agora um vídeo com bonitas cenas da aeronave foi publicado pela Esquadrilha da Fumaça, como é popularmente conhecido o EDA.

A inauguração foi realizada por meio de uma cerimônia militar, presidida pelo Comandante da AFA (Academia da Força Aérea) e também fumaceiro, Brigadeiro Gobett, bem como contou com a presença de dois veteranos do Fouga, Brigadeiro Américo Soares Filho e Suboficial Tiguen Sinzato. Após o descerramento do monumento, o Comandante do Esquadrão, Tenente-Coronel Franklin, e o Brigadeiro Gobett entregaram para cada veterano um quadro como lembrança pela data especial.

O T-24 Fouga Magister, treinador básico francês, foi escolhido pelo Ministério da Aeronáutica em 1968 para a formação de uma esquadrilha moderna de demonstração da FAB, com máquinas de jato puro, sucedendo aos lendários T-6 Texan. Foram assim importados 7 aviões Fouga “Super Magister”, que passaram a integrar a nova Esquadrilha da Fumaça.

Apesar de suas qualidades acrobáticas excelentes, os “Magister” tinham maior limitação de alcance devido ao consumo elevado de seus reatores e exigiam pistas asfaltadas para operar. Pelas características territoriais do Brasil e necessidades do EDA à época, o T-24 Fouga Magister permaneceu apenas por um breve período na Fumaça, sendo desativado em 1972 após realizado um total de 46 demonstrações.

Desde 2012, muitos atuaram de forma ativa realizando gestões para que um modelo fosse cedido ao Esquadrão. Dentre as várias entidades e pessoas que atuaram para que esse monumento fosse viabilizado, destaca-se a Armée de l’Air, o Brigadeiro Gobett, então comandante do EDA em 2012, os Adidos na França, coronéis Fernandes e Sandro, o EMAER, na figura do Coronel Moraes, os Anjos da Guarda da Fumaça e os militares da Guarnição, que trabalharam incansavelmente na restauração do T-24.

“Foram 9 anos de trabalho árduo. Contatos da Força Aérea Brasileira com a Força Aérea Francesa proporcionaram que a gente conseguisse trazer esse avião. E hoje a gente tem essa coisa linda aqui no nosso hangar! Realmente é uma satisfação e um orgulho muito grande!”, comentou o Tenente-Coronel Franklin, comandante da Esquadrilha da Fumaça.

“Quando o Coronel Franklin me telefonou convidando para esse evento, ele disse que eles tinham recuperado um avião, que foi um avião que apesar de ter ficado muito pouco tempo na Esquadrilha, ele é um avião que, para quem voou, é difícil de esquecer”, disse o Brigadeiro Américo Soares Filho, ex-integrante da Fumaça, piloto do Fouga Magister.

“O T-24 foi o início da transformação para a Esquadrilha da Fumaça. Trabalhamos neles há muito tempo, e agora nós estamos revivendo, parecendo que era quando eles chegaram da França. A gente não esperava de reviver essa emoção!”, disse o Suboficial Tiguen Sinzato, ex-integrante da Fumaça, mecânico do Fouga Magister.

“Poder trazer uma aeronave, restaurar a aeronave e colocar nas condições que hoje foi aqui apresentada, é um grande sucesso para a Fumaça, poder agora ter o acervo completo das aeronaves históricas, das aeronaves que voaram aqui durante seus 70 anos de história. É uma satisfação muito grande. É algo importantíssimo, para todas as gerações de fumaceiros, poder reviver sua história, hoje através dessa aeronave icônica”, finalizou o Brigadeiro do Ar Gobett, Comandante da Academia da Força Aérea.

SAAB apresenta status da transferência de tecnologia ao Brasil no Projeto F-X2 (Gripen)


Murilo Basseto | Publicada em 14/12/2021

A Comissão Coordenadora do Programa de Aeronave de Combate (COPAC) participou, no dia 1º de dezembro, da XII Project Management Meeting (PMM) do Acordo de Offset do Projeto F-X2.

O evento foi realizado em Brasília (DF) e integrou a previsão contratual que estabelece que a SAAB – empresa sueca de Defesa e Segurança – apresente o status do desenvolvimento das atividades do Acordo de Compensação Comercial, Tecnológica e Industrial ao Comando da Aeronáutica (COMAER).

Na oportunidade, a Empresa mostrou uma visão geral do progresso do Acordo de Compensação, do calendário das atividades realizadas no último semestre, dos próximos eventos planejados para o primeiro período de 2022, além de outras informações relevantes à equipe multidisciplinar de acompanhamento do Projeto da Força Aérea Brasileira (FAB), composta pela Gerência Executiva do Projeto da COPAC e por analistas do Instituto de Fomento Industrial (IFI).

A atividade contou com a presença de organizações que integram o projeto, como do Departamento de Ciência e Tecnologia da Aeronáutica (DCTA), das empresas como a EMBRAER, Atech, Ael Sistemas, SAAB Aeronáutica e Montagens (SAM) e SAAB Sensores e Serviços do Brasil (SSSB), que apresentaram os benefícios decorrentes das atividades de transferência de tecnologia, assim como os instrumentos utilizados para a retenção dos conhecimentos adquiridos.

Para o Gerente de Programas da AEL Sistemas, Saul Teixeira Bencke, a principal conquista no Projeto Gripen foi a conclusão da fase de qualificação, que foi submetida a uma série de testes em vários laboratórios ao redor do mundo. “Finalmente conseguimos concluir essa etapa, após cinco anos de desenvolvimento. Temos hoje um produto maduro. A próxima fase é começar a produção seriada dos equipamentos (Wide Area Display, Head Up Display e Helmelt Mounted Display) e entregar para a SAAB montar nas unidades de produção”, comentou.

De acordo com o Diretor de Cooperação Industrial do Programa Gripen no Brasil, na SAAB, Luis Antonio Hernandez Gonzalez, com a entrega das unidades pelas empresas brasileiras, a expectativa para o próximo período do programa é um incremento na área de Ensaios em Voo. “Nós teremos uma reconfiguração da aeronave para aproximar ao modelo brasileiro, o que vai permitir a realização de todos os ensaios em voos necessários”, apontou.

Segundo o Gerente-Adjunto do Projeto F-X2, Coronel Aviador Leandro Barbosa Ferreira Pinto, a transferência de tecnologia está beneficiando toda a nossa Base Industrial de Defesa. “Todos os esforços estão sendo direcionados para o incremento das capacidades da indústria nacional e dos centros de pesquisas do setor aeronáutico”, finalizou.

REVISTA AERO MAGAZINE


Aeroanves da FAB atuam em missão humanitária no sul da Bahia

Helicópteros e aviões transportam medicamentos, cestas básicas e equipes de salvamento

André Magalhães | Publicada em 14/12/2021 16:45

Aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) prestaram apoio humanitário às populações atingidas por enchentes no sul da Bahia. Helicópteros e aviões da FAB estão levando todo o material necessário para o devido auxílio.

No domingo (12), um C-130 Hercules transportou 2,5 toneladas de medicamento. No mesmo dia um helicóptero H-36 Caracal transportou 800kg de cesta básica, além de oito militares do corpo de bombeiro.

A aeronave ainda realizou um sobrevoo com a comitiva do poder executivo para que fosse visualizado toda a situação provocadas pelas enchentes.

A força aérea atua em diversas ações, e a humanitária é uma delas. Nós temos um País vasto e que está sempre demandando este tipo de apoio, disse Holanda de Oliveira, capitão aviador e piloto do C-130.

Um helicóptero H-60L Black hawk deverá ser enviado nos próximos dias para as aumentar as missões da força-tarefa.

Saab apresenta progressos em seus trabalhos durante evento da FAB

Benefícios da transferência de tecnologia também foi pauta

André Magalhães | Publicada em 15/12/2021

A Saab apresentou os progressos relativos ao desenvolvimento do F-39 Gripen realizadas no último semestre de 2021. A empresa sueca demonstrou os trabalhos para integrantes da Comissão Coordenadora do Programa de Aeronave de Combate (Copac), em Brasília (DF), no dia 1 de dezembro.

O evento contou com outras empresas envolvidas no desenvolvimento do Gripen E/F, como a Embraer, Atech, Ael Sistemas, SAAB Aeronáutica e Montagens (SAM), SAAB Sensores e Serviços do Brasil (SSSB), que comentaram os benefícios da transferência de tecnologia que está acontecendo com o Gripen brasileiro.

A empresa AEL Sistema, por exemplo, desenvolveu a tela WAD que vai equipar não só os 36 Gripen F-39 E/F do Brasil, mas também os suecos.

“Finalmente conseguimos concluir essa etapa, após cinco anos de desenvolvimento. Temos hoje um produto maduro. A próxima fase é começar a produção seriada dos equipamentos (Wide Area Display, Head Up Display e Helmelt Mounted Display) e entregar para a SAAB montar nas unidades de produção", disse Saul Teixeira Bencke, Gerente de Programas da AEL Sistemas.

A Força Aérea Brasileira recebeu em novembro as quatro primeiras unidades construídas em série, os caças deverão chegar ao país no início do próximo ano.

No Brasil estão sendo montadas pela empresa Akaer algumas peças do Gripen, como caixão das asas, cone de cauda, fuselagem dianteira, freios aerodinâmicos, entre outras. Além disso, a versão F, biposta, que conta com oito unidades, serão montadas totalmente em terrotório nacional.

Orgão militar que presta importantes serviços na amazônica completa 65 anos

Comara trabalha em diversas infraestruturas em aeroportos amazônicos

Da Redação | Publicada em 15/12/2021

A Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (Comara) comemorou 65 anos de atividades na maior floresta tropical do mundo, no último sábado (12). Suas atividades estão atreladas a projetar, construir e recuperar aeroportos, entre outras.

Durante seus 65 anos a ampliação de aeroportos na região amazônica foi teve os serviços da referida comissão, em 1950, por exemplo, existiam somente 17 aeródromos, destes apenas três eram pavimentados. 

Um exemplo recente de ação do Comara foi a ampliação da pista do aeródromo de Estirão do Equador, no Distrito de Atalaia do Norte (AM), que passou de 1.200 metros para 1.500 metros de concreto.

A comissão também atua juntamente com a Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) e a Agência Espacial Brasileira (AEB), em obras na base de Alcântara (MA), uma nova pista táxi, áreas para manobras, e um novo terminal de passageiros estão em construção.

“As pistas permitem que as populações da Amazônia tenham acesso mais célere a outras regiões, recebam remédios mais rápido, realizem evacuação aero médica de emergência, como aconteceu muito durante a pandemia da COVID-19, por exemplo", disse Mário Jorge Siqueira Oliveira, coronel aviador e vice-presidente da Comara.

Os recursos na região norte são mais escassos do que em outras do país. E, muitas vezes, só o avião é o meio de transporte existente e uma infraestrutura considerável para as operações é de suma importância.

A região amazônica também conta com importantes bases das forças armadas, como por exemplo, a base aérea de Porto Velho (RO), que opera aeronaves A-29 Super Tucano, do Esquadrão Grifo.

PORTAL AEROFLAP


Gripen: COPAC realiza reunião sobre o Acordo de Offset do Projeto F-X2


Gabriel Centeno | Publicada em 14/12/2021

A Comissão Coordenadora do Programa de Aeronave de Combate (COPAC) participou, no dia 1º de dezembro, da XII Project Management Meeting (PMM) do Acordo de Offset do Projeto F-X2. O evento foi realizado em Brasília (DF) e integrou a previsão contratual que estabelece que a SAAB – empresa sueca de Defesa e Segurança – apresente o status do desenvolvimento das atividades do Acordo de Compensação Comercial, Tecnológica e Industrial ao Comando da Aeronáutica (COMAER).

Na oportunidade, a Empresa mostrou uma visão geral do progresso do Acordo de Compensação, do calendário das atividades realizadas no último semestre, dos próximos eventos planejados para o primeiro período de 2022, além de outras informações relevantes à equipe multidisciplinar de acompanhamento do Projeto da Força Aérea Brasileira (FAB), composta pela Gerência Executiva do Projeto da COPAC e por analistas do Instituto de Fomento Industrial (IFI).

A atividade contou com a presença de organizações que integram o projeto, como do Departamento de Ciência e Tecnologia da Aeronáutica (DCTA), das empresas como a EMBRAER, Atech, Ael Sistemas, SAAB Aeronáutica e Montagens (SAM), SAAB Sensores e Serviços do Brasil (SSSB), que apresentaram os benefícios decorrentes das atividades de transferência de tecnologia, assim como os instrumentos utilizados para a retenção dos conhecimentos adquiridos.

Para o Gerente de Programas da AEL Sistemas, Saul Teixeira Bencke, a principal conquista no Projeto Gripen foi a conclusão da fase de qualificação, que foi submetida a uma série de testes em vários laboratórios ao redor do mundo. “Finalmente conseguimos concluir essa etapa, após cinco anos de desenvolvimento. Temos hoje um produto maduro. A próxima fase é começar a produção seriada dos equipamentos (Wide Area Display, Head Up Display e Helmelt Mounted Display) e entregar para a SAAB montar nas unidades de produção”, comentou.

De acordo com o Diretor de Cooperação Industrial do Programa Gripen no Brasil, na SAAB, Luis Antonio Hernandez Gonzalez, com a entrega das unidades pelas empresas brasileiras, a expectativa para o próximo período do programa é um incremento na área de Ensaios em Voo. “Nós teremos uma reconfiguração da aeronave para aproximar ao modelo brasileiro, o que vai permitir a realização de todos os ensaios em voos necessários’‘, apontou.

Segundo o Gerente-Adjunto do Projeto F-X2, Coronel Aviador Leandro Barbosa Ferreira Pinto, a transferência de tecnologia está beneficiando toda a nossa Base Industrial de Defesa. “Todos os esforços estão sendo direcionados para o incremento das capacidades da indústria nacional e dos centros de pesquisas do setor aeronáutico”, finalizou.

MINISTÉRIO DA DEFESA


Militares atletas do PAAR recebem premiação mais importante do esporte brasileiro


Da Redação | Publicada em 14/12/2021 15:37

Militares do Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR), das Forças Armadas, foram agraciados no Prêmio Brasil Olímpico 2021. Organizada, anualmente, pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), essa é a premiação mais importante do esporte brasileiro. Na cerimônia, realizada na quarta-feira (08), 17 atletas do PAAR receberam a premiação, em 16 modalidades.

O evento, que está na sua 22ª edição, premia os melhores atletas do ano em cada modalidade. Na Marinha do Brasil, ganharam o prêmio: Alison dos Santos (Atletismo), Hebert Conceição (Boxe), Ana Marcela Cunha (Maratona Aquática), Laura Miccuci e Luísa Borges (Nado Artístico), Lucas Verthein (Remo), Kawan Pereira (Saltos Ornamentais), Milena Titoneli (Taekwondo), Kahena Kunze (Vela) e Laís Nunes (Wrestling).

No Exército Brasileiro, foram agraciados: João Victor Oliva (Hipismo Adestramento), Vinícius Figueira (Karatê), Danilo Fagundes (Pentatlo Moderno) e Eduarda Lisboa (Vôlei de Praia).

Já na Força Aérea, receberam o prêmio: Ana Sátila Vargas (Canoagem Slalom), Marcus D’Almeida (Tiro com Arco) e Vittoria Lopes (Triathlon).

Na ocasião, foram homenageados os atletas medalhistas nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Dos 303 atletas brasileiros que participaram da competição, 93 fazem parte do PAAR. Das 21 medalhas alcançadas pelo Time Brasil em Tóquio, oito foram conquistadas por militares atletas, sendo três de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Programa Atletas de Alto Rendimento

O Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) foi criado em 2008, por iniciativa do antigo Ministério do Esporte - hoje, Cidadania - em parceria com o Ministério da Defesa. A iniciativa contribui para fortalecer a equipe militar brasileira em eventos esportivos de alto nível. Junto com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), com o Ministério da Cidadania, com os Clubes aos quais os atletas do programa pertencem e com as confederações e federações esportivas, o PAAR, atualmente, viabiliza o Projeto Olímpico Brasileiro.

Os militares atletas que integram o Programa têm à disposição todos os benefícios da carreira, direito à assistência médica (incluindo nutricionista e fisioterapeuta), além de disporem de instalações esportivas militares adequadas para treinamento nos centros da Marinha (Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes), do Exército (Centro de Capacitação Física do Exército e Complexo Esportivo de Deodoro) e da Aeronáutica (Universidade da Força Aérea).

PORTAL DEFESANET


Militares da FAB integram Estágio de Preparação para Missões de Paz

Objetivo é capacitar militares brasileiros para atuar como Observadores Militares ou Oficiais de Estado-Maior

Da Redação | Publicada em 14/12/2021 09:20

O Estágio de Preparação para Missões de Paz (EPMP 2021/2), realizado entre os meses de setembro e novembro, no Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), localizado no Rio de Janeiro, contou com a participação de militares da Força Aérea Brasileira (FAB).

O estágio é uma demanda do Departamento de Operações de Paz da ONU (DPO), sob coordenação do Ministério da Defesa, e tem como objetivo capacitar militares brasileiros para atuar como Observadores Militares ou Oficiais de Estado-Maior.

O Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER), por meio da Segunda Subchefia (2SC), tornou aptos mais militares da Força Aérea Brasileira (FAB) para o desdobramento, que agora podem ser enviados para uma das cinco missões onde a FAB está presente: na Missão das Nações Unidas para o referendo no Saara Ocidental (MINURSO); na Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA); na Força Interina de Segurança das Nações Unidas para Abyei (UNISFA); na Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS); e na Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo (MONUSCO).

O curso foi dividido em três etapas: na primeira, os alunos se ambientam com a estrutura das Nações Unidas, sob a égide das Missões de Paz; na segunda, foi estimulado o trabalho em grupo e o aprimoramento do uso da língua inglesa em atividades rotineiras; e, na terceira, que ocorreu por meio de instruções teóricas e práticas, a formação final dos Observadores Militares ou Oficiais de Estado-Maior.

“O Estágio é de suma importância para o preparo dos militares designados para as Missões de Paz, pois extrapola a transmissão do conteúdo teórico básico exigido pela ONU para a formação dos Peacekeepers. Isso porque ele viabiliza a interação dos militares das três Forças juntamente com Policiais Militares em diversas instruções, bem como proporciona aos estagiários experiências em situações práticas, baseadas em eventos que simulam cenários que poderão ser encontrados por todos, quando estiverem na missão”, finaliza.

No total, foram formados 35 estagiários, sendo oito da Marinha do Brasil, 16 do Exército Brasileiro e seis da FAB, além de cinco Policiais Militares das Unidades Federativas do País. A Tenente-Coronel Intendente Simone Praia Cardoso Antunes, militar mais antiga da FAB e escolhida oradora da turma, comentou sobre o curso.

FAB transporta cestas básicas para comunidades indígenas em Roraima

Serão transportadas cerca de 13 toneladas de alimentos a bordo do H-60 Black Hawk e do C-105 Amazonas

Da Redação | Publicada em 14/12/2021 09:30

Em mais uma ação humanitária, a Força Aérea Brasileira (FAB) está realizando, desde a última sexta-feira (10/12), missões de Transporte Aéreo Logístico para comunidades indígenas Yanomami, em Roraima. No total, serão  entregues mais de mil cestas de alimentos, aproximadamente 13 toneladas. A operação atende a comunidade junto ao 4º Pelotão Especial de Fronteira (PEF) de Surucucu e outras sete na região de Alto Alegre (RR).

Os primeiros dias de missão ficaram a cargo da aeronave H-60 Black Hawk, operada pelo Esquadrão Hárpia (7º/8º GAV), que estava deslocada em Boa Vista (RR), e entregou cerca de 600 cestas. A partir desta terça-feira (14/12), o C-105 Amazonas, operado pelo Esquadrão Arara (1º/9º GAV), continuará com a ação, com a entrega de mais 400 kits alimentares ao 4º PEF.

A missão é coordenada pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) da FAB, em Brasília (DF), juntamente com o Ministério da Defesa, o Ministério da Saúde e o Ministério de Justiça e Segurança Pública, por meio da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) e da Polícia Federal (PF).

Estão sendo atendidas as comunidades Kaynaú, Homoxi, Parafuri, Parima, Xitei, Hakoma e Haxiu. A missão é complexa pela dificuldade de acesso em algumas comunidades, que estão localizadas em uma região de área montanhosa da floresta amazônica, sendo possível o transporte apenas pelo modal aéreo.

De acordo com o Comandante da aeronave H-60 Black Hawk na operação, Tenente Aviador Pedro Augusto Carvalho de Andrande, é gratificante apoiar as comunidades. "Levamos não somente o alimento, mas a presença do Estado brasileiro aos seus povos nativos. Nossa soberania perpassa pela integração do território nacional e pelo cuidado com todos os brasileiros, sem distinções. Somos privilegiados em poder atuar em uma missão tão importante", relatou.

Além dessa missão na região norte do País, a FAB presta apoio humanitário no nordeste, simultaneamente, nas cidades do extremo sul da Bahia afetadas pelas fortes chuvas recentes.

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL REPÓRTER MACEIÓ - Equipe da Santa Casa de Maceió realiza terceiro transplante de fígado


Da Redação | Publicada em 14/12/2021 09:55

Iniciado em maio deste ano, o transplante foi o terceiro registrado na instituição alagoana. Oscar Ferro, médico e coordenador do Programa, destaca que o número baixo de doadores ainda é um entrave para que o serviço possa beneficiar mais pacientes. “Neste momento, outras duas pessoas aguardam o chamado da Central de Transplantes de Alagoas (órgão estadual que organiza e agiliza o processo de captação junto à Coordenação Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde). Nosso estado ainda tem poucas doações e isso se dá por fatores como a falta de divulgação de informações sobre o processo de captação do órgão e dúvidas sobre a segurança no diagnóstico de morte cerebral”, disse.

No Brasil, para doar um órgão basta comunicar à família sobre o desejo de ser doador para que ela autorize o procedimento. Em 2020, mais de 43% das famílias recusaram a doação de órgãos de seus parentes após morte encefálica comprovada, segundo dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO). Em Alagoas esse número está em 40%. A lista de transplantes é única, tem ordem cronológica de inscrição e os receptores são selecionados para receber os órgãos em função da gravidade (considerando a pontuação da escala MELD – um sistema que avalia a seriedade da doença hepática), compatibilidade sanguínea e genética com o doador. O País tem 27 centros de notificação integrados, onde os dados do doador são cruzados com os das pessoas que aguardam na fila.

Captação

O órgão doado ao adolescente era de um jovem de 21 anos, vítima de acidente automobilístico. Para agilizar a captação do fígado na Paraíba, a FAB [Força Aérea Brasileira] foi acionada e levou a equipe alagoana até o estado nordestino, retornando em seguida com o órgão para cirurgia. A cirurgia de alta complexidade foi financiada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), durou cerca de oito horas, e terminou sem intercorrências. Além de Ferro, o procedimento contou com os médicos Fábio Moura, Felipe Augusto, Leonardo Soltinho, Amanda Lyra, Larissa Borges, Cira Queiroz, além da equipe da UTI e da Enfermagem.

REVISTA FORÇA AÉREA - COMARA: 65 anos realizando obras estratégicas na Amazônia » Força Aérea


Da Redação | Publicada em 14/12/2021

COMARA: 65 anos realizando obras estratégicas na Amazônia.

Na imensa Amazônia brasileira, onde as estradas são rios e as comunidades vivem sujeitas às dificuldades impostas pela navegação fluvial, as pistas aeroportuárias são essenciais para a integração da região ao restante do País. Desde 1956, a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio da Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (COMARA), alavanca a integração, o desenvolvimento e a capacidade de defesa da região, bem como proporciona melhores condições de vida.

Genuinamente amazônica, a COMARA tem a missão de projetar, construir e recuperar aeroportos na região, além de realizar obras civis para órgãos da administração federal, estadual e municipal, após assinaturas de Termos de Execução Descentralizadas entre o Comando da Aeronáutica (COMAER) e o Ministério da Infraestrutura. Além disso, em razão da sua capacidade e experiência, também já atuou em outras regiões do País e até mesmo no exterior, na recuperação das pistas da Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP), e da Escola de Especialistas da Aeronáutica EEAR), em Guaratinguetá (SP), além da construção da pista de Letícia, na Colômbia, entre diversas outras obras.

No início da década de 1950, existiam somente 17 aeródromos na Amazônia, dos quais apenas três (Belém, Manaus e Macapá) eram pavimentados. Hoje, fruto do êxito no cumprimento de sua missão, é possível contar a construção e recuperação de mais de 170 pistas e mais de 70 reformas de instalações aeroportuárias e vias públicas.

COMARA – 65 anos de história

A COMARA completou, no dia 12 de dezembro, 65 anos de história superando todos os desafios da região, como o distanciamento e a sazonalidade do tempo, quando só é possível transportar, por meio de balsas, os insumos no período do inverno, época em que o nível dos rios está mais alto, e realizar as obras no verão amazônico, período mais seco.

A celebração do aniversário ocorre juntamente com a entrega de mais uma obra concluída em Estirão do Equador, no Distrito de Atalaia do Norte (AM). O aeródromo teve a pista de 1200 metros de asfalto substituída por 1500 metros de concreto, além de pintura, novo pátio, taxiway, instalação de sistema de drenagem e construção de cerca operacional.

Construção de pistas: importância estratégica

De acordo com o Vice-Presidente da COMARA, Coronel Aviador Mário Jorge Siqueira Oliveira, a construção das pistas tem importância estratégica para a defesa nacional e para o desenvolvimento do país. “As pistas permitem que as populações da Amazônia tenham acesso mais célere a outras regiões, recebam remédios mais rápido, realizem evacuação aeromédica de emergência, como aconteceu muito durante a pandemia da COVID-19, por exemplo”, comenta.

O Coronel Mário complementa, ainda, sobre a importância das pistas para a segurança nacional. “Algumas pistas, mesmo as que não possuem comunidades próximas, apoiam o Exército Brasileiro em diversos Pelotões de Fronteiras para o combate ao narcotráfico. Essas pistas também apoiam a Força Aérea nas operações de segurança nacional e no trabalho interagências”, esclarece.

Além de Estirão do Equador, a COMARA conta com outras obras em andamento. Uma delas está em Alcântara (MA) e é realizada em parceria com a Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) e a Agência Espacial Brasileira (AEB). No local, é construída uma nova pista de táxi e um pátio de manobras para suportar aeronaves de grande porte, como o cargueiro Antonov e o Boeing 747, além de um novo terminal de passageiros, central de utilidade, nova via de acesso e cerca operacional.

Em Oriximiná (PA), a pista e o pátio em asfalto, inaugurados em novembro de 2020, receberam recentemente pintura, cerca operacional e auxílios visuais. Os novos serviços permitiram a operacionalidade do aeródromo no período noturno durante um momento crítico da pandemia da COVID-19 na cidade, quando foram realizados voos para evacuação aeromédica. Atualmente, a COMARA conclui a terraplenagem para escoamento da água da chuva das pistas.

Outro trabalho comariano em desenvolvimento está em Coari (AM). Lá os pavimentos de asfalto serão substituídos por concreto, além da instalação de balizamento noturno (que permitirá operação 24 horas por dia), colocação de cerca operacional e construção de um novo do Terminal de Passageiros de cerca de 900 m². De acordo com o gerente da obra, Tenente Engenheiro Aricles Matos Batista Filho, a aplicação de concreto nas pistas tem um custo-benefício superior ao do asfalto, além de melhor desempenho e maior durabilidade. “A manutenção é menos constante devido à durabilidade do concreto. Enquanto uma pista de asfalto dura 10 ou 15 anos, a de concreto passa do dobro de tempo e não exige tanta conservação”, finaliza.

 

REVISTA FORÇA AÉREA - Academia da Força Aérea forma 170 novos Aspirantes a Oficial » Força Aérea


Da Redação | Publicada em 14/12/2021

Academia da Força Aérea forma 170 novos Aspirantes a Oficial. Um dia de vitória e de assumir um forte compromisso. Nessa sexta-feira (10), 170 militares brasileiros e de Nações Amigas foram declarados Aspirantes a Oficial Aviadores, Intendentes e de Infantaria da Aeronáutica. A cerimônia militar de formatura da Turma Mihos, na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP), contou com a presença do Presidente da República, Jair Bolsonaro; do Ministro da Defesa, Walter Souza Braga Netto; do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior; além de Oficiais-Generais da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea, dentre outras autoridades civis e militares.

A AFA é a Instituição de ensino superior do Comando da Aeronáutica e, desde a sua criação, já formou mais de 10 mil oficiais brasileiros e também das Nações Amigas. Neste ano, a AFA formou 103 cadetes aviadores, 40 cadetes intendentes e 24 cadetes de infantaria da aeronáutica; e, ainda, dois cadetes da Força Aérea Peruana e um cadete da Força Aérea Boliviana.

Na formatura, os militares entregaram o espadim, que simboliza o fim da condição de cadete, e receberam a espada de Oficial, que coroa a vitória dos jovens que se dedicaram a uma exigente rotina. Durante a entrega, as aeronaves de instrução T-27 Tucano, pilotadas por instrutores de voo da AFA que acompanharam os cadetes em sua formação, realizaram um voo em homenagem à Turma Mihos. A cerimônia foi encerrada com o tradicional grito de guerra e uma apresentação da Esquadrilha da Fumaça. Os novos Aspirantes a Oficial atuarão em Organizações Militares da FAB por todo o PaísNa solenidade, o Ministro da Defesa, Walter Souza Braga Netto, parabenizou os formandos. “Hoje se encerra mais um ciclo na jornada dos senhores e senhoras, jovens militares que optaram por devotar sua vida à nobre missão de defender a Pátria. Essa conquista simboliza a criação de laços de pertencimento ao Oficialato da Força Aérea Brasileira”, destacou.

Em seu discurso, o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro Baptista Junior, reforçou o compromisso assumido pelos novos Oficiais da FAB. “Nesta manhã, unidos pelo mesmo ideal, as senhoras e os senhores assumem perante o Comandante Supremo das Forças Armadas e diante de toda a Nação, representada pelo seu magno símbolo, o compromisso de dar continuidade à missão de manter a soberania do espaço aéreo e integrar o território nacional com vistas à defesa da Pátria”, pontuou o Oficial-General.

Emocionados, os primeiros colocados da turma comentaram sobre a conquista do novo ciclo na carreira militar. “É uma mistura de sentimentos, um tanto de saudade por tudo que passamos aqui por todos esses anos se esforçando e se empenhando, para chegar até esse momento; mas também empolgação por todas as funções que vamos começar a exercer nas nossas localidades”, expressou o Aspirante a Oficial Henrique Fellipeto Silva, primeiro colocado no Curso de Formação de Oficiais Aviadores.

“Passa um filme na nossa cabeça nesse momento. O sentimento é um misto de felicidade e gratidão”, sintetizou o Aspirante a Oficial Mailon Figueiredo da Silva, primeiro colocado no Curso de Formação de Oficiais de Infantaria.

A Aspirante a Oficial Ingrid Lima Santos, primeira colocada no Curso de Formação de Oficiais Intendentes, revela também que a formatura é uma mistura de sentimentos. “Por um lado, as lembranças de todos os momentos que passei aqui e, por outro, a ansiedade do que há por vir”, salienta.

AFA – Academia da Força Aérea

A Academia da Força Aérea tem como missão formar Oficiais de Carreira da Aeronáutica dos Quadros de Aviação, Intendência e de Infantaria. O objetivo é desenvolver em cada cadete os atributos militares, intelectuais e profissionais, além dos padrões éticos, morais, cívicos e sociais, obtendo-se, ao final do processo, Oficiais em condições de se tornarem líderes de uma moderna Força Aérea.

A formação dos Oficiais tem duração de quatro anos. Na conclusão do curso, tornam-se Bacharéis em Administração, com ênfase em Administração Pública e Bacharéis na especialidade escolhida no ingresso: Ciências Aeronáuticas, com habilitação em Aviação Militar; Ciências da Logística, com habilitação em Intendência da Aeronáutica; ou Ciências Militares, com habilitação em Infantaria da Aeronáutica.