NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


MINISTÉRIO DA DEFESA


Militares reforçam cuidados de saúde a indígenas do Vale do Javari, no Amazonas


Da Redação | Publicada em 19/06/2020 19:40

A equipe de 23 militares profissionais de Saúde das Forças Armadas que reforçam o atendimento médico na região do Vale do Javari, no interior do Estado do Amazonas, foi dividida em dois grupos para melhor atender os pacientes. Um grupo foi para Atalaia do Norte, enquanto outro seguiu para a região onde fica o Pelotão Especial de Fronteira de Palmeiras do Javari.

A missão, que partiu de Brasília na quarta-feira (17), deu início aos atendimentos na quinta-feira (18). Com o acompanhamento de profissionais de enfermagem do Distrito Especial de Saúde Indígena (DSEI) do Vale do Javari, os militares de saúde que se deslocaram para Atalaia do Norte atenderam a população em quatro pontos: na Unidade Básica de Saúde Dona Joana, nas Escolas Estaduais Carmosina Baima e Pio Veiga, além de um posto específico para receber indígenas, o Univaja.

A Coronel Lucia, médica da Aeronáutica, liderou a equipe em Atalaia do Norte. Ao fim do dia, somaram 122 atendimentos. "Unimos forças com os profissionais de saúde do município de Atalaia do Norte e do Estado do Amazonas, nesta missão conjunta dos Ministérios da Defesa e da Saúde, com a finalidade de estreitar o enfrentamento municipal à pandemia de Covid-19 e proporcionar atendimento médico nas diferentes especialidades. O diferencial dessa missão é a proposta de atender a população indígena do Vale do Javari", destacou. A médica acrescentou que apenas um paciente foi encaminhado ao hospital, com sintomas moderados da Covid-19.

Palmeiras do Javari

Acompanhados por representantes da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), a outra parte da equipe prestou assistência às comunidades indígenas e não indígenas, situadas próximas ao Pelotão Especial de Fronteira (PEF) de Palmeiras do Javari. Esse Pelotão está subordinado ao Comando de Fronteira Solimões / 8º Batalhão de Infantaria de Selva. No local, foram realizados 59 atendimentos e consultas médicas nas especialidades de ginecologia, pediatria, ortopedia e clínica geral.

Uma das atendidas, Maria Vieira da Costa, 75 anos, contou que, para ter acesso a uma consulta médica, precisa ir para Atalaia do Norte ou Tabatinga, a uma distância de sete dias de barco. “Essa visita é muito boa para todos nós, porque o atendimento especializado aqui é muito difícil”.

Na parte da tarde, a equipe de saúde seguiu para a aldeia Cruzeirinho, às margens do rio Javari. Nessa comunidade, vivem 32 famílias de indígenas da etnia Mayuruna. Lá, foram atendidos cerca de 19 indígenas, principalmente crianças.

O líder da aldeia, Bene Bene Mayuruna, falou que muitos indígenas foram para a roça de cultivo de mandioca para se isolarem e evitar, assim, o contato com a comunidade ribeirinha ou com pescadores da região.

Conforme o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde de 18 de junho há, atualmente, entre os indígenas do Vale do Javari, somente dois casos de infectados e nenhum óbito. Dos 42 casos que surgiram na área, 40 já tiveram cura clínica.

Área indígena

A região do Vale do Javari é a segunda maior área indígena do Brasil, localizada nos municípios de Atalaia do Norte e Guajará, no oeste do Estado do Amazonas. A região possui população aproximada de 7 mil indígenas de sete etnias diferentes, que vivem em uma área de 85.445 km². 

A operação interministerial das pastas da Defesa e da Saúde, além dos 23 profissionais, transportou 70 mil itens de proteção individual e insumos médicos para reforçar a assistência à saúde e o enfrentamento à Covid-19 entre os indígenas. Os materiais foram destinados ao Hospital Municipal de Atalaia do Norte, que é referência de atendimento em toda a região do Vale do Javari, e ao Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), Vale do Javari, para atendimento nas aldeias. A missão prossegue até domingo (21), com atendimentos e assistência médica na região.

Operação COVID-19

O Ministério da Defesa ativou, em 20 de março, o Centro de Operações Conjuntas, para atuar na coordenação e no planejamento do emprego das Forças Armadas no combate à COVID-19. Nesse contexto, foram ativados dez Comandos Conjuntos, que cobrem todo o território nacional, além do Comando Aeroespacial (COMAE), de funcionamento permanente. A iniciativa integra o esforço do governo federal no enfrentamento à pandemia que recebeu o nome de Operação COVID-19.

PORTAL DEFESANET


Mais 6,1 toneladas de equipamentos são transportadas pela FAB

Aeronave C-130 decolou do Rio de Janeiro com Equipamentos de Proteção de Individual (EPI’s) para combate à pandemia em Roraima

Agencia Força Aérea | Publicada em 19/06/2020 15:10

Uma aeronave C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB) realizou, nesta terça-feira (16), missão de Transporte Aéreo Logístico em apoio à Operação COVID-19. O avião, pertencente ao Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1°/1° GT) – Esquadrão Gordo, transportou 6,1 toneladas de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

O FAB 2477 decolou da Ala 11 - Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), às 12h10 e pousou na Ala 7 – Base Aérea de Boa Vista, às 19h20 (horário de Brasília). Os materiais transportados – álcool em gel, aventais, máscaras (cirúrgica, face shield e N95), óculos, toucas, respiradores e válvulas – serão utilizados para o enfrentamento e atendimento dos pacientes infectados pelo novo Coronavírus na região. 

O Comandante do C-130, Capitão Aviador Guilherme Guimarães Neto, disse que cumpre com satisfação a missão. “Sempre que somos acionados, nos dedicamos para cumprir com máxima eficiência. Estamos empenhados na continuidade da nossa missão”, declarou.

O Sargento Phelipe Cordeiro Pedrosa, que exerce a função de loadmaster (mestre de cargas) na aeronave, ressaltou que se sente honrado em pertencer ao Esquadrão. “Cumprimos com êxito mais essa missão de combate ao novo Coronavírus e estamos sempre de prontidão”, completou.

Operação COVID-19

A Operação COVID-19, coordenada pelo Ministério da Defesa, mobiliza militares por todo o Brasil. Homens e mulheres das Forças Armadas atuam no enfrentamento à pandemia do novo Coronavírus, em apoio à população. As ações envolvem descontaminação de espaços públicos, doações de sangue, transporte de medicamentos e equipamentos de saúde, distribuição de kits de alimentos para pessoas de baixa renda, entre outras.

Na execução dessas atividades, os militares atuam organizados em 10 Comandos Conjuntos que cobrem todo o território nacional, bem como no Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE). Esses Comandos reúnem militares das três Forças (Marinha, Exército e Aeronáutica), que desenvolvem esforços no cumprimento das missões.

AEROFLAP


Primeira turma de pilotos do KC-390 Millennium encerra curso de formação


Agência Força Aérea | Publicada em 19/06/2020 10:42

Os 12 primeiros pilotos da nova aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), o KC-390 Millennium, pertencente ao Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1° GTT) – Esquadrão Zeus, sediado em Anápolis (GO), concluíram nessa terça-feira (16), o curso de formação na aeronave. Com isso, estão aptos a realizarem missões operacionais de Transporte Aéreo Logístico.

A fase inicial do curso aconteceu em 2019 na sede da Embraer, localizada em Eugênio de Melo, distrito de São José dos Campos (SP). As três primeiras semanas, chamadas de Ground School (curso teórico da aeronave), foram seguidas de uma semana no simulador de voo da Embraer. O simulador recria as leis de controle do avião e permite que os pilotos se adaptem aos comandos de voo do tipo fly-by-wire. Encerrando a primeira fase, os pilotos voltaram para a Ala 2 – Base Aérea de Anápolis (GO) para iniciarem os voos de formação.

A fase de voos foram divididas em duas partes: EBFT (Extended Basic Fly Training), em que os pilotos realizam o treinamento de voo básico na aeronave, e o ALST (Aero Logistic Supervision Training), realizando missões de voos logísticos, onde operaram em diversas localidades e transportaram diferentes tipos de cargas, muitas delas em apoio à Operação COVID-19. Nas duas fases do treinamento, os pilotos do 1° GTT voaram com instrutores da Embraer.

O Comandante do 1° GTT, um dos pilotos formados, Tenente-Coronel Aviador Luiz Fernando Rezende Ferraz, ressalta a operacionalidade que a Força Aérea ganha com a formação, uma vez que são os primeiros 12 pilotos militares operacionais de KC-390 no mundo. “Saímos da esfera de treinamento e passamos para o emprego militar da aeronave, o que nos permitirá explorar cada vez mais as suas capacidades. É um salto muito importante não só para o projeto desenvolvido pela Embraer, como também para a FAB e para o Brasil”, disse.

Novidade para a maioria dos pilotos foi a transição de voar aviões a hélice para aviões a jato. “A adaptação, porém, não foi difícil. Nossa maior surpresa foi a superfície de comando, as leis de controle do KC-390, o comando fly-by-wire, que é diferente do que todos os 12 pilotos já voavam antes”, comentou o Major Aviador Rafael Portella Santos, um dos pilotos formados no KC-390, salientando que houve um esforço conjunto da FAB e da Embraer para que o curso acontecesse da melhor forma possível.

Os pilotos que participaram desta etapa são experientes, oriundos de diferentes Esquadrões e voaram projetos como E/R-99, C-130, C-105 e P-3.

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL SURGIU - Hospital Municipal de Araguaína tem primeira captação de órgãos para transplante


Marcelo Martin E Ascom Isac | Publicada em 19/06/2020 17:36

Araguaína teve a primeira captação de órgãos do Hospital Municipal Eduardo Medrado (HMEM), na noite dessa quinta-feira, 19. O procedimento foi realizado por profissionais do Instituto Saúde e Cidadania (ISAC), que administra a unidade para Prefeitura, e também por especialistas do Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) vindas de Brasília.

A doadora é uma menina de sete anos e um dos motivos que ajudou na aceitação da família foi o sonho da criança em doar seus cabelos para outras meninas que têm tratamento contra o câncer. “Ela era muito bondosa, estava sempre querendo dividir as coisas e por isso nós aceitamos, primeiro a mãe do que eu”, lembrou o pai.

Acolhimento familiar

A morte cerebral da menina foi constatada na última quarta-feira, 17, por decorrência de hemorragia cerebral ocasionada por um câncer. A confirmação foi feita por dois médicos e comprovada por exames complementares. Após o diagnóstico, a família da criança foi orientada e comunicada sobre a possibilidade da doação de órgãos. Um trabalho que envolveu um acompanhamento minucioso do hospital.

“Nós, da assistência social, tivemos o papel de acolher, orientar e realizar uma entrevista social com todos os familiares da paciente. É um momento em que eles precisam de acolhimento, mesmo tendo consciência que esse gesto pode salvar a vida de outras crianças”, disse Marleide Teodoro, assistente social do HMEM,

Para o pai, o importante é ajudar outras pessoas mesmo nesse momento difícil. “Nós não queremos que outras famílias sofram o que nós estamos sofrendo. Queremos que elas tenham alegria, amor e vivam muitos anos com a mesma alegria da nossa filha”.

A captação

Um avião da Força Aérea Brasileira pousou no aeroporto de Araguaína no início da noite de quinta e trouxe três profissionais, que participaram da captação: a médica cirurgiã Ana Virginia Figueira, enfermeira Jéssica Lima e a técnica de enfermagem Débora Almeida.

O procedimento realizado no Hospital Municipal Eduardo Medrado durou cerca de quatro horas e captou o fígado e as córneas. Os órgãos captados serão destinados a pacientes na espera por transplante segundo critérios da Central Nacional de Regulação e foram transportados na madrugada desta sexta-feira, 19.

“Foi um processo bem sério, que teve acompanhamento em todas as fases. No procedimento, que durou cerca de quatro horas, foram captados o fígado e as córneas. Essa foi a primeira captação de órgãos em crianças em Araguaína e envolveu um trabalho multidisciplinar”, enfatizou Márcio Miranda, diretor técnico do HMEM.

BARBACENA ONLINE - Hospitais de Barbacena e região recebem doações de protetores faciais


Por Redação | Publicada em 19/06/2020 19:30

Mais de mil protetores faciais foram entregues, nesta sexta-feira (19), pela Guarnição de Aeronáutica de Barbacena (GUARNAE-BQ) aos hospitais Santa Casa de Misericórdia e no Hospital Policlínica e Maternidade (IMAIP), em Barbacena. Também foram destinadas algumas unidades aos hospitais da região para reforçar a segurança dos profissionais da saúde que estão na linha de frente no combate a pandemia do novo Coronavírus. 

O protetor, chamado de “Face Shield”, foi desenvolvido por um grupo de trabalho do Grupamento de Apoio de Barbacena (GAP-BQ). “Estes equipamentos de proteção individual (EPI), principalmente os protetores faciais, aumentam a segurança de toda a equipe assistencial, médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, pois juntamente às máscaras, são os equipamentos mais seguros que trabalhamos para evitar a contaminação”, afirmou o Diretor Clínico  do IMAIP, Celso Campos.

De acordo com o Comandante da GUARNAE-BQ, Brigadeiro do Ar Paulo Ricardo da Silva Mendes, a Força Aérea Brasileira (FAB) está intensificando cada vez mais o vínculo de cooperação entre a Escola e a cidade, procurando ajudar na proteção dos profissionais de saúde barbacenenses e da região que atuam no enfrentamento da pandemia. “Os laços de cooperação sempre aconteceram de maneira natural nestes 71 anos de existência da EPCAR com a sociedade barbacenense, portanto, como estamos todos juntos para superarmos essa crise, fazemos esta doação com a intenção de dar o suporte necessário aos estabelecimentos de saúde para o combate da Covid-19, e, com isso, seremos todos beneficiados”, finalizou.

GOV.BR - Profissionais da Saúde embarcam para missão em comunidades indígenas na Região Norte

Voo também leva 70 mil itens de proteção individual e insumos médicos

Por Redação | Publicada em 19/06/2020 16:12

O Ministério da Defesa, em conjunto com o Ministério da Saúde, realiza uma série de ações para apoiar as comunidades indígenas neste período de pandemia do novo coronavírus. Na última quarta-feira (17), partiu mais uma aeronave da Força Aérea Brasileira rumo à Região Amazônica. A bordo, 23 profissionais de saúde das Forças Armadas, além de 70 mil itens de proteção individual e insumos médicos.

O destino é o município de Atalaia do Norte, no Amazonas, que abrange grande parte da região do Vale do Javari, segunda maior área indígena do Brasil. São 85.445 km², onde vivem cerca de 7 mil indígenas, de sete etnias diferentes. São elas: Marubo, Matis, Mayoruna (Matsés), Kulina (Pano), Kanamari (Tukuna), Korubo e Tsohom-Dyapa.

A equipe de saúde das Forças Armadas se juntará aos profissionais da Secretária Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde, que já atendem comunidades do Vale do Javari. São dez médicos, um de cada uma das seguintes especialidades: obstetrícia, endocrinologia, cirurgia geral, ginecologia, gastroenterologia, anestesia, ortopedia e mais três clínicos. O grupo ainda é composto por uma farmacêutica, três enfermeiros e nove técnicos de enfermagem.

O secretário de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa, Manoel Luiz Narvaz Pafiadache, destaca que a ação faz parte de amplo trabalho realizado pelo Ministério da Defesa, com o apoio das Forças Armadas, em parceria com o Ministério da Saúde, para levar assistência às comunidades indígenas.

“Apoiamos e cuidamos da população que se encontra em localidades de difícil acesso, e nela se incluem muitos indígenas. Graças ao trabalho das Forças Armadas, em conjunto com outros Ministérios e Órgãos. Já levamos médicos e insumos para as regiões do Alto Rio Negro e do Alto Solimões. A intenção, agora, é continuar trabalhando de forma ininterrupta para minimizar os efeitos da Covid-19 nessas áreas”, disse o secretário.

Tenente Pádua, médico que atua no Hospital Naval de Brasília, é um dos integrantes da missão. Ele, que já teve a experiência de participar de outras operações no Amazonas, em navios de assistência hospitalar da Marinha, disse que gostou muito da experiência de levar apoio a quem precisa e viu, agora, a oportunidade de repetir o feito.

“É muito gratificante para quem é médico, poder atuar em áreas remotas com realidades diferentes, com outro tipo de vivência e de cultura. É sempre um aprendizado. A gente ganha mais do que leva. Para mim, é uma honra fazer parte desse grupo e espero levar saúde a nossos irmãos que estão mais afastados, carentes de assistência. Que possamos cumprir uma boa missão!”, desejou o Tenente.

A Capitão Fernanda Dalcolmo, ginecologista do Hospital das Forças Armadas de Brasília, não escondia a satisfação em participar da ação. “As Forças Armadas estão sempre prontas para ajudar onde quer que seja. E nesse momento, é preciso levar auxílio às comunidades remotas da região do Amazonas, que já tem dificuldades e estão sofrendo nessa época de pandemia. Somos voluntárias e missão dada é missão cumprida”, disse ela.

No mesmo voo também seguem cerca de 30 mil máscaras cirúrgicas, 16 mil toucas, 12 mil aventais descartáveis, 400 unidades de máscaras N95, 3 mil aventais impermeáveis, 540 unidades de álcool etílico 70%, 1.320 unidades de testes rápidos para Covid-19, 300 protetores faciais, 500 unidades de macacões de proteção e diversos medicamentos, além de 16 ventiladores pulmonares.

Os materiais, que totalizam 70 mil itens, serão destinados ao Hospital Municipal de Atalaia do Norte, que é referência de atendimento em toda a região do Vale do Javari, e ao Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Vale do Javari, para atendimento nas aldeias.

O Secretário Especial de Saúde Indígena (Sesai), Robson Santos da Silva, também embarcou na missão para acompanhar as ações no interior do Amazonas.

"Mais uma vez, Ministério da Saúde e Ministério da Defesa estão partindo para atender a população indígena e não indígena. Hoje, estamos nos dirigindo ao Vale do Javari, com uma equipe de profissionais, levando tudo aquilo que é necessário para o atendimento. A ideia é levar aos irmãos brasileiros de toda aquela região o nosso apoio. Nos deteremos nas questões dos indígenas que se encontram em área urbana; não teremos contato com indígenas isolados. O objetivo é atender aquelas comunidades onde, eventualmente, já tenha a presença do vírus”, explicou Robson.

Antes do embarque, visando à segurança das comunidades indígenas, uma equipe de Saúde do Hospital das Forças Armadas de Brasília (HFA) realizou inspeções sanitárias e testes para a certificação da ausência de qualquer sintoma da Covid-19 entre os integrantes da missão. Além disso, foi exigida a apresentação de teste de RT-PCR negativo para a doença.

Profissionais da imprensa nacional e internacional também acompanham essa missão interministerial de apoio aos povos indígenas do Vale do Javari. A previsão de retorno é na segunda-feira (22).