NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Reforma da Previdência não é uma escolha, diz Meirelles

Segundo o ministro da Fazenda, sem as mudanças na aposentadoria, despesas do governo chegariam a 25% do PIB em dez anos; substitutivo do relatório deve ser apresentado no final da próxima semana

Por Idiana Tomazelli

PORTO ALEGRE - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, fez forte defesa da agenda de reformas econômicas com o argumento de que, se o ajuste for feito, o Brasil poderá "ter crescimento estupendo" da economia. Em meio ao esforço do governo para tentar manter a agenda de reforma da Previdência, o ministro defendeu que a mudança de regras para a aposentadoria "não é uma escolha".

"A consequência da reforma da Previdência será sustentabilidade fiscal. A reforma da Previdência não é escolha, é questão de sustentabilidade", disse em evento na capital gaúcha. "Não há dúvida de que, para sustentar o crescimento, é fundamental a reforma da Previdência. No ritmo atual, as despesas do governo chegariam a 25% do PIB em dez anos", disse, ao comentar o peso dos gastos previdenciários para o Estado.

O ministro defendeu que "não é possível financiar isso com aumento da tributação". "Se fôssemos elevar a tributação, teria que ter aumento equivalente a 5 pontos do PIB", comentou, ao citar o aumento de gastos.

Além disso, ele também afirmou que a nova versão do texto da reforma, com propostas mais enxutas, deve ser apresentada até o fim da próxima semana. Meirelles destacou, porém, que é importante que essa nova emenda aglutinativa garanta pontos suficientes para se ter uma economia "substancialmente superior a 50% da proposta original".

A primeira versão da reforma da Previdência garantia uma economia de aproximadamente R$ 800 bilhões em 10 anos. Já o substitutivo aprovado na comissão especial garante 75% disso, ou R$ 600 bilhões no período.

O ministro ressaltou que os 50% mencionados não são um mínimo aceitável pelo governo. "Eu disse substancialmente maior que isso. Por que eu não disse que é 65%, 67%? Porque a decisão final é do Congresso. Se cravar um número, digamos 64% (da economia original), e sair 62%, aí vão dizer que governo perdeu. Não, não perdeu. O importante é que seja reforma substancial", afirmou.

Meirelles afirmou também que a área econômica defende a aprovação do relatório da comissão especial, mas admitiu que é preciso observar as sugestões de lideranças políticas para se chegar a um texto que pode ser de fato aprovado. As flexibilizações são consideradas o caminho para obter o apoio necessário para a aprovação da reforma da Previdência.

Diante dessas novas articulações, Meirelles afirmou que o governo tem sim apoio político para aprovar a reforma e lembrou que a atual gestão já aprovou outras medidas estruturais. "Ritmo de aprovação de reformas é um dos mais altos da história", disse o ministro. "A chance de aprovação da reforma da Previdência é elevada", acrescentou.

Diante desse quadro, Meirelles fez forte defesa da reforma da Previdência e disse que, com a mudança, a economia voltará a crescer com mais força. "Com tamanho menor do Estado e reformas, teremos crescimento potencial acima de 3,5% ou 4%", disse. "As reformas são fundamentais e podem influenciar nas próximas décadas".

Além da Previdência, Meirelles exaltou outras iniciativas para ajustar a economia, com a reforma trabalhista que começa a vigorar amanhã, a criação da Taxa de Longo Prazo (TLP) e a reforma do ensino médio.

Retomada

Enquanto luta para tentar avançar com a reforma no Congresso, o ministro da Fazenda ressaltou nesta sexta-feira que, a despeito das dúvidas e críticas iniciais, o caminho tomado até agora para a retomada da economia está correto. "Questionava-se se o caminho para sair da recessão estava correto e isso foi superado. O pior já passou, não há dúvida que estamos no caminho de crescimento sustentável", disse em evento na capital gaúcha.

Meirelles defendeu que a política econômica centrada no equilíbrio fiscal é "o caminho para o País". Com o argumento de que a recente recessão brasileiras foi gerada pela deterioração da situação fiscal, o ministro defendeu que a criação do teto de gastos públicos é uma "medida central e fundamental na recuperação da economia". O teto de gastos foi a primeira grande mudança adotada pela equipe de Meirelles.

Para o ministro, a questão fiscal nunca havia sido de fato enfrentada pelos governantes brasileiros. Por isso, o problema das contas públicas voltou a aparecer nos últimos anos. Com a agenda de ajustes defendida pelo ministro, a situação começa a melhorar e o Meirelles citou como exemplo a recente tendência de queda do desemprego.

 

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Novo texto da reforma da Previdência só deve sair depois do dia 20


Por Raphael Di Cunto E Marcelo Ribeiro

BRASÍLIA - O novo texto da reforma da Previdência só ficará pronto após, pelo menos, o dia 20 de novembro. O relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA), retornou nesta sexta-feira para Brasília, mas não tem reuniões para tratar do assunto e embarca para uma missão oficial fora do país no fim da tarde.

Na próxima semana não haverá sessões deliberativas na Câmara, por conta do feriado na quarta-feira. O relator foi aconselhado a aguardar as reuniões dos partidos da base aliada, que devem ocorrer na semana do dia 20, para elaborar o novo texto. O governo pediu aos líderes partidários que vejam se as concessões feitas serão suficientes para angariar apoio ao projeto.

Havia expectativa de que Arthur Maia já divulgasse o novo texto, com mais concessões, nesta sexta-feira, mas, segundo informou à sua assessoria, não haverá divulgação nem reunião para tratar do assunto hoje. A nova proposta ainda está em elaboração e deve focar, principalmente, numa idade mínima para aposentadoria e unificação dos regimes dos servidores públicos com regras iguais aos da iniciativa privada.

  

PORTAL G-1


Avião cai na cidade de Goiás, e passageiros sobrevivem

Segundo o Corpo de Bombeiros, piloto e mais três ocupantes estavam na aeronave e sofreram ferimentos leves. Avião pegou fogo após a queda.

Por Paula Resende, G1 Go

Um avião caiu na tarde desta sexta-feira (10) na cidade de Goiás, localizada na região central do estado. Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro homens estavam na aeronave e sobreviveram.

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que o avião saiu de Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, em direção a Anápolis, em Goiás. Porém, caiu antes de chegar ao destino, por volta das 14h30. De acordo com os bombeiros, a queda aconteceu a cerca de 2 quilômetros do aeroporto da cidade de Goiás.

Logo após os ocupantes saírem do avião, ele pegou fogo. A equipe do Corpo de Bombeiros que foi ao local já controlou as chamas.

A assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros explicou ainda que o piloto e os passageiros estavam conscientes. Apesar de não terem sofrido ferimentos graves aparentes, os ocupantes foram levados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para um hospital da cidade para verificação.

Os nomes dos ocupantes ainda não foram informados.

Aeronave com registro nos EUA

O Corpo de Bombeiros informou que a aeronave é do modelo Kodiak 100. A FAB explicou que a matrícula do avião é norte-americana: N154KQ. Apesar de ser registrada no exterior, a aeronave tinha autorização de voo e sobrevoo no Brasil até o dia 16 de novembro, segundo informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

De acordo com a FAB, o avião seguia o plano de voo previsto. Uma equipe do órgão vai se deslocar até a cidade de Goiás para apurar as causas do acidente.

No site da Federal Aviation Administration (FAA), entidade que regula a aviação nos Estados Unidos, consta que o avião tem registro válido até agosto de 2019.

 

Estudantes do Acre criam foguete de plástico que atinge mais 150 metros de distância

Experimento foi apresentado na Mostra Brasileira de Foguetes, que ocorreu no Rio de Janeiro. Ano que vem grupo quer superar melhor média, que foi de 261 metros

Foram vários meses de testes ao ar livre e correções da estrutura no laboratório até os estudantes chegarem ao modelo que alcançasse mais de 120 metros – a distância necessária pra equipe ficar no grupo de campeões da Mostra Brasileira de Foguetes.

“A gente ia para escola todos os dias, até aos sábados e domingos, foram muitos testes”, conta a estudante Luana Dalla, participante do grupo.

A recompensa de todo o esforço veio. Com a estrutura toda de plástico, eles conseguiram um lançamento ainda mais longo.

O foguete desse trio alcançou 153 metros – 16ª melhor marca da Mostra Brasileira de Foguetes, que ocorreu no Rio de Janeiro. E isso os colocou no grupo de campeões do evento nacional.

“O que mais vai influenciar no bom resultado, além de uma boa pressão obtida com os reagentes, vai ser uma boa aerodinâmica do foguete. O peso está bem balanceado, as asas estarem boas e adequadas para que ele consiga uma boa trajetória, um bom voo e, consequentemente, um bom alcance”, destaca.

Agora eles exibem o troféu e também as lembranças de todos os momentos que viveram na mostra. Teve até foto autografada com o astronauta brasileiro, o tenente-coronel da Força Aérea, Marcos Pontes.

“Foi muito bom, foram várias experiências e troca de conhecimento. Foi tão bom que a gente pretende voltar o ano que vem”, revela a estudante Mirian Andrade.

Não é à toa que eles continuam mergulhados no projeto e querem superar a melhor marca registrada esse ano, que foi de 261 metros.

O professor de física que coordena o projeto, Cleyton Assim, se diz contente em ver o ânimo dos alunos com a experiência. Ele destaca ainda que esses trabalhos fazem com que os alunos absorvam vários conteúdos.

“A física relacionada a lançamentos oblíquos, a própria mecânica, cinemática e um pouco de química”, pontua.

O lançamento é feito com 100 gramas de bicarbonato de sódio e 750 ML de vinagre que são colocados dentro do foguete.

 

AGÊNCIA BRASIL


Busca a desaparecidos no naufrágio de barco em Angra dos Reis é retomada


Por Cristina Indio Do Brasil

Prosseguem, em Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense, as buscas pelas cinco pessoas que desapareceram no naufrágio da embarcação pesqueira Nossa Senhora do Carmo I. Até agora, não há notícia de que algum deles tenha sido encontrado. As buscas, que tinham sido interrompidas no início da noite de ontem (9), foram retomadas no amanhecer desta sexta-feira (10).

Segundo o Comando do 1º Distrito Naval, os trabalhos estão sendo feitos com apoio do navio-patrulha Macaé, com o uso de radares e aeronaves da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira.

Das 23 pessoas que estavam na embarcação no momento do naufrágio, 18 foram resgatadas pelo barco pesqueiro Costa Amêndola. Todas foram levadas até um porto em Niterói, na região metropolitana do Rio. Ao chegar, receberam atendimento de uma equipe da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro. “Os resgatados estavam bem de saúde, apenas com ferimentos leves, e foram atendidos por ambulâncias do Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que estavam no local do desembarque”, informou, em nota, Conforme o 1º Distrito Naval.

O 1º Distrito Naval afirmou que as causas e responsabilidades do naufrágio na noite de quarta-feira (8) serão apuradas em Inquérito instaurado pela Marinha do Brasil.

 

 

AGÊNCIA SENADO


CRE debate a insegurança no mundo nesta segunda


Da Redação

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) se reúne na próxima segunda-feira (13), às 18h, para mais uma audiência pública do ciclo de debates O Brasil e a Ordem Internacional: estender pontes ou erguer barreiras?. O tema será o aumento da insegurança internacional: desafios e oportunidades. O requerimento é do presidente da CRE, senador Fernando Collor (PTC-AL).

Foram convidados para o painel o general José Eustáquio Nogueira Guimarães, diretor do Centro de Estudos Estratégicos da Escola Superior de Guerra; o embaixador Nelson Antônio Tabajara de Oliveira, diretor do Departamento de Assuntos de Defesa e Segurança do Ministério das Relações Exteriores; e Eduardo Marson Ferreira, presidente da Fundação Ezute, uma organização que oferece soluções em tecnologia e gestão. Eles devem abordar temas como: a iniciativa norte-americana de pressionar os países membros da Otan para elevarem os gastos de defesa para 2% do PIB e as oportunidades para a indústria de defesa brasileira.

COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR

Participe:
http://bit.ly/audienciainterativa
Portal e-Cidadania:
www.senado.gov.br/ecidadania
Alô Senado (0800-612211) 

 

JORNAL A CRÍTICA (AM)


Secretaria de Aviação faz mutirão para regularizar 20 aeroportos do interior do AM

Aeroportos estão impedidos de realizar pousos e decolagens até mesmo nos casos emergenciais como transportes de pacientes com risco de morte

Antônio Paulo - Brasília (df)

A Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), ligada ao Ministério dos Transportes, vai realizar um mutirão para regularizar e dotar de segurança mínima pelo menos 20 pequenos aeroportos no interior do Amazonas que estão impedidos de realizar pousos e decolagens até mesmo nos casos emergenciais como transportes de pacientes com risco de morte. E é o próprio secretário da SAC, Dario Lopes, quem vai comandar o “ajuri” da aviação civil a partir da primeira semana de dezembro quando irá pessoalmente fazer visitas in loco em alguns municípios.

Essas medidas foram tomadas em uma reunião realizada ontem à tarde na Secretaria de Aviação Civil, com a presença de 12 prefeitos e os deputados federais Alfredo Nascimento (PR-AM), Átila Lins (PSD-AM) e Silas Câmara (PRB-AM).

“Meu compromisso com a bancada parlamentar do Amazonas e com os prefeitos municipais é fazer ao longo dessas três semanas, antes da minha visita ao Estado, o levantamento das necessidades fundamentais em termos de segurança, preservação do patrimônio, a elaboração de documento de trabalho conjunto entre a SAC e a Associação Amazonense de Municípios (AAM) para dar apoio técnico, preparar toda a documentação necessária para regularização das diversas pistas. Vamos arrumar as cercas que circundam os aeroportos, fazer a sinalização adequada e ajudar nos projetos”, explicou Dario Lopes.

Segundo o secretário, a prioridade é a regularização das pistas e depois a SAC vai verificar o caso de cada aeroporto, fazer os investimentos para atrair novas linhas aéreas, aumenta a capilaridade e acessibilidade na região.

Recursos

O secretário nacional de Aviação Civil mencionou dois aeroportos no Amazonas que estão em processo avançado de reestruturação: Coari e Lábrea que já firmaram contrato com o Comando da Aeronáutica (Comara) em projetos no valor de R$ 15 milhões. Os aeroportos de Boca do Acre e Maraã também na lista dos que vão receber recursos para reforma e melhoria na pista. O deputado Átila Lins citou ainda o aeroporto de Envira que acaba de ter a sua regularização definida e já incluído na rota dos Correios.

Dario Lopes garantiu, no entanto, que os demais aeroportos do Estado vão receber serviços emergenciais de segurança e regularização das pistas, mas os recursos deverão ser disponibilizados por órgão do governo do Estado ou pelo Comando da Aeronáutica visto que não podem receber recursos federais diretamente por não alcançar o PIB mínimo previsto na legislação em torno de R$ 1 bilhão.

Promessa antiga

Em 2010, no governo da presidente Dilma Roussefff, o então ministro Eliseu Padilha prometeu reformar 18 aeroportos e construir sete novas unidades. Dos 25 aeroportos, somente três estão sendo recuperados (Boca do Acre, Coari e Lábrea) e apenas um foi construído (Maraã).

Empresa aérea multada em R$ 80 mil

Por falta de regularização da pista, em maio deste ano, uma empresa aérea foi multada em R$ 80 mil por ter pousado irregularmente no Município de Nova Olinda do Norte. “A empresa foi chamada para fazer resgate aeromédico de um paciente que necessidade de remoção sob risco de morte. O avião pousou e o radar do Comando Aéreo da Amazônia verificou que o aeroporto de Nova Olinda estava fora da Rota E não poderia ter pousado. Por isso recebeu a multa. Agora, viemos aqui na Secretaria Nacional de Aviação Civil para buscar a nossa regularização, embora o aeroporto do município não tenha perdido a homologação”, contou o procurador-geral do município, Lincoln Tavares.

Para o deputado Átila Lins, essa regularização das pistas de pouso precisa ser urgente porque as aeronaves fazem plano de voo para as cidades vizinhas e pousam naquelas sem permissão. “Precisamos acabar como esse isolamento no Amazonas”, disse.

Articulador político da reunião na SAC, o deputado Alfredo Nascimento lembrou que quando foi ministro dos Transportes fez o projeto de portos fluviais que atendeu mais de 40 municípios do Amazonas. “Agora vamos fazer os investimentos em aeroportos, ampliando o acesso da população aos serviços aéreos. Todos os procedimentos burocráticos estão sendo agilizados e tudo está caminhando para que os projetos saiam do papel imediatamente”, disse Alfredo.

 

GAZETA (ES)


Grupo da Ásia quer construir hospital perto da área verde do aeroporto

Dono do terreno dentro do perímetro do Aeroporto de Vitória negocia venda para grupo construir hospital

Um grupo empresarial originado da Ásia quer construir um hospital numa área de cerca de 80 mil metros quadrados localizada no perímetro do Aeroporto de Vitória.

Essa área pertence a uma empresa particular, a Sociedade Imobiliária Aliança Ltda, e fica entre a Avenida Norte-Sul e a estação de tratamento da Cesan (apelidada de penicão). O advogado da empresa e um representante do grupo asiático estiveram com a secretária de Desenvolvimento da Cidade de Vitória, Lenise Loureiro, para perguntar se no local é permitido, de acordo com o Plano Diretor Urbano (PDU), construir um hospital.

“A Aliança, que é dona do terreno, trouxe um empresário aqui para conversar. Foi mesmo uma consulta”, diz a secretária Lenise Loureiro.

Naquele lote, é possível construir um hospital, segundo a prefeitura. O PDU libera construção de edificação com altura máxima de 19 metros.

O questionamento dos empresários à prefeitura faz parte de plano de negociação do terreno. Com a resposta positiva para a construção do hospital, as negociações poderiam continuar.

De qualquer forma, mesmo que seja um terreno particular, o lote está no perímetro do aeroporto. Para se construir ali, caso a negociação se concretize, será necessário passar pelo aval do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta).

A Infraero confirmou que foi procurada por um grupo empresarial interessado na implantação do negócio e que “está estudando/avaliando a proposta”.

O advogado Felipe Risk, representante da Aliança, confirmou a negociação com o grupo asiático. Diz que está “em fase de tratativa” e crê que ainda neste mês de novembro deva ter alguma conclusão sobre o caso.

Risk, porém, não informou se estão perto de fechar negócio, de fato. Ele acrescentou que a área já foi alvo de outras propostas, desde empresas de logística à construtora e concessionária de veículos.

Acesso para terminal aéreo só em janeiro

No canteiro de obras do novo acesso ao Aeroporto de Vitória, pela Avenida Adalberto Simão Nader, está tudo parado. Com as chuvas das últimas semanas, o cronograma de intervenções está atrasado, o que fez a previsão de conclusão saltar de dezembro para o início de 2018.

Segundo a secretária de Desenvolvimento da Cidade de Vitória, Lenise Loureiro, apesar das obras no terminal de passageiros estarem avançadas, a inauguração do Aeroporto só acontecerá com a finalização com acesso.

“As obras do complexo aeroportuário estão 94% concluídas. Porém, em função das chuvas constantes o trabalho no acesso viário tem ficado impossibilitado, o que fez ficar um pouco atrasado sim. A inauguração só será feita após finalizado o acesso, o que deve acontecer apenas no início do ano que vem”, afirma.

A obra da nova Avenida Adalberto Simão Nader é divida em duas etapas. Na primeira está prevista a construção de uma nova pista, que passará dentro da área da Infraero. Essa é de responsabilidade da empresa JL, vencedora da licitação do aeroporto.

Já na segunda fase serão realizados os trabalhos na atual avenida. Para isso, a via será fechada e o trânsito será desviado para a nova pista dentro da área do Aeroporto. Essa é de responsabilidade da prefeitura, que fará intervenções como a demarcação de via local e remoção do canteiro central.

Anteriormente, a expectativa da prefeitura era que a primeira fase fosse finalizada no início deste mês, para que a atual Avenida fosse interditada e o trânsito desviado. No entanto, a possibilidade foi descartada: hoje, metade da primeira parte ainda falta ser concluída.

De acordo com João Luiz Felix, diretor da JL Construtora, responsável pela obra, desde o início das intervenções no acesso foram registrados 90 dias de chuva. “Não estamos conseguindo trabalhar com a chuva. Se chove fica parado e precisamos de dois dias de sol para retomar os trabalhos”, explica.

A nova Avenida contará com quatro faixas em cada sentido, sendo que uma delas, no sentido Fernando Ferrari–Dante Michelini, será para o trânsito local. Também será construída uma ciclovia e serão realizadas obras de drenagem, iluminação, sinalização e urbanismo. O custo da nova via pago pela Infraero é de R$ 12,4 milhões.

 

JORNAL DIÁRIO DO NORDESTE


Pioneirismo promete fazer da Capital cearense líder no NE


 Ser o primeiro aeroporto do Nordeste a fechar parceria com um grupo aéreo para a instalação de um centro de conexão de novos voos e contar com um operador considerado de “classe A” no mercado internacional são os principais fatores que levarão o Aeroporto Internacional Pinto Martins à linha de frente da aviação brasileira, capaz de captar as melhores oportunidades da Região, com uma condição: a retomada da economia no País.

“O Aeroporto de Fortaleza sai na frente dos demais terminais sem dúvida. O fato de ser o primeiro hub oficial do Nordeste entre a Europa e o Brasil irá facilitar o desenvolvimento do Aeroporto e da Região”, declara Luis Felipe de Oliveira, o diretor executivo da Alta ( Associação de Transporte Aéreo da América Latina e do Caribe, em português). As condições em que se forjou o cenário da aviação em Fortaleza – desde a elaboração do leilão de concessão, passando pelas legislações de apoio ao setor, até os acordos com companhias aéreas – proporcionaram uma expectativa de futuro promissor no Estado reconhecida por todos os que compõem o segmento.

“Olhando para Fortaleza, a perspectiva é excelente, dado que se tem um operador ‘classe A’, internacional, e se trata do grande aeroporto do Nordeste, que está sob a mira da maior empresa aérea do Brasil para fazer um hub (Latam)”, afirma Alessandro Oliveira, pesquisador do Núcleo de Economia do Transporte Aéreo do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (Nectar-ITA). 

Para garantir o sucesso de todo esse plano, os agentes tentam antever os problemas e garantir a manutenção das expectativas. Não à toa, governo e Município aprovaram leis de benefícios fiscais para qualquer área disposta a instalar um hub na Capital e a própria Fraport conseguiu aprovação do Plano de Transferência Operacional (PTO) na Anac antes do prazo previsto – foi, inclusive, a primeira das concessionária do último leilão a ter o documento aprovado.

Competitividade

Toda a articulação indica que o Aeroporto de Fortaleza saia na frente dos demais da Região, garantindo a infraestrutura e negócios no momento em que os principais concorrentes passam por fases não favoráveis. “Entre Fortaleza e Recife, você tem esse ganho que Fortaleza vai estar na frente”, indica o pesquisador do Nectar-ITA, referindo-se ao adiamento da concessão do Aeroporto Gilberto Freire, em Pernambuco, e a consequente dificuldade do equipamento em disputar novos voos, como o ainda desejado hub da Latam para o Nordeste.

Sobre o outro concorrente nesta disputa, o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, a impressão não é tão boa. O professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) na área de transporte aéreo e aeroportos, Jorge Leal de Medeiros, comparou o terminal a algumas torres de energia eólica no Nordeste, que são eficientes, mas não tinham como transmitir a energia elétrica gerada. “Hoje em dia, chegou ao ponto que tem pessoas que vão para praias no Rio Grande do Norte, mas preferem ir por João Pessoa. Uma das coisas importantes para o aeroporto é a ligação com os modais. Transporte aéreo é por excelência multimodal”, sentencia o professor sobre a principal deficiência do aeroporto potiguar.

 

Na maré contrária a Natal e Recife, o diretor executivo da Alta destaca Fortaleza pela captação dos voos do Grupo Air France-KLM e Gol ainda no período em que a concessão não está plena – a Infraero ainda divide a administração do Aeroporto com a Fraport – e principalmente por abrir portas para conectar a Capital com a Europa e prover “a alimentação para a Gol, que tem uma aliança com a Air France-KLM, de conexões para várias cidades do Nordeste como Maceió, Recife, Salvador, Belém e Manaus”.

Retomada

No entanto, mesmo reconhecendo o sucesso do processo de concessão do Aeroporto de Fortaleza – “com ágio excelente” – “em plena crise”, o pesquisador do Nectar-ITA é categórico: “Em termos de solidez, obviamente, nós imaginamos que, no País, é um momento de transição. Todas as melhorias em termos de eficiência e qualidade de nível de serviço nesse momento são investimento para um futuro próximo, quando o País voltar a crescer e as companhias aéreas voltarem a crescer e atuarem fortemente”.

Alessandro Oliveira observa que “a expectativa é que os aeroportos privatizados sejam os primeiros a se recuperar da crise” e a crença das companhias aéreas de que um operador privado proporcione liberdade e flexibilidade às operações ajudam no momento da retomada da economia. O pesquisador acrescenta ainda que “a Infraero já tinha perdido a capacidade de investimento tanto na expansão quanto mesmo nas melhorias de qualidade”, e, “olhando a administração privada a gente vê que o negócio está sendo alavancado rumo à melhoria do nível de serviço global”. “Enfim, com a retomada do crescimento econômico o aeroporto privado que é operado por quem sabe, quem conhece o setor, tende a crescer primeiro, tende a vir a se recuperar mais rápido e daí vai gerar mais emprego rapidamente, e isso é muito interessante porque o transporte aéreo é gerador de emprego”, diz o pesquisador.

 

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL TSF RÁDIO NOTÍCIAS (PORTUGAL)


"Larguíssimas centenas de milhões" para combate aéreo aos fogos

Depois de ter decidido entregar à Força Aérea a gestão dos meios aéreos de combate aos fogos, o Governo prepara-se para investir na aquisição de novos aparelhos.

O Governo anunciou, esta sexta-feira no parlamento, a intenção de comprar aeronaves KC-390 equipadas com kit de combate a incêndios e cinco helicópteros que vão custar cinco milhões de euros cada.

O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, disse que o Governo prevê gastar "larguíssimas centenas de milhões de euros" para comprar "cinco ou seis " aeronaves KC-390 construídas pela Embraer e equipadas com kits de combate a incêndios, que devem estar operacionais a partir de 2021.

O ministro adiantou ainda que, por exigência do Estado, estes aparelhos devem estar capacitados para utilizar água e não apenas o líquido usado para combater incêndios.

O relatório de análise destes aparelhos chegou recentemente às mãos do ministro Azeredo Lopes, que o considera "um investimento enorme, sem paralelo recente no Estado português".

Outros 25 milhões de euros devem ser gastos na compra de cinco helicópteros que vão também fazer parte do dispositivo da Força Aérea para combate de incêndios.

"O custo de cada helicóptero ronda os cinco milhões de euros", adiantou o ministro.

Ouvido esta manhã, no Parlamento, Azeredo Lopes disse também que ainda está a ser estudado se compensa modernizar as aeronaves C-130 para o combate a fogos.

"Do que se trata é saber se a sua manutenção e inclusão de um kit compensa a alienação e a aquisição de meios mais adaptados", explicou o ministro da Defesa.

 

PORTAL TELESÍNTESE


Governo vai liberar dinheiro para obras da Telebras

Programa que retoma obras do PAC destina verbas para obras da Rede Privativa da Administração Pública Federal e de infraestrutura terrestre do SGDC.

O governo de Michel Temer anunciou ontem, 9, o programa “Agora, é Avançar”. A iniciativa pretende retomar obras do Programa de Aceleração do Crescimento dos governos anteriores e que haviam sido suspensas logo após o impeachment de Dilma Rousseff. A liberação de verbas inclui obras de responsabilidade do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

No setor de telecomunicações, serão retomadas as obras de construção da Rede Privativa da Administração Pública Federal (RPAPF) e de infraestrutura terrestre do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC). Ambos os projetos pertencem à Telebras.

Para a estatal concluir a RPAPF, atualmente com 58% das obras realizadas, serão investidos mais R$ 19 milhões até dezembro de 2025. Já a infraestrutura terrestre do SGDC vai custar mais R$ 247 milhões, e deverá ficar pronta até 31 de dezembro de 2019.

O “Agora, é avançar” também promete liberar dinheiro para 222 municípios que participam do programa Cidades Digitais, que prevê construção de rede de fibra óptica entre órgãos públicos. O valor total, no entanto, não foi informado.

 

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES


Brasil envia doações a vítimas de terremotos no México

Em iniciativa do governo de São Paulo e dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores, coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC/MRE), o governo brasileiro enviará, nesta segunda-feira, doação para atendimento à população do México, afetada pelos três terremotos que atingiram o país em setembro.

Entre as doações constam produtos para higiene pessoal e limpeza, colchões, cobertores e roupas. Adicionalmente, serão doados kits para padaria artesanal, para apoiar na confecção de alimentos às populações que ainda se encontram nos abrigos públicos criados para receber as vítimas da tragédia.

O avião da Força Aérea Brasileira chegará a Tuxtla Gutierrez, capital do Estado de Chiapas, às 10h30 do dia 13, horário local.

 

PORTAL FLY NEWS (ESPANHA)


SMI organiza en Madrid una jornada sobre transporte militar y reabastecimiento en vuelo

El grupo SMI organiza los próximos días 28 y 29 de noviembre en Madrid la décimo octava conferencia sobre Transporte Militar y Reabastecimiento en Vuelo.

Por Esther Apesteguía

Madrid será el escenario de la décimo octava conferencia sobre Transporte Militar y Reabastecimiento en Vuelo que organiza el grupo inglés SMI, los próximos 28 y 29 de noviembre. El evento de este año se centrará en los desarrollos actuales y futuros en los campos de transporte y reabastecimiento, en un momento donde Europa toma decisiones sobre su flota de aviones cisterna y su uso compartido en muchos casos, y está a punto de entrar en servicio el KC46 en Estados Unidos.

En el transporte militar siguen las entregas del A400M, y el incremento de su presencia en misiones globales, además del desarrollo completo de las capacidades del avión. Mientras el KC390 se prepara para entrar en servicio con la Fuerza Aérea Brasileña el año próximo, y a comenzar sus esfuerzos de venta, en un acuerdo con Boeing.

Los dos días de reuniones ofrecerán multitud de oportunidades a los participantes para el intercambio de conocimientos y opiniones. Entre los conferenciantes destacan un gran número de altos responsables militares, asó como de los principales fabricantes y suministradores.