NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


REDE GLOBO


Força Aérea Brasileira realiza ações na Amazônia no combate à Covid-19


Bom Dia Pará | Publicada em 06/05/2020 17:00

Confira como está sendo a atuação dos militares da FAB neste período de pandemia na região.

JORNAL ZERO HORA


Hospital militar de Canoas começa a treinar profissionais para combate ao coronavírus

Profissionais recebem orientações para atendimento a pacientes e cuidados com as normas de proteção individual

Eduardo Pinzon | Publicada em 06/05/2020 19:56

Em uma sala do Hospital de Aeronáutica de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, cinco profissionais de saúde se debruçam no atendimento ao seu João, 60 anos, recém-chegado com sintomas da covid-19. Ele está sem respirar e precisa receber uma massagem cardíaca. A equipe não disfarça a apreensão, enquanto um professor vai acrescentando novos desafios ao atendimento. Seu João é, na verdade, um boneco que imita um paciente acometido da forma mais severa da doença. Os profissionais aprendem a fazer a reanimação cardiopulmonar e os procedimentos que podem salvá-lo.

— Já temos o conhecimento teórico e dominamos os protocolos. Vivenciar na prática a dificuldade do atendimento é diferente. Os equipamentos de proteção são pesados, a viseira embaça e a máscara dificulta a comunicação. É um desafio muito grande — comenta a primeira-tenente Letícia Miranda, que atua como fisioterapeuta na instituição. 

O combate ao coronavírus exige preparação, mesmo de quem já atua na área. Por isso, hospitais militares do Brasil estão oferecendo treinamento direcionado para a atuação em emergências clínicas e cuidados intensivos aos pacientes. No Rio Grande do Sul, até o final de maio, serão 40 militares prontos para o combate. Conforme a demanda, a intenção do Ministério da Defesa é abrir vagas para profissionais civis.

— A evolução da doença é muito incerta. O paciente pode não apresentar falta de ar, por exemplo, e já está tendo comprometimento do pulmão e baixa oxigenação do sangue — avalia o diretor do hospital, tenente-coronel médico Mauro Amim.

Momento delicado
No mundo inteiro, os profissionais da saúde têm enfrentado o inimigo de perto. Além de estarem mais expostos, precisam evitar falhas no momento de realizar a paramentação adequada. O médico tenente-coronel Frederico Fuhrmeister comenta que a retirada dos equipamentos é um momento delicado, pois o lado de fora das roupas apresenta potencial risco de contaminação. Por isso, esse ritual é feito acompanhado de um colega, que observa se todos cuidados estão sendo tomados.

— Esse treinamento possibilita uma padronização de condutas e protocolos. Se toda a equipe tomar as medidas necessárias, o tratamento do paciente se torna mais fácil — explica.

O treinamento é feito em etapas que simulam desde o suporte básico até a entubação nos casos mais graves. Os profissionais passam oito horas por dia envolvidos com as práticas. Os bonecos aumentam a confiança durante o aprendizado, e ao lado deles estão os respiradores, tão necessários neste momento. 

— O profissional com conhecimento em terapia intensiva apresenta melhores condições para prestar a assistência ao paciente neste momento — afirma o diretor da instituição.  

Além de Canoas, o Hospital das Forças Armadas, em Brasília (DF), e a Escola de Saúde do Exército, no Rio de Janeiro (RJ), também estão oferecendo o treinamento.

PORTAL G1


Pelo menos mais 15 militares das Forças Armadas fazem doação de sangue, em Campina Grande

Ação é mais uma etapa de campanha de prevenção e enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

Da Redação | Publicada em 06/05/2020 07:11

Mais uma etapa da campanha para doação de sangue será realizada na manhã desta quarta-feira (6), no Hemocentro Regional de Campina Grande, no Agreste da Paraíba. A ação será feita por militares das Forças Armadas, a partir das 8h.

A primeira etapa da campanha aconteceu no dia 22 de abril e a segunda no dia 29 do mesmo mês. De acordo com o Comando Conjunto Rio Grande do Norte e Paraíba, a ação é de prevenção e enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Pelo menos 15 militares farão a doação de sangue em Campina Grande todas as quartas-feiras até que a situação da Covid-19 seja controlada, através da campanha nacional denominada de "ajudar está no nosso sangue".

Segundo a coordenação do Hemocentro de Campina Grande, durante a pandemia, o estoque está com uma grande baixa. As doações estão acontecendo através de agendamento pelo telefone (83) 3344-5475 e todas as pessoas que tiverem interesse de doar, poderão agendar o horário e realizar a ação sem riscos de aglomeração.

Participam da campanha das forças armadas, o Comando Conjunto Rio Grande do Norte e Paraíba, composto pela Marinha do Brasil (Comando do 3º Distrito Naval), Exército Brasileiro (7ª Brigada de Infantaria Motorizada) e Força Aérea Brasileira (ALA 10).

PORTAL R7


Profissionais de saúde das Forças Armadas são treinados para cuidar de pacientes com Covid-19


Da Redação | Publicada em 07/05/2020 22:28

Os cursos aprimoram a técnica de intubação, tratamento em UTIs e uso de respiradores. As aulas, coordenadas pelo Ministério da Defesa, começaram hoje (05) em hospitais militares de Brasília, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Confira nas multiplataformas do Jornal da Record os quatro boletins diários que vão ao ar também na Record TV e ainda uma versão exclusiva para o digital.

TV BRASIL - EBC


Hospitais militares capacitam profissionais a lidar com a Covid-19


Repórter Brasil | Publicada em 06/05/2020 19:00

Hospitais militares preparam profissionais de saúde civis e militares para enfrentar a Covid-19 e tratar pessoas infectadas pela doença. 480 vagas foram abertas para o treinamento que é coordenado pelo Ministério da Defesa.

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL AEROFLAP - FAB realiza primeiro voo não tripulado feminino


Da Redaçãp | Publicada em 06/05/2020 14:39

Duas militares do Esquadrão Hórus (1º/12º GAV), sediado na Ala 4 – Base Aérea de Santa Maria (RS), protagonizaram mais um capítulo de pioneirismo na história operacional da Força Aérea Brasileira (FAB). A Capitão Aviadora Juliana França Cavalcanti e a Sargento especialista em Fotointeligência Isabela Nascimento realizaram, no dia 20 de abril, o primeiro voo com tripulação feminina de uma Aeronave Remotamente Pilotada, o RQ-900.

A tripulação de uma ARP consiste em um Piloto Interno (PI), os quais são Oficiais Aviadores, e um Operador de Equipamentos Especiais n°3 (O3), que são oficiais e graduados especialistas em Fotointeligência. O voo é controlado a partir de uma GCS (Ground Control Station) e, nesse cenário, o O3 auxilia o PI nos procedimentos normais e de emergência relacionados ao voo, bem como realiza o planejamento e a execução de missões de inteligência e reconhecimento aéreo por meio da manipulação de sensores.

Entre as várias missões realizadas pelo Esquadrão, usando como vetores as aeronaves RQ-450 e RQ-900, o mesmo se destaca pela grande participação em missões interagências de GLO (Garantia da Lei e da Ordem), como exemplos, a participação efetiva nos Jogos Olímpicos de 2016, na Copa do Mundo de 2014, e no Plano Nacional de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro nos anos de 2017 e 2018.

A missão em destaque foi realizada pela Capitão Aviadora Juliana França Cavalcanti na função de PI e pela Sargento Isabela Nascimento na função de O3. A Capitão Juliana França ingressou no Esquadrão em 2014 e, desde então, é a única mulher a exercer a função de piloto das duas aeronaves. “Estou há 7 anos no Esquadrão Hórus e durante esse período já participei de muitas missões. Entendo que operação com RPA é o futuro da aviação e está crescendo em todo o mundo”, destacou.

Além disso, a piloto demonstra orgulho em realizar sua função com outras mulheres. “Poder dividir isso com minhas companheiras de Esquadrão é motivo de grande orgulho não só para mim, mas para todas as mulheres, porque mostra que podemos atuar com profissionalismo e competência em todas as áreas”, relatou a oficial.A sargento Isabela, pertencente à primeira turma do Curso de Formação de Sargentos a aceitar mulheres na especialidade de Fotointeligência, chegou ao Esquadrão em 2016 e, até então, é a única mulher a operar as aeronaves na função de O3. “Em poucos anos, o Esquadrão me permitiu vivenciar diversas experiências e contribuiu para meu crescimento operacional e pessoal. Aqui pude realizar missões operacionais e contribuir com a população do meu país, motivo pelo qual escolhi seguir essa carreira. Sou muito grata pelo respeito e igualdade com que sou tratada, sem distinção de gênero”, ressaltou.

PORTAL AEROFLAP - T-27 Tucano com pintura alusiva aos 30 anos vai para o acervo do MUSAL, no Rio de Janeiro


Da Redação | Publicada em 06/05/2020 12:03

O T-27 com a pintura comemorativa dos 30 anos de uso na FAB irá para o acervo do MUSAL (Museu Aeroespacial), em Campos dos Afonso-RJ.

A aeronave foi desmontada pelo Grupo Logístico (GLOG) da Academia da Força Aérea (AFA) e colocada em uma carreta que levará o Tucano até o MUSAL.

O Tucano recebeu a pintura especial no ano de 2013 e desde então vem cumprindo o que os T-27 Tucano fazem na AFA, a instrução final dos cadetes, que começam voando o T-25 Universal e no quatro e último ano voam o T-27 tucano.

Ao logo destes mais de 30 anos, o T-27 cumpriu bastante para a formação de aviadores da FAB, a aeronave foi fruto de uma parceria entre a Embraer e a FAB nos anos 80. O resultado final foi uma aeronave que manobrável, com equipamentos mais modernos e que já situa-se o piloto a um voo parecido com o de caças.

O sucesso do T-27 não foi apenas no Brasil, as vendas internacionais foram destaques, algumas delas foram para, Argentina, Colômbia, Peru. O Tucano chegou inclusive na Europa, quando o Reino Unido decidiu usar ela como aeronave de treino básico e a construiu sob licença em território inglês.

O T-27 também foi marcado por sua história dentro da Esquadrilha da Fumaça. O time de demonstração da FAB ficou encarregado de apresentar ao mundo a capacidade da indústria aeronáutica brasileira. Os tucanos ficaram mais de 30 anos na fumaça, sendo aposentados em 2013.

Ao longo destes anos os T-27 já foram vermelhos e brancos, e depois ficaram com as cores da bandeira nacional.

VER 7 Jornais de Goiânia - Hospitais militares começam a treinar profissionais sobre covid-19

Eles vão atuar em emergências clínicas e cuidados intensivos

Da Redação | Publicada em 06/05/2020 22:00

Hospitais militares começaram a treinar, nesta terça-feira (5), profissionais de saúde das Forças Armadas, para atuar em emergências clínicas e cuidados intensivos com pacientes de covid-19.

Durante dois dias, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos de enfermagem vão adquirir mais conhecimento técnico-científico sobre o novo coronavírus, suas manifestações clínicas e as normas de proteção individual adequadas. Os profissionais também receberão treinamento necessário para atuar nas unidades de terapia intensiva e realizar os procedimentos de forma segura.

Coordenados pelo Ministério da Defesa, os cursos abordarão protocolos de intubação, tratamento e uso de ventilação de arritmias mecânica. Em um primeiro momento, o treinamento será voltado para militares, mas a intenção, segundo o Ministério da Defesa, é abrir também para profissionais civis, conforme a demanda e a disponibilidade de vagas.

Com 40 alunos por turma e carga horária de oito horas por dia, foram abertas inicialmente 480 inscrições distribuídas no Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília (DF), na Escola de Saúde do Exército (EsSEx), no Rio de Janeiro (RJ), e no Hospital de Aeronáutica de Canoas (Haco), em Canoas (RS).

PORTAL ONTRUCK - Profissionais de saúde recebem treinamento para atender pacientes com Covid-19 em UTIs

Os treinamentos ocorrem durante dois dias, com carga horária diária de oito horas

Da Redação | Publicada em 06/05/2020 15:45

Capacitação específica no combate ao coronavírus é indispensável para os profissionais de saúde que atendem pacientes acometidos pela Covid-19. Nesta terça-feira (05), unidades de saúde das Forças Armadas deram início a treinamento voltado para emergências clínicas e cuidados intensivos para médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos de enfermagem.

As atividades tiveram início, concomitantemente, em três Organizações Militares: no Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, no Distrito Federal, na Escola de Saúde do Exército (EsSEx), na capital do Rio de Janeiro, e no Hospital de Aeronáutica de Canoas (HACO), em Canoas, no Rio Grande do Sul.A iniciativa do Ministério da Defesa, por meio da Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desportos (SEPESD), avaliou a necessidade da multiplicação de conhecimentos, visando a aumentar o número de profissionais aptos a atender à demanda decorrente da pandemia do novo coronavírus.

Os treinamentos ocorrem durante dois dias, com carga horária diária de oito horas. Cada turma conta com 40 profissionais e estão programadas capacitações até o fim de maio, totalizando 480 vagas distribuídas por três estados. Os participantes contam com tecnologia de ponta, que utiliza equipamentos de simulação, e equipe altamente capacitada das Forças Armadas.

Os conhecimentos técnico-científicos recebidos são os necessários para que os profissionais atuem em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Em um primeiro momento, o treinamento será voltado para militares, mas a intenção da SEPESD é abrir espaço também para profissionais civis, conforme a demanda e a disponibilidade de vagas nas turmas constituídas.

Guerra invertida
Em Brasília, na sede do HFA, 40 profissionais desse hospital, além do Hospital Naval de Brasília (HNBra) e do Hospital Militar de Área de Brasília (HMAB) participaram da abertura e da primeira aula do programa no Distrito Federal. Na oportunidade, o Secretário de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa, General Manoel Luiz Narvaz Pafiadache, destacou a importância de treinar profissionais de saúde para agirem em situações específicas decorrentes do novo Coronavírus.

“Estamos em uma guerra invertida, onde quem sempre esteve na retaguarda, que são os profissionais de saúde, estão, hoje, na linha de frente. Precisamos ter profissionais preparados para atuar, caso seja necessário, para cobrir, inclusive, eventuais desfalques. Queremos proporcionar aos nossos hospitais condições para manterem suas equipes de UTI íntegras”, destacou o Secretário.

O Comandante Logístico do HFA, General Rui Yutaka Matsuda, juntamente com o Diretor Técnico de Ensino e Pesquisa do Hospital, Brigadeiro Médico Geraldo José Rodrigues, deu as boas-vindas a todos e ressaltou que o objetivo da atividade é compartilhar conhecimentos para enfrentar a situação atual de pandemia com uma estrutura de treinamento de guerra.

“O inimigo não tem fronteiras, não tem cara, não tem cheiro e suas armas não estão totalmente dimensionadas. Então, precisamos nos preparar da melhor forma para não sermos surpreendidos”, disse.

No HFA, as aulas são realizadas no Centro de Simulação Realística (CSR), que desenvolve treinamento prático, interativo e realístico, utilizando simuladores de habilidades para execução de procedimentos variados, junto com a atuação de uma equipe multiprofissional de saúde.

Nesta manhã, dentro da proposta de promover ensinamentos básicos e específicos para o combate ao coronavírus, foram ministradas aulas sobre o uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sobre como operar o ventilador mecânico e realizar intubação em pacientes portadores de COVID-19.

Atualização
A Tenente Rebeca Bizzoto é neurologista do Hospital Militar de Área de Brasília e foi voluntária para participar do treinamento. “Acredito que todo médico, em algum momento durante a pandemia, poderá ser necessário para servir no atendimento de pacientes com a COVID-19. O curso é uma oportunidade para me atualizar, relembrar, testar e me preparar melhor ainda para trabalhar nessa linha de frente”, considerou a profissional.

Para o Major Milson, cardiologista do HFA e integrante da equipe de instrutores que está ministrando as aulas, “a iniciativa do Ministério da Defesa de proporcionar treinamento sistemático no Combate à Covid-19, integrando as três Forças Armadas, é vista por nós, do quadro de saúde, como uma grande chance de somar conhecimentos, bem como de sistematizar atitudes perante situações potencialmente graves”.

O cardiologista disse, ainda, que os profissionais da saúde estão lidando diretamente com uma doença ainda de comportamento e tratamento não bem definidos e ressaltou a importância do treinamento que, ao mesmo tempo em que ajuda na reciclagem técnica e científica, possibilita a prática e a vivência de diversas situações emergenciais, utilizando manequins e tecnologia de ponta. “Isso possibilita que todos estejam preparados para agir de forma mais otimizada, obtendo, assim, melhores resultados e minimizando perdas. Além disso, nos ajuda a desenvolver atributos como confiança na equipe e nos materiais, coragem e resiliência, para que possamos superar este grande desafio", avaliou o cardiologista.

Operação COVID-19

O Ministério da Defesa ativou, em 20 de março, o Centro de Operações Conjuntas, para atuar na coordenação e no planejamento do emprego das Forças Armadas no combate à COVID-19. Nesse contexto, foram ativados dez Comandos Conjuntos, que cobrem todo o território nacional, além do Comando Aeroespacial (COMAE), de funcionamento permanente. A iniciativa integra o esforço do governo federal no enfrentamento à pandemia que recebeu o nome de Operação COVID-19.

As demandas recebidas pelo Ministério da Defesa, de apoio a órgãos estaduais, municipais e outros, são analisadas e direcionadas aos Comandos Conjuntos para avaliarem a possibilidade de atendimento. De acordo com a complexidade da solicitação, podem ser encaminhadas ao Gabinete de Crise, que determina a melhor forma de atendimento.