NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

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TV GLOBO - FANTÁSTICO


Três equipes representam o Brasil em uma competição de foguetes nos EUA

Estudantes universitários de várias áreas participaram de um campeonato internacional que terminou no sábado (23), no deserto do Novo México.

Edição Do Dia 01/07/2018 Publicada Em 01/07/2018 - 22h18

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Três equipes representam o Brasil em uma competição bem diferente da Copa do Mundo. São estudantes universitários de várias áreas que constroem foguetes e participaram de um campeonato internacional que terminou no sábado (23), no deserto do Novo México, nos Estados Unidos.

 

PORTAL G1


Marinha implanta programa de vigilância na Baía de Guanabara para reprimir ação de traficantes

Conclusão está prevista para dezembro deste ano. Projeto quer monitorar embarcações, mas acompanhamento de pequenos barcos durante a madrugada ainda depende de aporte

Por Marco Antônio Martins, G1 Rio Publicada Em 01/07/2018 - 10h53, Atualizado 14h21

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Uma das portas de entrada para fuzis e drogas no Rio de Janeiro, a Baía de Guanabara ganhou as atenções da Marinha. A Força espera até dezembro concluir o sistema de monitoramento de toda a região, o que permitirá acompanhar e abordar toda embarcação que tiver um percurso considerado suspeito.

A Baía de Guanabara é o início do programa que pretende implantar, em todo em todo o país, o chamado Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz). O projeto foi planejado para monitorar a movimentação de embarcações em toda a costa brasileira e até os rios como da Amazônia e do Pantanal. O custo inicial para a Baía de Guanabara é de R$ 3,5 milhões.

O programa foi testado durante a Olimpíada de 2016 e agora volta a ser utilizado, podendo auxiliar a intervenção federal no Rio. Assim, a Marinha quer passar a agir preventivamente não apenas em ações de Defesa, mas também, na Segurança Pública.

"A Intervenção no RJ conta com essa ferramenta de monitoramento para combater o crime organizado. Por isso, o sistema é tão importante e deve ser ampliado", explicou o ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann, que visitou o 1º Distrito Naval no Rio no dia 15 deste mês e conheceu o programa.

Até agora, a Marinha implantou 70% do projeto na Baía de Guanabara. Um aporte deve possibilitar que a Força cubra um dos pontos que dependem de investimento para se desenvolver: o monitoramento noturno de pequenas embarcações.

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"À noite, de madrugada, há um trânsito grande de pequenas embarcações, sem registro e que se confundem com barcos de pesca. Tudo isso dificulta a detecção", afirmou o contra-almirante Alexandre Dias da Cruz, subchefe de Operações do Comando de Operações Navais da Marinha no RJ.

Seria possível detectar casos como do pequeno barco de traficantes que deixou o Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio, e seguiu até a Urca para recuperar as armas do ataque ao Morro do Babilônia, no dia 11 do mês passado. A Polícia Civil apreendeu, na ocasião, fuzis, granadas e pistolas.

A implantação de câmeras de visão noturna significa um aumento no custo do programa, ainda sem previsão de investimento nesta direção.

Atualmente, o sistema acompanha a movimentação de grandes embarcações ou de pesqueiros que trafeguem pela Baía de Guanabara durante o dia.

Todas elas possuem um sistema, AIS (sigla em inglês para “Sistema de Identificação Automático”), de uso obrigatório. Através dele, uma sala de comando na sede da Marinha no Centro do Rio recebe mensagens com a rota, nome e até distância entre elas.

Além do radar, ainda há um controle por câmeras espalhadas em diferentes pontos da Baía de Guanabara. O setor já funciona 24 horas por dia, todos os dias do ano.

Na quinta-feira (28), o G1 acompanhou a simulação da abordagem a uma embarcação com drogas detectada pelo sistema e como atuaria a Força Armada numa situação dessas.

A abordagem seria feita pelos chamados MECs (mergulhadores de combate), unidade especializada da Marinha, em barcos blindados. A ação pode ser realizada apenas pela Força com o auxílio de outra instituição, como a Polícia Federal ou pela Receita.

"A ideia do projeto é que a gente saia do acompanhamento do que acontece para o controle", explicou o capitão de fragata Rodrigo Padilha, da Divisão de Sistemas e responsável pelo projeto desde 2009.

 

JORNAL DIÁRIO DO NORDESTE


Latam amplia conexões domésticas na Capital

Com isso, companhia adiciona operações aos fins de semana e firma Fortaleza como sua maior base no Nordeste

Hugo Renan Do Nascimento Publicado Em 02/07 - 01h00

O hub recém-inaugurado da Air France-KLM e Gol já despertou em Fortaleza a briga pela fatia do mercado aéreo nacional e internacional de outras companhias, a exemplo da Latam Airlines. A empresa pretende, a partir de novembro deste ano e durante toda a temporada, incrementar as operações na Capital em horários da madrugada, configurando dessa forma um banco de conexões doméstico. De acordo com os dados da Base de Resultados e Monitoramento de Slots (direito de pousar ou de decolar em um aeroporto) da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aérea solicitou voos para São Luís, Salvador, Guarulhos, Brasília, Vitória, Teresina e Recife, com horários que vão de meia-noite às 4h da manhã. Aos fins de semana, a Latam deve manter na Capital voos diretos para 16 destinos.

Copa divulga seus destinos no Ceará

Dessa forma, a companhia firma em Fortaleza a maior base da empresa no Nordeste com trechos diretos para Manaus (AM), Belém (PA), São Luís (MA), Teresina (PI), Natal (RN), Recife (PE), Salvador (BA), Vitória (ES), Confins - Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Guarulhos (SP), Brasília (DF) e Galeão - Rio de Janeiro (RJ). Somam-se ainda os voos para Miami e Orlando, nos Estados Unidos.

Todas as 16 cidades serão atendidas nos fins de semana, aos sábados ou aos domingos, como é o caso de Curitiba, Porto Alegre, Manaus e Rio de Janeiro.

Horários

Segundo os slots divulgados, a companhia vai concentrar muitos de seus voos de madrugada. É o caso de Vitória, cuja frequência será de seis operações semanais, com chegadas em Fortaleza a 1h30 e saídas às 2h25. Brasília também tem previsão de pouso a 1h30 e decolagem às 2h20. Guarulhos, que deve ser o trecho com maior incremento, chega a 1h30 e embarca às 2h15.

Além disso, o voo proveniente de Salvador deve pousar em Fortaleza a 0h30 e decolar à 1h30. De Recife, o voo deve aterrissar às 2h30 e decolar às 3h10. Às 22h25 está prevista a chegada da operação de Teresina, com estimativa de retorno às 3h do dia seguinte.

Acordo

Na próxima quarta-feira (4), a Latam oficializa, juntamente com o Governo do Ceará, um acordo para a criação de novos voos no Estado, em uma parceria de longo prazo que visa fomentar o turismo local e contribuir para o desenvolvimento de diversos setores da economia, de acordo com a companhia.

O termo prevê que, a partir de julho de 2018, seja ampliado em 25% o número médio de chegadas e partidas domésticas diárias da Latam em Fortaleza. Já no mercado internacional, o aumento será de cinco vezes, passando de 2 para 10 a quantidade semanal de chegadas e partidas internacionais da companhia.

Além disso, para os próximos meses, a operadora de turismo Latam Travel planeja ações coordenadas com o objetivo de concentrar esforços para promover a Capital cearense como um dos principais destinos turísticos da operadora no Brasil, aproveitando a capilaridade da sua rede de lojas e o incremento de malha aérea previsto para a cidade.

"Estamos muito felizes com este acordo, que nos assegura incentivos fiscais que permitem o aumento de nossa malha aérea no Estado, proporcionando mais opções de voos dentro do Brasil e ampliando a conexão do Ceará com os Estados Unidos. Nossa intenção é contribuir ainda mais para que o Aeroporto Pinto Martins seja um importante centro de conexões de voos e de passageiros, estimulando o desenvolvimento da região", afirma Jerome Cadier, CEO da Latam Airlines Brasil.

"Acreditamos no potencial de toda a cadeia do turismo cearense e vamos abrir ainda mais as portas da região com a força da malha aérea da Latam", diz.

A partir do início das novas operações, a companhia terá isenção de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) sobre o QAV (Querosene de Aviação), e também sobre importação de peças de manutenção e de aeronaves, transporte doméstico de cargas e alimentos e provisões de bordo. Em contrapartida, a Latam se compromete a ampliar o seu volume total de voos domésticos e internacionais.

 

OUTRAS MÍDIAS


AEROFLAP - Programa Estratégico de Sistemas Espaciais, KC-390 e Gripen NG são temas durante a RIDEX-BID 2018


Publicado Em 01/06

No terceiro e último dia da feira RIDEX-BID 2018, alguns projetos estratégicos da Força Aérea Brasileira (FAB) foram apresentados e debatidos com o público, durante um painel. O Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE), o Gripen NG e o KC-390 foram os escolhidos. A feira, considerada um sucesso pelos organizadores, encerrou às 17h desta sexta-feira (29).

Segundo o Presidente da Comissão de Coordenação e Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE), Major-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando de Aguiar, o PESE é um programa de Estado, do povo brasileiro.

Ele explicou que o PESE agrega frotas de satélites, lançadores, centro de lançamento e centro de operações, reunindo, assim, todos os elementos necessários à utilização do espaço na área de Defesa. O oficial-general também afirmou que o programa é dual – ou seja, pensado para usos civis e militares.

Como exemplo, ele citou o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), lançado em maio de 2017, que funciona com duas bandas – uma civil, de responsabilidade da Telebras, e outra militar.

O Major-Brigadeiro Aguiar falou que, entre os meses de setembro e outubro deste ano, serão inauguradas as instalações definitivas do Centro de Operações Espaciais (COPE), em Brasília (DF), de onde já se faz o controle do SGDC e de onde serão controlados os futuros satélites brasileiros.

Também citou que está em desenvolvimento, pela FAB, o Veículo Lançador de Microssatélites (VLM), que deverá passar pelos primeiros testes já em 2019.

No que se refere ao Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), existe, segundo ele, um esforço para aprovação do acordo de salvaguarda com os Estados Unidos, para que o centro seja utilizado comercialmente. Há a necessidade, ainda, de criação de uma empresa pública para gerenciar esses futuros usos. “Assim, Alcântara vai poder gerar divisas e trazer tecnologia ao nosso país”, disse.

Após a apresentação do PESE, o Presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), Brigadeiro do Ar Marcio Bruno Bonotto, falou sobre outros dois importantes projetos estratégicos da FAB, que estão em vias de se tornarem realidade. Segundo ele, ainda este ano será entregue para a Força a primeira unidade da aeronave multimissão brasileira KC-390 e, em 2019, acontece a entrega do primeiro Gripen NG – unidade que servirá para testes.

O Brigadeiro Bonotto explica que, no caso do caça, desenvolvido pela empresa sueca Saab, questões ligadas à transferência de tecnologia e à cooperação industrial foram preocupação primária da FAB, de forma a capacitar a mão de obra brasileira e fomentar a indústria local.

Já no desenvolvimento do KC-390, que hoje se encontra 97% concluído, os esforços foram no sentido de apoiar a tecnologia local, de modo que o produto consiga atingir a fatia de mercado prospectada para ele. “Esses dois vetores representam um grande salto tecnológico e industrial para o país. A participação da Defesa é essencial para a indústria de alta tecnologia brasileira”, disse o Oficial-General.

RIDEX-BID 2018 encerrou nesta sexta

Com quase o dobro dos visitantes esperados – em três dias, 14 mil pessoas – o evento reuniu a Rio International Defense Exhibition 2018 (RIDEX) e a 5ª Mostra da Base Industrial de Defesa do Brasil (BID Brasil) em uma única feira. “Para esta primeira edição, foi muito além do esperado”, disse a Coordenadora da RIDEX, Ingrid Medeiros.

Ela afirma que, para o próximo evento, que deve acontecer em 2020, será necessário dobrar o tamanho da área destinada aos expositores, já que novas empresas têm procurado os organizadores e demonstrado interesse em participar.

 

DIÁRIO DO ABC - Como surgiu o foguete? - Diário do Grande ABC


Tauana Marin Publicado Em 01/07 - 07h05

Os primeiros conceitos de algo parecido com um foguete surgiram em 400 a.C. (antes de Cristo), quando o grego Arquitas utilizava vapor como combustível para fazer um pássaro voar preso a arame. Por volta de 100 a.C., Hero de Alexandria desenvolveu mecanismo parecido com o foguete, também utilizando vapor como combustível. Não se sabe com certeza quando surgiram os primeiros foguetes, mas, em várias culturas aparecem relatos de mecanismos semelhantes.

Os chineses, por exemplo, utilizavam pó feito de carvão, enxofre e salitre (conhecido por nós como pólvora) para fins de celebrações religiosas. A substância era colocada dentro de bambus que explodiam ao pegar fogo. Imagina-se que, em uma dessas ocasiões, o bambu subiu devido aos gases produzidos pela queima da substância. Pode-se dizer que, nesse momento, surge o foguete a propulsão sólida. Ele foi utilizado a primeira vez em 1232, na batalha de Kai-Keng, durante a guerra entre chineses e mongóis, estes últimos responsáveis por divulgar a técnica pela Europa.

De maneira geral, podemos dizer que os foguetes possuem motor de propulsão, compartimento para levar carga (como satélites e sondas) e outro para os tanques de combustíveis e compostos químicos. A estrutura é construída em estágios. Dessa maneira, à medida em que o combustível é consumido, os reservatórios vão se desprendendo, deixando o veículo mais leve para atingir as maiores alturas possíveis.

EVOLUÇÃO

Com a evolução de ideias e equipamentos, o primeiro foguete com lançamento de sucesso que conseguiu vencer a velocidade de escape da Terra e orbitou o planeta ocorreu em 4 de outubro de 1957, com o Sputnik. Ele levava o primeiro satélite artificial, que ganhou mesmo nome e tornou-se referência. O equipamento tinha 19 metros de altura, pesava 137 toneladas e utilizava oxigênio líquido e querosene como combustível.

O mercado de lançamento de foguetes está crescendo e esse tipo de tecnologia não é mais coordenada somente por órgãos governamentais, com empresas particulares entrando nesse tipo de mercado. Uma delas é a Avibras Indústria Aerospacial, presente no Brasil e no Mundo desde 1961. A companhia destaca-se por ser uma das primeiras empresas no País a construir aeronaves, além de desenvolver e fabricar veículos espaciais com finalidades civis e militares, entre eles motores de foguetes para a Força Aérea Brasileira e a Marinha do Brasil.