NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


PORTAL G-1


Pentágono revoga proibição para militares transgêneros.

Decisão histórica foi anunciada por Secretário da Defesa. Segundo ONG, eles são cerca de 15 mil entre 1,3 milhão de militares.

Da Reuters

O Pentágono revogou sua proibição a militares transgêneros, anunciou o Secretário da Defesa Ash Carter em um comunicado nesta quinta-feira (30).

"Estamos fazendo o correto para o nosso povo e para as nossas Forças Armadas", indicou o secretário em um comunicado.

"Estamos falando de talentosos americanos que servem com distinção ou que aspiram a ter a oportunidade de servir. Não podemos permitir a existência de barreiras sem relações com as qualificações e que impeçam contratar e manter aqueles que melhor possam cumprir a missão", ressaltou.

Quando, a partir de 1º de outubro próximo, um médico reconhecer que uma mudança de identidade sexual é "medicamente necessária" para um militar, as Forças Armadas darão a essa pessoa "os cuidados e o tratamento adequados para conseguir isso", declarou o Pentágono.

O Departamento da Defesa preparava essa decisão histórica há um ano. Carter havia pedido a sua assessoria que estudasse o tema, depois de ter emitido uma opinião favorável.

O secretário repete, com frequência, que pretende abrir ao máximo o leque para captar novos recrutas e atrair os melhores talentos.

Mulheres e homossexuais
Em janeiro deste ano, foram suspensas as últimas barreiras para o acesso de mulheres a postos de combate.

Em 2011, o governo de Barack Obama já havia outorgado aos homossexuais o direito de servir no Exército, abolindo a lei "Dont Ask, dont Tell" ("não pergunte, não conte", em tradução livre) de 1993.

Segundo a Human Rights Campaign, a principal associação de defesa dos direitos das pessoas transgênero, elas chegariam a cerca de 15 mil nas fileiras do Exército, de um efetivo total de 1,3 milhão de militares.

O anúncio se dá pouco mais de um mês depois de o Exército norte-americano receber formalmente o seu novo secretário, Eric Fanning, que se tornou o primeiro líder abertamente gay de uma das forças militares na história dos EUA.

 

Família de homem morto em acidente doa órgãos e salva vida no Ceará

Fígado doado foi levado de Porto Velho para Fortaleza em avião da FAB. Rins e córneas também foram doados a pacientes em filas de espera.

É de Fortaleza, no Ceará, a pessoa que receberá o fígado doado nesta semana pela família de um jovem de 32 anos, que teve morte encefálica após sofrer acidente de trânsito no último sábado (25), em Porto Velho. A cirurgia para captação dos órgãos foi divulgada na última quarta-feira (29) pela Central de Transplantes do estado. Além do fígado, rins e córneas também foram doados a pacientes em filas de espera.

A cirurgia para retirada do fígado, rins e córneas do doador foi feita no centro cirúrgico do Hospital João Paulo II pela equipe do médico Alessandro Prudente, coordenador da Central de Transplantes de Rondônia.

O fígado, segundo informação atribuída à Central de Transplantes, foi levado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para Fortaleza. Os rins e as córneas, inicialmente, serão destinados a pacientes que estão na lista de espera da Central de Transplantes.

 

Suspeita é de erro humano, diz polícia sobre mortes de paraquedistas

Delegado informou que paraquedas foram apreendidos para perícia. Salto que matou 2 pessoas envolveu cerca de 30 atletas em Boituva (SP).

O delegado da Polícia Civil de Boituva (SP) Carlos Antônio Antunes, responsável pela investigação da morte dos paraquedistas Gustavo Corrêa Garcez, de 39 anos, e Marcos Guilherme Padilha, de 47 anos, durante um salto no Centro Nacional de Paraquedismo (CNP) nesta quarta-feira (29), afirmou em entrevista para a TV TEM que a suspeita é de que houve erro humano cometido por um ou pelos dois atletas. Os paraquedas das vítimas foram apreendidos pela polícia e vão passar por perícia.

“Acreditamos, até pelas primeiras informações, que houve um erro humano entre os dois paraquedistas. Mas não sabemos ao certo de que forma isso ocorreu. A investigação partirá de duas situações: testemunhais, pois vamos ouvir outros atletas que estavam saltando, e apreensão dos paraquedas para ver se houve falha de equipamento”, informou o delegado Nunes.

Gustavo Corrêa Garcez e Marcos Guilherme Padilha morreram após se chocarem durante o salto e caírem com os paraquedas abertos no Centro Nacional de Paraquedismo, diz o presidente do CNP, Nilson Pereira Leitão. “Na hora de fazer uma curva para entrar para o pouso um colidiu com o outro. Evidentemente o paraquedas enroscou um ao outro. Eles perderam sustentação e os dois foram de encontro ao solo e gerou essa fatalidade.”

Ainda de acordo com o delegado Antunes, a informação de testemunhas é de que os atletas formavam os anéis olímpicos no ar durante o salto e que o treinamento era para os Jogos Olímpicos. "Foi um treinamento de salto de formação. Não temos ainda certeza se era para a Olímpiada, mas houve a informação de que eles faziam a formação dos anéis, o símbolo da Olímpiada entre 30 atletas. Eles fizeram o salto normalmente, a formação, e quando estavam próximos à aterrissagem, houve uma colisão entre os dois atletas, a colisão dos velames. E os paraquedas perderam a sustentação e vieram a se chocar contra o solo", conclui.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) informou que o órgão só cuida de acidentes ou incidentes que envolvam aeronaves.

Em nota, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que não regulamenta atividades desportivas por se tratar de prática de um esporte radical. Porém, para o lançamento de paraquedistas, a agência exige que o piloto tenha licença LPQD (lançamento de paraquedista) e obedeça diversos requisitos de segurança expedidos pelos regulamentos da Anac, tais como o número de ocupantes da aeronave, a procedência da mesma aeronave, entre outros fatores.

Além disso, o operador deve informar ao Controle do Espaço Aéreo (DECEA), da Aeronáutica, sobre a ocorrência do procedimento para que seja expedido um comunicado chamado Notam (aviso aos aeronavegantes).

Treino para Jogos Olímpicos
Um atleta que participou do evento e não quis ser identificado afirmou ao G1 que o treinamento reunia paraquedistas experientes de várias equipes. O objetivo do salto, composto por cerca de 30 pessoas, era desenhar no ar os anéis olímpicos, informou ele.

A versão também foi dada por um membro da família de uma das vítimas. "Ele contou para a gente que ia treinar para fazer os anéis olímpicos na praia de Copacabana durante o show de abertura dos jogos. Ele era um paraquedista renomado e não sabemos o que pode ter acontecido", afirmou.

A reportagem do G1 entrou em contato com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, que negou a informação. "Esse salto não teve nada a ver com a cerimônia dos jogos. Não tem nenhuma apresentação de paraquedismo prevista na cerimônia", afirmou a assessoria do comitê por telefone.

 O G1 ouviu também Carmem Pettena, responsável pela organização do evento em Boituva. Carmen negou que o salto fosse um treinamento para a abertura dos Jogos Olímpicos. “Era um evento com os melhores atletas do Brasil, o time dos sonhos do Brasil. Estávamos fazendo treinamentos para batermos um recorde em novembro. Foi uma fatalidade e estamos arrasados com o que aconteceu”, afirma.

O acidente
O avião com os atletas decolou por volta das 16h30, no CNP em Boituva. Depois da queda dos atletas, equipes do resgate do Corpo de Bombeiros foram acionadas. Os bombeiros encontraram um dos paraquedistas inconsciente e o outro já em parada cardiorrespiratória.

As vítimas, que eram de São Paulo (SP), foram para o hospital São Luiz, em Boituva, mas não resistiram aos ferimentos e morreram na unidade hospitalar. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal de Itapetininga (SP) e já foram liberados para familiares.

 

Embraer anuncia ampliação das instalações da Eleb em Taubaté, SP

Subsidiária da fabricante de aviões deve inaugurar expansão em 2017. Fábrica vai contar com centro de usinagem; investimento não foi informado.

A Embraer anunciou nesta quinta-feira (30) a ampliação das instalações da subsidiária Eleb, fabricante de trens de pouso e componentes para aviões, na planta em Taubaté (SP). A previsão é que o centro de usinagem que será construído no local seja inaugurada até o fim do próximo ano e gere 50 postos de trabalho.

A nova estrutura, de 4,2 mil metros quadrados, será anexa ao centro de distribuição e logística que a fabricante de aviões mantém na cidade desde 2008. O valor do investimento não foi informado pela empresa.

O centro de usinagem será de grande porte e vai trabalhar com metais duros como aço e titânio, usados nos trens de pouso de aviões de maiores dimensões. A fábrica vai atender a demanda do jato militar KC-390 e os novos jatos E190-E2 - ambos em fase de certificação.

A Embraer informou que mesmo com a inauguração da nova instalação em 2017, vai manter normalmente as operações da Eleb em São José dos Campos.

 

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Dois paraquedistas morrem após salto para formar símbolo olímpico em SP


Dois paraquedistas morreram na tarde desta quarta-feira (29) durante um salto em Boituva (a 117 km de São Paulo), região que é considerada um dos polos do paraquedismo. Gustavo Correa Garcez, 39, e Marcos Guilherme Bastos Padilha, 47, faziam parte de um grupo de 30 pessoas que ensaiavam uma performance para formar no ar o símbolo olímpico.

De acordo com o delegado que investiga o caso, Carlos Antônio Antunes, os paraquedistas eram de São Paulo e tinham experiência em saltos. Após a formação do símbolo, segundo Antunes, os paraquedistas estavam prontos para aterrissar quando os velames se bateram, ocasionando a queda.

Segundo o boletim de ocorrência, Padilha morreu no local, com trauma craniano encefálico. Garcez foi levado ainda com vida para o hospital, mas não resistiu. Os corpos dos dois paraquedistas foram cremados nesta quinta-feira (30) em São Paulo.  A polícia diz acreditar que um dos paraquedas pode ter se enroscado no outro ocasionando a queda. "É um esporte radical e de alta performance. O acidente pode ter sido ocasionado por uma falha humana, por um erro de cálculo. Ainda vamos conversar com os outros paraquedistas para determinar a causa do acidente", disse o delegado.

Os equipamentos dos paraquedistas, segundo a polícia, foram apreendidos e vão passar por uma perícia. Um inquérito também já foi aberto para apurar as causas do acidente.

Como o salto que executavam remetia ao tema da Olimpíada, o delegado levantou a hipótese de que eles poderiam estar treinando para uma apresentação nos Jogos Olímpicos. A Folha entrou em contato com o comitê organizador dos Jogos do Rio que afirmou que os paraquedistas não participariam de qualquer apresentação na Olimpíada.

"A atividade dos paraquedistas de Boituva não tem nenhuma relação com o comitê 2016 nem com a cerimônia. Nunca teve nenhum plano", disse um dos organizadores do comitê.  OUTROS CASOS

Em fevereiro deste ano, o paraquedista Amilton Pinto Vieira morreu após bater em outro paraquedista no ar em Boituva. Na época, o outro paraquedista René Simenauer, 41, foi resgatado consciente, mas desorientado, e transferido para Sorocaba (a 99 km de São Paulo).

Os dois paraquedistas, que eram pilotos, realizavam com um terceiro movimentos aéreos de cabeça para baixo. Um quarto registrava os movimentos em vídeo longe dos demais. Quando os três se preparavam para sair da formação, um deles saiu antes e bateu em outro quando tentava voltar ao encontro do grupo. Após o choque, o dispositivo de abertura automática dos paraquedistas foi acionado e liberou os paraquedas reservas.

Em junho de 2015, o paraquedista profissional Cláudio Knippel morreu durante treinamento após chocar-se no ar com outro paraquedista, desmaiar e cair em queda livre também em Boituva.

Knippel era considerado um dos melhores paraquedistas da modalidade freefly. Ao chocar-se com um colega, ficou inconsciente, caiu em um canavial e morreu na hora.

Na ocasião, o presidente da Confederação Nacional de Paraquedismo, Luiz Cláudio Santiago, apontou uma sucessão de erros no salto, sobretudo, a ausência de um equipamento obrigatório desde dezembro de 2014, o DDA (Dispositivo de Acionamento Automático).

Em agosto de 2012, um homem ficou ferido durante tentativa de aterrissagem em uma estrada próxima ao município de Boituva. O paraquedista saltou do Centro Nacional de Paraquedismo e usava uma roupa modelo "wingsuit" –uma espécie de macacão com asas muito comum para voos de alta performance. Ele caiu no acostamento da estrada que liga as regiões de Boituva e Iperó fraturando as pernas e o braço, e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros.  No dia 9 de julho, o paraquedista Alex Adelman morreu depois de ser atingido pelo próprio avião em que realizou o salto em Boituva.

Na ocasião, o Corpo de Bombeiros informou que o paraquedista filmava o salto de dois colegas quando foi atingido pelo avião, de pequeno porte. Em queda, chocou-se com Wanderson Carlos Campos de Andrade, 32, e Conrado Alvares Everton, 35, que tiveram fraturas nas pernas. Os dois faziam um salto duplo –num mesmo paraquedas– como parte de um treinamento.

 

AGÊNCIA SENADO


Jazidas no Gabão são oportunidade para empresas brasileiras, diz embaixador


Marcos Magalhães

Empresas brasileiras poderão participar da exploração das minas de Belinga, no Gabão, onde se encontram as maiores reservas inexploradas de minério de ferro do mundo. A oportunidade foi anunciada pelo embaixador designado para aquele país, Appio Claudio Munia Acquarone Filho, cuja indicação foi aprovada nesta quinta-feira (30) pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), na qual também foram aprovadas as indicações dos novos embaixadores do Brasil na Bélgica e na República Tcheca. As três mensagens presidenciais serão agora submetidas ao Plenário.

Para a exploração das jazidas de Belinga, será necessária a construção de uma usina hidrelétrica, de uma ferrovia até as minas, próximas à fronteira com o Congo, e de um porto para a futura exportação do minério. A Vale chegou a se instalar no Gabão, mas deixou o país em 2007. Empresas chinesas chegaram então à região, mas o governo gabonês retomou as minas que poderão vir a ser operadas por empresas brasileiras, segundo o embaixador.

— Se conseguirmos fazer que as minas de Belinga sejam confiadas ao Brasil, as perspectivas para empresas nacionais, na montagem desse complexo, são enormes. O Gabão tem uma expectativa muito grande em relação ao Brasil. Se eu fosse sugerir que país seria prioridade de nossa nova atuação na África, esse país seria o Gabão, que está à espera de um passo brasileiro em sua direção. É um fruto maduro a ser colhido — disse Acquarone.

Esse país, que tem o maior Produto Interno Bruto (PIB) per capita da África, crescimento médio de 4,2% nos últimos quatro anos e inflação de 3%, tem, porém, uma representação muito modesta do Brasil. Segundo relato lido na reunião pelo presidente da comissão, senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), a embaixada brasileira em Libreville conta com a presença apenas do embaixador, que não tem a ajuda de nenhum outro diplomata.


Olimpíadas

Também aprovado pela comissão, o embaixador designado para a Bélgica, Antonio José Vallim Guerreiro, informou que o rei Filipe, que é membro do Comitê Olímpico Internacional (COI), estará no Rio de Janeiro para a abertura dos Jogos Olímpicos deste ano. Em resposta ao senador Lasier Martins (PDT-RS), que manifestou sua preocupação de que se repitam no Rio atos terroristas como o que ocorreu na Bélgica em março deste ano, o embaixador recordou que a Bélgica é o país da Europa Ocidental que mais gente mandou para a guerra na Síria em relação à população, enquanto no Brasil são raros os atentados terroristas.

Em sua exposição, Guerreiro informou ainda que a Bélgica é o segundo país do mundo com maior estoque de investimentos estrangeiros no Brasil, no total de US$ 63 bilhões, atrás apenas dos Estados Unidos.


Cooperação militar

O embaixador designado para a República Tcheca, Márcio Florencio Nunes Cambraia, definiu a cooperação militar entre os dois países como um “campo importante e promissor”. Depois da assinatura de um acordo nesse sentido em 2010, a Embraer e empresas tchecas de aviação estão cooperando na construção do avião cargueiro KC390, apresentado neste ano pela Força Aérea Brasileira.

— Para o Brasil, a aproximação na área de defesa tem a vantagem de que a República Tcheca não tem pretensões de projeção internacional mais ampla e, portanto, não exige contrapartida política — ressaltou Cambraia.

Durante o debate, o senador Cristovam Buarque (PPS-DF) sugeriu que o governo brasileiro dê maior importância à cooperação em cultura e educação com o Gabão, para que o Brasil “seja um exportador de engenharia social, e não apenas de infraestrutura”. O senador Hélio José (PMDB-DF) pediu que o país procure aprofundar o intercâmbio com a Bélgica e a República Tcheca no desenvolvimento de energias alternativas. O senador Edison Lobão (PMDB-MA), por sua vez, recordou que o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva sempre procurou dar prioridade, em seu governo, às relações com o continente africano.

A reunião foi presidida pelos senadores Aloysio Nunes e Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

 

PORTAL TERRA


Prova de fogo da segurança será na abertura da Olimpíada


Silvio Barsetti

Embora as ações de prevenção a atos de terrorismo sejam extensivas para todo o período dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, as autoridades de segurança pública do País consideram o 5 de agosto como o dia "X". Nessa data, são esperados no Rio de Janeiro cerca de 80 chefes de Estado para a cerimônia de abertura, no Maracanã. Isso tem ficado claro nas reuniões da comissão estratégica responsável pela coordenação da segurança do megaevento.

Esse cuidado especial não diz respeito apenas ao estádio, mas também ao Aeroporto Internacional Tom Jobim e às vias expessas da cidade, por onde devem passar as autoridades, já a partir de primeiro de agosto.

Atentados recentes, como os ocorridos na Bélgica, e o dos últimos dias, na Turquia, não mudaram a rotina da comissão que reúne segmentos das Forças Armadas, órgãos de vários ministérios e dos governos do Estado e do município do Rio. A mobilização do grupo tem sido permanente e todos trabalham com a perspectiva real de ações criminosas de grande impacto no momento em que a atenção da mídia mundial estará voltada para o Brasil.

A operação de segurança para a Olimpíada, em agosto, e à Paralimpiada, em setembro, vai contar com aproximadamente 85 mil agentes e é a maior e mais complexa da história do País. Na verdade, ela já está parcialmente em execução, de acordo com o Comando Militar Leste.

Os órgãos de Inteligência que atuam na prevenção de atos terroristas durante os Jogos limitam ao máximo as informações públicas sobre detalhes das operações, o que se justifica por questões óbvias. Sabe-se, porém, que entre as múltiplas ações dos agentes, uma já foi definida faz tempo e é recorrente em situações similares. Vários deles vão dispor de ingressos destinados a torcedores para acompanhar praticamente todas as competições juntos com a plateia.

 

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Alcoa e Embraer


A Alcoa, líder mundial na produção de metais leves, como o alumínio, assinaram ontem contrato de longo prazo de US$ 470 milhões com a brasileira Embraer, líder na fabricação de jatos comerciais de até 130 assentos. O acordo prevê o fornecimento de chapas e placas de alumínio a serem usadas na montagem das aeronaves E2, nova família de jatos da Embraer que vai entrar em operação a partir de 2018. O contrato é uma prova da parceria já existente entre Alcoa e Embraer, afirmou Mark Vrablec, presidente da divisão de Aerospace & Produtos Automotivos da americana Alcoa.

"Nossas ligas patenteadas nos permitirão apoiar nosso cliente no sofisticado e inovador programa E2 e estamos orgulhosos que a Alcoa vai voar com a Embraer", disse o executivo.

 

JORNAL A CRÍTICA (AM)


Espaço aéreo de Manaus terá restrições durante os Jogos Olímpicos na capital

O uso aeronaves não tripuladas, conhecidas como drones, será proibido nas áreas denominadas Espaços Aéreos Condicionados (EAC), que estarão em funcionamento nas cidades-sede do megaevento esportivo.

Silane Souza

ImagemO espaço aéreo de Manaus terá restrições durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, assim como também os das demais cidades que receberão as partidas de futebol da competição. Entre elas, não será autorizado à utilização de aeronaves não tripuladas, também conhecidas como drones, dentro das áreas denominadas Espaços Aéreos Condicionados (EAC), que estarão em funcionamento nas cidades-sede do megaevento esportivo. 

De acordo com o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), as alterações temporárias no espaço aéreo brasileiro são para garantir a segurança e a manutenção do fluxo de tráfego aéreo durante os Jogos Olímpicos. A criação destas áreas segue critérios internacionais com o objetivo de manter a segurança de instalações, do público, dos atletas, de autoridades e de aeronaves, além de minimizar os impactos causados para os usuários do espaço aéreo.

O Decea, que é uma organização subordinada ao Ministério da Defesa e ao Comando da Aeronáutica, explicou que a partir dos locais de realização dos jogos serão ativadas áreas de restrição em determinadas porções do espaço aéreo, com tamanhos e níveis de acesso diferentes. O período de vigência dessas restrições foi estabelecido de acordo com o início das competições oficiais, a abertura e o encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Nesse período, a autorização para o ingresso nos espaços aéreos segregados depende da natureza e das intenções do voo, como aeronaves transportando autoridades, delegações, aeronaves comerciais de operação regular nacional ou internacional, serviços aéreos privados, táxi aéreo, defesa aérea, transporte de pessoal e material, aeronaves ligadas à segurança pública, à busca e salvamento e ambulâncias.

O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil estima que mais de 1 milhão de passageiros – entre atletas, membros de delegações e turistas – circulem pelos principais aeroportos do evento, entre eles, o Aeroporto Internacional de Manaus Eduardo Gomes. A capital amazonense vai receber seis partidas do Torneio Olímpico de Futebol, tanto masculino quanto feminino, nos dias 4, 7 e 9 de agosto deste ano.

A Secretaria de Aviação Civil informou que, da mesma forma que ocorreu na Copa do Mundo de 2014, o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) fará a vigilância do espaço aéreo 24 horas por dia, a partir da Sala Master, localizada no Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), no Rio de Janeiro.

Utilização do espaço

As regras de utilização do espaço aéreo de Manaus durante o período dos Jogos Olímpicos Rio 2016 está disponível no Guia de Consultas sobre as Alterações do Espaço Aéreo para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, no link http://migre.me/ueEQL.

Campanha alerta sobre os perigos dos balões não tripulados

Na última segunda-feira, a Secretaria de Aviação Civil iniciou a campanha de conscientização “Balão é coisa séria”. O objetivo é alertar a população em relação aos perigos dos balões não tripulados que prejudicam seriamente a aviação civil em diversos aspectos, desde o risco de uma colisão até a necessidade de manobras evasivas abruptas e a interrupção de pousos e decolagens, que acarretam atrasos.

No Amazonas, nos últimos seis anos, apenas uma ocorrência desse tipo foi registrada, conforme dados do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). O caso foi reportado por um piloto na manhã do dia 1 de agosto de 2013. De acordo com o registro, o balão vermelho e de médio porte encontrava-se próximo a Ponte Rio Negro, na margem esquerda do rio.

Pela legislação ambiental brasileira, fabricar, vender, transportar e soltar balões que possam provocar incêndios é crime, de acordo com a Lei nº 9.605 de 1998; a pena vai de multa a detenção de um a três anos. Além disso, a prática ilegal também está contemplada na legislação de crimes aeronáuticos, que prevê de dois a cinco anos de reclusão aos responsáveis, por impedir ou dificultar a navegação aérea.

 

SSP-AM reforça integração com Forças Armadas em ações com uso de aeronaves

Pasta está está criando o Serviço de Operações Aéreas (SOA), um grupamento responsável em operar a aeronave Esquilo, e as outras aeronaves.

A Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) está reforçando a integração com as Forças Armadas em ações de segurança integradas realizadas com apoio de aeronaves, a exemplo dos Jogos Olímpicos Rio 2016. No final da manhã desta quarta-feira, dia 29, o secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes, visitou o 4º Batalhão de Aviação do Exército (Bavex), no mesmo terreno da Base Aérea de Manaus, no bairro Colônia Oliveira Machado, zona Sul, para conhecer a estrutura do órgão, segundo informou a SSP-AM em nota.

Durante a visita, o secretário de Segurança Pública, apresentou o helicóptero do Sistema de Segurança Pública e o deixou a disposição para o uso de forma integrada entre as instituições. “Estamos cada vez mais certos que unir os esforços entre as instituições só vai beneficiar as ações em combate a criminalidade no Estado. Todos nós buscamos este caminho dentro da competência institucional de cada um”, ressaltou Fontes.

Antes de iniciar a visita à unidade militar, o secretário de Segurança Pública realizou um sobrevoo em Manaus, na aeronave da SSP-AM. A aeronave modelo Esquilo B3+ da Marca Helibrás, que estava passando por manutenções e reparos, foi apresentada aos representantes dos órgãos de segurança (Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros) no início do mês de junho.

O helicóptero será utilizado nas ações de segurança pública da capital e do interior além de atuar também durante as operações das Olimpíadas de 2016.

A aeronave foi reintegrada ao acervo da SSP-AM após passar por uma manutenção. Ela será usada na atividade policial e de emergência, quando necessário, por todos os órgãos que compõem o sistema de segurança (PM, PC, Detran e Corpo de Bombeiros), conforme explicou o secretário.

O secretário Fontes informa ainda que a SSP-AM está criando, por meio de Portaria, o Serviço de Operações Aéreas (SOA), um grupamento responsável em operar a aeronave Esquilo, e as outras aeronaves que pertencem a secretaria.

 

AGÊNCIA CÂMARA


Educação rejeita inclusão instituições de ensino militares como beneficiárias do Fundeb


A Comissão de Educação rejeitou o Projeto de Lei 3293/15, do deputado Cabo Daciolo (PTdoB-RJ), que inclui como beneficiários dos recursos do Fundeb instituições de ensino das Forças Armadas, das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares. O texto altera a Lei 11.494/07, que regulamenta o fundo.

Ao defender a rejeição do projeto, a relatora, deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), lembrou que as escolas militares, vinculadas às Forças Armadas, são inseridas no Sistema Colégio Militar do Brasil (SCMB), composto pela Fundação Osório (RJ) e por doze colégios militares. “São escolas federais – fora, portanto, do âmbito do Fundeb”, disse.

“Constitucionalmente, polícia militar e bombeiros do DF são financiados pela União, de modo que as escolas militares do DF ficam igualmente excluídas do Fundeb”, finalizou.

O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), de âmbito estadual, é formado principalmente por recursos de impostos e transferências dos próprios estados, do Distrito Federal e dos municípios.

No entanto, sempre que o valor por aluno não alcança o mínimo definido nacionalmente no estado, passa a compor o Fundeb também uma parcela de recursos federais. O montante dos 27 fundos (26 estados e do Distrito Federal) deve ser direcionado para aplicação exclusiva na educação básica.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado ainda pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


 

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Vant nacional pode serviar aos setores de defesa e agronegócio

Veículo não tripulado de médio porte tem 8,5 metros, voa a 207 km por hora e custa cerca de US$ 10 milhões

Roberto Godoy

O primeiro Veículo Aéreo não Tripulado (Vant) nacional de médio porte faz o voo de estreia hoje à tarde, em Botucatu (cidade do interior de São Paulo), na base da empresa fabricante, a A.S. Avionics Services. O produto, denominado Caçador, é um drone que pode ser usado em diferentes funções. A tecnologia israelense transferida para o grupo brasileiro pela IAI-Israel Aerospace Industries.

O modelo de referência é o Heron-1, utilizado pela Polícia Federal desde 2014. Forças militares e de segurança civil de 14 países adotaram a aeronave de pilotagem remota. A versão de exportação da IAI é cotada a US$ 10 milhões.

O programa abre boas possibilidades de negócios internacionais. Segundo João Vernini, presidente da Avionics, o mercado interno pode absorver de 15 a 20 sistemas até 2021.

A demanda externa, avaliada em US$ 1,5 bilhão, é mais significativa, “projetando vendas de 20 a 30 unidades completas no mesmo período de cinco anos”. A empresa, que atua há 20 anos no setor aeronáutico, não revela o valor dos investimentos feitos no empreendimento e ainda não apurou o preço de aquisição do produto.

O Caçador é um Vant de forte aplicação em missões dedicadas do campo da defesa, embora tenha configurações para uso amplo no setor agropecuário, de vigilância ambiental e observação de áreas de risco pela Defesa Civil.

Dimensões. O Vant de médio porte uma aeronave de 8,5 metros de comprimento e 16.6 metros de envergadura. Voa a 207 km/hora, leva cargas úteis de até 450 quilos e, segundo a Avionics, pode permanecer por cerca de 40 horas. O peso máximo de decolagem é de 1.270 quilos. A operação, em terra, é feita por dois pilotos.

Por definição, o drone brasileiro, que em um dos arranjos da IAI leva mísseis e bombas guiadas de 125 quilos, não entra no portfólio como vetor de ataque. “A função primária para as aplicações em nosso plano de negócios não é essa – mas, no fim, a escolha da carga transportada é sempre definida pelo cliente”, diz Vernini.

Tecnologia. A transferência de tecnologia da Israel Aerospace para a Avionics começou a ser executada em 2014, com a decisão da IAI de investir na empresa, de acordo com o presidente para o Brasil, Henrique Gomes.

Primeiro, foram treinados os times de engenharia e, depois, fornecido o conhecimento original necessário para que o parceiro brasileiro produzisse e montasse um novo Vant, o Caçador.

“Um exemplo da transmissão única de tecnologia é a da plataforma de navegação inercial, dominada por poucos grupos no mundo, e que permite uma condução segura e muito precisa”, diz Gomes.

O conjunto de bordo inclui um dispositivo de GPS acoplado a recursos que tem a capacidade de conferir à aeronave autonomia integral – inclusive meios para retornar ao terminal de origem em caso de perda da comunicação com os controladores em terra.

Entre os sensores estão câmeras digitais, captadores infravermelhos de imagens por calor, sistemas de coleta de dados de inteligência em qualquer condição de clima e, atuando no modo específico, executar a designação de alvos.

 

Rio terá megaoperação de segurança durante os Jogos Olímpicos.

Cidade será organizada por 85 mil profissionais para o combate ao terrorismo e à violência doméstica.

Clarissa Thomé

A mais complexa operação de segurança da história dos Jogos Olímpicos tem início sob o fantasma de ataques terroristas, especialmente os dos chamados lobos solitários, e em meio à mais grave crise financeira da história do Estado do Rio de Janeiro. Serão empregados 85 mil agentes – 47 mil das forças de segurança pública, entre guardas municipais, policiais federais, civis e militares e da Força Nacional de Segurança; 38 mil do Exército, Marinha e Aeronáutica.

Um dos principais reflexos da crise na segurança pública é a volta de ações violentas dos criminosos, estimulada pela precariedade do policiamento. No último dia 19, ao menos 25 bandidos resgataram do Hospital Municipal Souza Aguiar, referência para emergências durante os Jogos, o traficante Nicolas Labre, o Fat Family. Um homem que buscava atendimento morreu baleado. Houve dois feridos.

A pedido do governo fluminense, as Forças Armadas cuidarão da segurança do Aeroporto Internacional do Rio (na Ilha do Governador, zona norte) e das vias expressas, como Linha Amarela, Linha Vermelha e Avenida Brasil, que cortam vários bairros. Cercadas por favelas, elas são pontos sensíveis da segurança na cidade. Em 7 de maio, véspera do Dia das Mães, Ana Beatriz Frade, de 17 anos, foi morta por assaltantes quando passava de carro pela Linha Amarela. Não foi solicitado que as Forças Armadas ocupem as favelas. Além da violência urbana, a grande preocupação está nos ataques isolados, como o ocorrido na boate Pulse, em Orlando (EUA), em 12 de junho, com 49 mortos.

“Sem dúvida nenhuma, a ação dos lobos solitários preocupa mais do que ações coordenadas por grupos terroristas. Ela é muito mais difícil de ser detectada. Esse é o grande risco hoje, não só aqui, mas em qualquer lugar do mundo. Ações como essa são difíceis de serem previstas”, reconhece o subsecretário de Estado de Comando e Controle da Secretaria de Segurança, Edval Novaes. Nos últimos anos, “mais de uma centena” de policiais civis, militares e federais e agentes de inteligência foram enviados para eventos esportivos internacionais, como a Maratona de Boston (EUA), ou o Tour de France (FRA), para aprenderem técnicas antiterror.

FRASE EM DESTAQUE

"Pedi ajuda às Forças Armadas para desafogar a Polícia Militar do Rio. A Olimpíada, eu vejo como uma bolha. A preocupação é com o antes da Olimpíada e o depois”, diz José Mariano Beltrame, secretário de Segurança do Estado.

NÚMEROS

1,8 mil câmeras estarão a bordo apenas de carros de polícia durante a realização do evento esportivo.

150 agentes de segurança vão proteger o hotel dos 400 dirigentes do Comitê Olímpico Internacional (COI) e seus familiares.

4 balões levarão câmeras de alta definição, a 230 metros de altitude, para cobrir cerca de 13 quilômetros no entorno das instalações olímpicas.

 

OUTRAS MÍDIAS


DEFENSE WEB


Embraer demonstrates Super Tucano in Gabon

ImagemEmbraer has demonstrated its A-29 Super Tucano trainer and light attack aircraft in Gabon as part of efforts to sell the aircraft to the West African country.

Gabon’s Defence Ministry said Gabonese Minister of National Defence, Mathias Otounga Ossibadjouo, hosted Embraer in the capital Libreville on 22 June as part of the Super Tucano capabilities demonstration.

During the exhibition, the Super Tucano conducted simulated rocket attacks, showed off its manoeuvrability and conducted a simulated bombing run.

After the demonstration, officials from Embraer held a working session with Gabon’s defence minister in order to explore the possibility of acquiring the type.

The Super Tucano has done well in Africa, and has been sold to half a dozen countries on the continent. Nigeria is currently exploring the possibility of ordering the type.

The most recent order came from Ghana, which ordered five in a sale announced on 19 June 2015. The contract includes logistic support for the operation of these aircraft as well as the set-up of a training system for pilots and mechanics in Ghana that will provide the autonomy of the Ghana Air Force in preparing qualified personnel. The A-29 Super Tucanos will be deployed for advanced training, border surveillance and internal security missions.

The order from Ghana came days after Mali signed a contract for six Super Tucanos on 15 June last year, joining Angola, Burkina Faso, Mauritania and Senegal as African customers.

Embraer has recorded a number of orders for its Super Tucano from African countries, which see it as a low cost light attack aircraft that can also be used as a trainer.

Angola officially received its first three of six Super Tucanos in July 2013 and is using them for border surveillance, attack and pilot training. Burkina Faso was the first African country to take delivery of a Super Tucano, receiving three aircraft in September 2011 for border patrol missions. In October 2012 Mauritania received its first aircraft, featuring sensor turrets for surveillance duties, although they will also be used for counter-insurgency missions.

In April 2013 Senegal bought three A-29 Super Tucanos as well as a training system for pilots and mechanics.

The A-29 Super Tucano is capable of performing a broad range of missions that include light attack, aerial surveillance and interception, and counter-insurgency.

The Super Tucano is equipped with a variety of sensors and equipment, including an electo-optical/infrared system with laser designator, night vision goggles, secure communications and data-link package.

Armament comprises one .50-caliber machinegun in each wing. Five hardpoints can carry a maximum external load of 1 550 kilograms (3 420 lb). Weapons options include gun pods, bombs, rocket pods, and (on the two outboard stations) air-to-air missiles.

 

PORTAL IMPRENSA (SP)


Repórter da RedeTV! encontra destroços de acidente de helicóptero em SP

No último domingo (26/6), um acidente envolvendo um helicóptero matou cinco pessoas em Jundiaí, interior de São Paulo. Após quatro horas de buscas, a repórter Beatriz Ferrete, da RedeTV!, teve acesso ao local e encontrou destroços da aeronave.

A jornalista comentou sobre as buscas pelo local do acidente e dos destroços do helicóptero. "Posso dizer que foram quatro horas de buscas até encontrarmos o local do acidente. Isso porque não havia qualquer sinalização e nenhuma equipe de resgate ou de perícia lá naquele momento. Quando encontramos, vimos um cenário de tragédia mesmo. O cheiro de queimado ainda era muito forte. Vimos os destroços do helicóptero de perto e assim pudemos ter a dimensão do acidente", relata a jornalista.

A emissora informa que a aeronave era pilotada pela comandante Jovilde Aparecida Calisctil, levava os passageiros Francisco Roberto Rebolo, Geraldo Vagner de Oliveira, Osmar Marchini e Wagner Lanzoti para Americana, no interior do Estado.

O helicóptero partiu do aeroporto de Congonhas às 7h56 do domingo (26/7, e perdeu o contato com o controle de São Paulo, quando sobrevoava a região de Cajamar. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a documentação do monomotor estava em dia. Ainda não há informações sobre a causa do acidente.

 

JORNAL DA PARAÍBA


Inaugurada nesta quinta-feira primeira fábrica de aviões da Paraíba

Empresa instalada em Campina Grande é a quinta do Brasil; Primeiro modelo fica pronto em setembro.

A primeira fábrica de aviões da Paraíba e a quinta do Brasil foi inaugurada na manhã desta quinta-feira (30), em Campina Grande, no Agreste paraibano. Localizada no distrito de São José da Mata, a empresa deve fabricar modelos leves com capacidade para duas e quatro pessoas. O investimento é de R$ 5 milhões e o primeiro modelo fabricado deve ficar pronto em setembro deste ano.

A inauguração aconteceu por volta das 10h, quando foi exposto um dos modelos que está em fase de montagem. A aeronave de origem americana Volato 400 de uso empresarial, tem capacidade para quatro pessoas. Ela deve ser vendida pelo valor de R$ 750 mil. O avião deve atingir 15 mil pés de altura a uma velocidade média de 350 km/h.

A fábrica conta com profissionais e técnicos da Paraíba, Pernambuco e Rio de Janeiro e é fruto de uma parceria com colaboradores do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Segundo os profissionais, o processo de montagem é lento pelo cuidado exigido para cada detalhe do avião. “Meu serviço é desenvolvimento de toda a parte mecânica, incluindo sistemas como motor, freio e comando de voos”, disse o inspetor de manutenção Rodrigo Rocha.

O dono da fábrica, o empresário Juan Pinheiro, disse que o empreendimento deve tornar a Paraíba uma referência no segmento de aviação. “O grande desafio é a gente importar esse conhecimento e poder replicar com os profissionais de nossa cidade e gerar novos projetos”, disse empresário.