NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


PORTAL G-1


Aeronave faz trabalho de simulação em Santos, SP, e assusta moradores

Dezenas de pessoas expressaram preocupação por meio das redes sociais. Caça veio do Rio de Janeiro e sobrevoa baixo devido a um treinamento.

Do G1 Santos

Um avião caça da Força Aérea Brasileira (FAB) que fez um trabalho de simulação nos céus de Santos, no litoral de São Paulo, assustou moradores durante a tarde desta quarta-feira (26). Dezenas de pessoas expressaram preocupação por meio das redes sociais quanto ao barulho inesperado que foi gerado pela aeronave.

De acordo com a FAB o caça veio do Rio de Janeiro e sobrevoa baixo devido a um treinamento para ver como o Exército e a Aeronáutica reagiriam em situação de ataque. A simulação terminou às 18h.

O barulho gerado pela aeronave foi ouvido em bairros como Embaré, Boqueirão, Aparecida e Ponta da Praia. O episódio ocorreu três meses após o jato que levava o candidato à Presidência da República, Eduardo Campos, ter caído em Santos, resultando na morte do político e outras seis pessoas, o que aumentou as preocupações dos moradores quanto à possibilidade de outro acidente ter ocorrido.

 

JORNAL BRASIL ECONÔMICO


Fabricantes na disputa por uma fatia da aviação regional

Bombardier e Boeing criam estratégias para não deixar mercado na mão da Embraer

Erica Ribeiro

Dispostas a não deixar a brasileira Embraer reinar absoluta no mercado de aviação regional no Brasil — que prevê a abertura ou melhora de 240 aeroportos no país —, os concorrentes começam a se mexer. A canadense Bombardier inaugurou este mês seu escritório brasileiro, na cidade de São Paulo, disposta a aumentar sua visibilidade no mercado brasileiro.

 Alex Glock, vice-presidente regional de Vendas da América Latina, diz que não está preocupado com a competição com a rival brasileira. O momento agora,diz, é de reforçar laços. Segundo o executivo, já estão sendo conduzidas conversas com as principais companhias aéreas para a negociação de modelos que se adaptem ao mercado regional. Glock aponta o turboélice Q400 NextGen, de 80 assentos, como o "estado da arte da tecnologia" e o ideal para as futuras rotas que serão abertas no país.

"O projeto da aviação regional está nos nossos planos e queremos participar disso. Temos aviões com mais alcance", afirma. Glock diz que um passo importante nesse momento é fazer com que os potenciais clientes no Brasil e na América Latina conheçam os produtos da fabricante mais a fundo. "Por isso a estratégia de estar mais presente na região", diz. A Bombardier faturou US$ 18,2 bilhões em 2013. A presidente para o Brasil e América Latina da Boeing, Donna Hrinak, tem na Gol uma parceria de longo prazo e que poderá se estender para a aviação regional. "A Boeing está orgulhosa de sua parceria de longa data com a Gol. Trabalhamos de forma próxima à companhia para entender suas necessidades", comenta a executiva, destacando os modelos 737 Max como os ideais para rotas regionais.

Segundo ela, nos últimos cinco anos, a Boeing entregou 62 aeronaves comerciais avaliadas em cerca de US$ 7 bilhões para o Brasil. "Nossa perspectiva de mercado prevê que a região da América Latina terá uma demanda de cerca de 2.950 aeronaves comerciais, avaliadas em US$ 340 milhões, nos próximos 20 anos. O Brasil representa cerca de 40% do mercado latino americano. É claramente uma área chave para a Boeing", completa. A Embraer afirma que o programa da aviação regional pode gerar demanda por jatos regionais não só para ela como para seus concorrentes globais, exatamente como ocorre em todas as demais regiões do planeta. A família E-jets é o ouro da Embraer para este mercado. No Brasil, somente os modelos E190, de até 114 assentos, e E195, com até 124 lugares, são comercializados.

O E175, com até 78 poltronas, é forte no mercado americano, com 234 pedidos firmes ou quase 80% das encomendas na categoria. Há interesse pelos E-Jets em mercados como Leste Europeu, África, Oriente Médio, China (onde a Embraer detém 90% do mercado de jatos100 assentos) e Ásia-Pacífico. O professor e especialista em aviação, Jorge Leal, da USP, acredita que a Bombardier tem condições mais fortes de competição, já que seus aviões, com menos de100 assentos, conseguem em aeroportos com pistas menores e isso aumenta a capilaridade das aéreas. "Eles vão marcar presença e devem apresentar preços bastante competitivos", comenta.
 

PORTAL BRASIL


Sistema promete facilitar embarque no aeroporto de Joinville

Conectores de embarque tornam mais acessíveis serviços para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida

A Infraero informa que deu início às operações em caráter assistido do sistema ELO no Aeroporto de Joinville/Lauro Carneiro Loyola (SC).

O sistema permite aos passageiros embarcar e desembarcar com proteção do vento, sol e chuva, além de garantir que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida acessem as aeronaves com conforto e segurança.

Os dois conectores, compostos por um conjunto de corredores climatizados, no mesmo nível do solo, aprimoram os procedimentos de embarque e desembarque de passageiros no terminal.

O equipamento, com investimento de R$ 4,21 milhões, prioriza o atendimento e traz mais conforto aos viajantes.

“É um projeto inovador no País e vai aperfeiçoar o atendimento aos passageiros, além de oferecer as melhores práticas de acessibilidade aos viajantes com deficiência e mobilidade reduzida”, afirmou o diretor de Aeroportos da Infraero, Marçal Goulart.

Com tecnologia nacional, o sistema estabelece uma ligação com a aeronave a partir de uma passarela em solo.

O corredor apresenta duas opções para chegar à porta do avião: por escada ou por um elevador, com capacidade para 225 kg, destinado ao uso de cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida.

Rotina mantida

A implantação do ELO é simplificada e não afeta a rotina dos aeroportos, uma vez que não exige obras de grande porte. Basta definir suas posições e montar a estrutura.

Em Joinville, foi necessário fazer ajustes nos pisos entre o terminal de passageiros e a posição de estacionamento das aeronaves. O ELO é modular e pode acompanhar o planejamento do aeroporto.

Joinville é o terceiro terminal da Infraero a receber o sistema. O primeiro instalado no Brasil foi o do Aeroporto de Palmas/Brigadeiro Lysias de Oliveira (TO). A solução foi implantada depois no Aeroporto Internacional de Porto Alegre/Salgado Filho (RS).

O planejamento da empresa prevê que 30 aeroportos administrados pela Infraero recebam o ELO até o final de 2015.

O equipamento segue o conceito de sustentabilidade e atende aos princípios da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, além de ser adequado a aeronaves como o Boeing 737, Airbus 320 e Embraer 190 e 195, comumente utilizadas pelas companhias aéreas brasileiras.

 

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Grupo paranaense planeja aeroporto de R$ 3,5 bilhões


Fábio Pupo

O governo federal recebeu neste ano um pedido de autorização para construção e exploração de um grande aeroporto privado próximo a Ponta Grossa, no interior do Paraná (a 75 km de Curitiba). Com foco na movimentação de cargas, o empreendimento da Companhia Aeroportuária Campos Gerais (CACG) teria investimentos totais calculados em R$ 3,5 bilhões. Mas o projeto já encontra entraves.

Nos planos dos controladores, o aeroporto seria construído em uma área de 50 quilômetros quadrados e integraria os sistemas rodoviário e ferroviário. Ficaria na divisa dos municípios de Palmeira e Ponta Grossa e ainda abrigaria uma área alfandegária. A ideia do grupo é que as empresas instaladas na área do terminal importem componentes sem impostos. De acordo com informações da CACG, o empreendimento está em fase de licenciamento ambiental.

Estão previstas pelos idealizadores do projeto quatro etapas de obras. Na primeira, seriam construídas duas pistas de pousos e decolagens e instalação dos sistemas de segurança, pátios de estacionamentos de aeronaves, armazéns e hangares para cargas, além de um terminal de passageiros "para atender à demanda inicial". O terminal, em longo prazo, teria quatro pistas de operação simultânea para pousos e decolagens, com 3,5 quilômetros de extensão cada, com capacidades para receber as maiores aeronaves comerciais do mundo, como o Airbus A380.

Os controladores apresentam o projeto dizendo que ele será o maior terminal de cargas e passageiros da América Latina e que pode alcançar um tráfego de 750 mil pousos e decolagens por ano. O aeroporto de Guarulhos (SP), atualmente o maior do país, tem cerca de 300 mil pousos e decolagens anuais.

Mas transformar o projeto em realidade pode não ser uma tarega fácil. Os controladores do aeroporto fizeram a solicitação à Secretaria de Aviação Civil (SAC) em agosto na modalidade "outorga de aeródromo civil público por meio de autorização". Nesses moldes, o empreendimento é liberado apenas para certos voos, como os executivos e de táxi aéreo. Em agosto, a documentação começou a ser analisada pela SAC.

Neste mês, o procurador federal Moises Rubbioli Cordeiro, chefe adjunto da assessoria jurídica junto à SAC, emitiu parecer afirmando que o plano de negócios está baseado na operação de uma atividade (voos regulares de cargas e passageiros) não permitida para aeroportos privados sob regime de autorização.

A regulamentação para aeroportos que operem voos regulares está sendo discutida na esfera federal, com envolvimento tanto do Palácio do Planalto como de parlamentares do Congresso. Por enquanto, aeroportos privados que movimentem voos comerciais regulares não podem ser liberados.

Os grupos Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa também estão interessados na nova regulamentação. Ele têm planos para construir o Novo Aeroporto de São Paulo (Nasp), empreendimento de R$ 5 bilhões, com capacidade para 50 milhões de passageiros ao ano (mais que Guarulhos, que atualmente comporta 42 milhões).

Além do problema da legislação, o parecer emitido pelo procurador federal sobre o aeroporto dos Campos Gerais apontou problemas na apresentação de documentos sobre a propriedade do terreno onde o empreendimento seria erguido.

O Valor entrou em contato com o presidente da Companhia Aeroportuária Campos Gerais, Edison Morozowski, que não concedeu entrevista até o fechamento desta edição.

 

Jato KC-390 poderá voar já em 2016


Virgínia Silveira

A implementação de uma metodologia inovadora reduziu pela metade o tempo de certificação do jato de transporte militar KC-390, o maior avião desenvolvido pela Embraer. Já adotada mundialmente por agências reguladoras de aviação como a Easa (European Aviation Safety Agency), a nova metodologia vai permitir que o KC-390 entre em operação no segundo semestre de 2016, dois anos e meio antes do prazo previsto anteriormente.

"A nova metodologia, que delega parte das atividades de engenharia de certificação para a Embraer, já é uma tendência mundial, mas no Brasil representa uma mudança de paradigma nos processos de certificação que eram seguidos até então para aeronaves militares", disse o diretor do Instituto de Fomento à Indústria (IFI), órgão responsável pela certificação do KC-390, coronel Marcelo Franchitto.

O diretor ressalta que a transferência de atividades tipicamente realizadas pelas autoridades de certificação só pode ser feita para empresas com alto nível de maturidade tecnológica e gerencial, como é o caso da Embraer. "Dessa forma conseguimos manter a qualidade e a confiabilidade do processo elevadas", afirmou.

Segundo o diretor, a nova estratégia de certificação foi adotada para evitar que qualquer tipo de gargalo no desenvolvimento do KC-390 acarretasse atraso no projeto e prejudicasse a janela de oportunidade comercial do novo avião no mercado mundial. A aeronave vai disputar um mercado de 728 unidades para 77 países, nos próximos 20 anos. A empresa espera abocanhar entre 15% e 20% desse mercado.

O avião já recebeu uma encomenda de 28 unidades da Força Aérea Brasileira (FAB) e ainda conta com um total de 32 cartas de intenção de compra feitas pela Argentina, Portugal, República Tcheca, Chile e Colômbia. Equador, Peru e Emirados Árabes também estão discutindo a possibilidade de compra do avião com a Embraer.

O K-390, que tem seu primeiro voo previsto para o próximo mês, só tem autorização para operar após a emissão do certificado de tipo (do projeto), feita pelo IFI. O certificado é uma garantia da segurança de operação da aeronave e do cumprimento dos requisitos de projeto.

Para garantir o cumprimento dos prazos previstos no cronograma de trabalho da certificação do KC-390, o IFI está pedindo autorização para a contratação de 34 servidores temporários. A Divisão de Certificação de Produtos Aeroespaciais do IFI, de acordo com Franchitto, conta hoje com 90 engenheiros civis e militares. O pedido de contratação está sendo analisado pelo Ministério do Planejamento, que já enviou uma comitiva ao IFI para conhecer de perto o trabalho de certificação e as necessidades do Instituto.

"A nossa expectativa é que até janeiro já tenhamos a aprovação dessas contratações, que serão feitas com base na Lei 8745/03", disse o coronel. O diretor explica que o KC-390 tem dois processos de certificação em andamento, sendo um no IFI, que cuida da versão militar do avião e outro na Anac, responsável pela certificação civil da aeronave.

O plano de certificação do KC-390 (com 600 páginas), apresentado pela Embraer em maio, encontra-se em fase de avaliação no IFI. Para assumir algumas atividades do processo de certificação, como a confecção de relatórios, pareceres técnicos, simulações e ensaios, a Embraer submeteu à aprovação do IFI um manual de credenciamento. O documento habilitou a empresa como Organização de Projeto Credenciado (OPC).

Segundo o assessor técnico do IFI, tenente coronel José Renato de Araújo Costa, 624 requisitos do KC-390 deverão ser certificados pelo Instituto. A previsão é que num período de dois anos o processo de certificação da aeronave utilize um total de 47.202 homem/hora.

O projeto do KC-390 envolve hoje a participação de 1500 funcionários, sendo mil engenheiros. A Embraer informou que as atividades da produção seriada da aeronave já foram iniciadas. A primeira entrega está prevista para o fim de 2016 e a FAB deverá receber um avião por trimestre.

O diretor do IFI estima que o desenvolvimento do KC-390 tenha um consumo da ordem de 16 milhões de homem/hora num prazo de oito anos. O certificado de tipo para a plataforma básica do KC-390, também conhecida como Green, e que será emitido pela Anac, está previsto para sair no primeiro semestre de 2016.

 

PORTAL EXAME.COM


Anac notifica Avianca e TAM por problemas em Brasília


Ayr Aliski, Do Estadão Conteúdo

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informa que abriu procedimento administrativo para possível aplicação de autuação às empresas Avianca e TAM por problemas no atendimento aos passageiros na madrugada desta terça-feira em Brasília.

Os problemas foram verificados por fiscais da Anac que atuam em esquema de plantão 24 horas no aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek.

Ontem à noite, o mau tempo e fortes chuvas prejudicaram as operações no local.

A Inframerica, que opera o aeroporto de Brasília, informa que por causa do mau tempo, 20 voos foram desviados para Goiânia, Uberlândia, Salvador, Confins e Palmas.

Outros seis voos foram cancelados. Esse balanço considera registros entre as 17h14 de ontem e as 4 horas de hoje.

Durante a maior parte desse período, o aeroporto operou por instrumentos.

Na manhã de hoje, ainda em reflexo aos problemas verificados entre ontem e a madrugada de hoje, mais cinco voos foram cancelados.

A Anac explica que as companhias terão cinco dias para comprovar a prestação de assistência aos passageiros, segundo as normas da Agência, sob pena de multa de R$ 4 mil a R$ 10 mil por passageiro.

 

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL ABC DO ABC (SP)


Niceia De Freitas

São Bernardo monta posto para fornecedores das Forças Armadas

Ministério da Defesa atende pedido da Prefeitura e autoriza instalação de centro de catalogação no Paço Municipal objetivando facilitar acesso de potenciais fornecedores

São Bernardo do Campo dá mais um passo para inserir as empresas da região na cadeia de fornecimento da área de defesa. O Ministério da Defesa atendeu a pedido da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Turismo (SDET) do município, feito há dois anos, para instalar no Paço Municipal uma AgCat-C (Agência de Catalogação Complementar) para prestar serviços a potenciais fornecedores das Forças Armadas. A inauguração do posto está prevista para o segundo semestre de 2015.

Representantes do Ministério da Defesa, o coronel Nelson Kenji, gerente do Centro de Catalogação das Forças Armadas (Cecafa), e o capitão de Fragata Luiz Gomes de Oliveira, também chefe de catalogação do Cecafa, entregaram ao secretário da SDET Jefferson José da Conceição minuta com orientação normativa referente às instalações da AgCat-C.

"Trata-se de um reconhecimento estratégico e que inseriu a região na geografia da indústria de defesa", disse Jefferson.

A AgCat-C é empresa privada responsável pela compilação dos dados técnicos, além de fazer o cadastro e qualificar produtos e serviços para fazer parte de uma catalogação sob responsabilidade do Cecafa.

Para o coronel Nelson Kenji, São Bernardo já um é polo da indústria de defesa. Os olhares se voltaram para a região desde que a presidente Dilma Roussef anunciou, em 2013, a escolha do modelo Gripen, da sueca Saab, para renovação da Força Aérea Brasileira (FAB) e que veio com o anúncio da instalação de uma fábrica em São Bernardo para produção de partes dos componentes dos caças.

A atual gestão municipal se destaca no esforço regional para adensamento da cadeia produtiva de defesa. Entre as várias ações, foram realizados workshops com as Forças Armadas, empresários e instituições de ensino; inauguração do Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB); viagens do prefeito Luiz Marinho e o secretário Jefferson à Suécia, articulações do Arranjo Produtivo Local (APL) de Defesa, entre outras. "Com a escolha do Gripen é importante que esta atividade (de catalogação) esteja no local onde está sendo feita parte da aeronave", explicou o coronel Kenji.

AGÊNCIA - A catalogação é um conjunto de tarefas, normas e levantamento de dados técnicos para identificação e organização de informações sobre produtos e serviços. É o primeiro passo de uma empresa para se tornar fornecedora das Forças Armadas e ter seus produtos incluídos no Sistema OTAN de Catalogação, concebido para proporcionar aos países signatários da Organização do Tratado do Atlântico Norte uma maneira padronizada para identificar, classificar e codificar itens de suprimento para a indústria de Defesa.

Além de São Bernardo, a AgCat-C terá um posto na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Embraer e na Avibrás.

 

JORNAL A TRIBUNA (SANTOS-SP)


 Barulho de avião intriga moradores de Santos nesta quarta-feira

Um forte barulho de avião ouvido de diversos lugares de Santos intrigou os moradores na tarde desta quarta-feira (26). Imediatamente, mensagens nas redes sociais começaram a questionar o que seria este forte ruído e, inevitavelmente, lembraram a tragédia ocorrida no dia 13 agosto, quando o avião do candidato a presidente Eduardo Campos caiu no bairro do Boqueirão, em Santos.

"Tem um avião fazendo piruetas aqui na Ponta da Praia. Tá todo mundo na janela", disse Maria Aparecida Tilly. "Aqui no Embaré pensei que era um avião prestes a cair. Passou muito baixo. Barulho alto! Meu coração veio na boca", escreveu Suzana Di Renzo. "Estou aqui na Conselheiro e também ouvi", afirmou Rita Marcelo.

"É a terceira vez que ouço, em menos de cinco minutos, um jatinho a milhão, sentido Guarujá", afirmou Vanessa Leão. “Estou com medo. Será que vai cair outro avião”, disse Tatiane Almeida.

Outras "brincaram" com o fato de um vidente ter previsto a queda de um avião na Avenida Paulista, em São Paulo. "E o medo de o vidente ter errado o local e o tipo de avião?", ironizou Guilherme Rutigliano.

Explicação

Um caça do Exército da Força Aérea Brasileira (FAB) do Rio de Janeiro está fazendo um treinamento na costa da Baixada Santista. A aeronave sobrevoava baixo e chamou a atenção da população. De acordo com a Base Aérea, trata-se de uma simulação para ver como o Exército e a Aeronáutica reageriam em situação de ataque. A previsão é que os treinamentos durem até as 18 horas.

O forte barulho foi gravado pela internauta Mariana Azevedo. Ela captou o áudio em Vicente de Carvalho.

Previsão

O ronco de uma aeronave sobrevoando por ruas próximas à avenida da praia, no Embaré, Aparecida e Ponta da Praia, além de causar temor aos moradores de Santos, que ainda se recuperam do susto após a queda da aeronave com o ex-presidenciável Eduardo Campos, preocupa ainda mais após a previsão de uma queda de avião em São Paulo ganhar força nas redes sociais.

Nas últimas semanas, o vidente Juscelino Nóbrega da Luz, que ganhou fama após afirmar que havia previsto a morte do político, fez um alerta para a queda de uma nova aeronave, desta vez, na Avenida Paulista. O acidente, que segundo o vidente, ocorreria com um avião da TAM, estava previsto também para esta quarta-feira.