NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


PORTAL G-1


Troca da Bandeira Nacional marca 55 anos de Brasília

Governador Rollemberg participou da cerimônia, conduzida pelo GDF. Solenidade prevista para o dia 12 foi adiada devido às manifestações.

G1 Df

ImagemO governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, participou da cerimônia de substituição da Bandeira Nacional, na Praça dos Três Poderes, em Brasília, na manhã deste domingo (19). A solenidade marcou as festividades pelos 55 anos da capital e foi conduzida pelo GDF, com participação de policiais e de bombeiros.

No momento do hasteamento foram disparados 21 tiros de canhão. Depois do hasteamento da Bandeira, Rollemberg foi saudado pelos presentes.

A solenidade de troca da Bandeira Nacional no local acontece sempre no primeiro domingo de cada mês. Em abril, a cerimônia estava prevista para o dia 12, em vez do dia 5, por causa da Páscoa. A data foi novamente alterada por causa das manifestações.

Exército, Marinha, Aeronáutica, GDF, Corpo de Bombeiros e PM se revezam na organização do evento. Com 14 metros de largura e 20 de comprimento e 280 metros quadrados, o Pavilhão Nacional da Praça dos Três Poderes é o maior do país.

 

JORNAL VALOR ECONÔMICO


BAE amplia contratos com área militar


Virgínia Silveira

A BAE Systems, empresa britânica responsável pela modernização de 150 blindados M-113 de transporte de pessoal para o Exército, deu início ao processo de expansão do projeto para mais 238 veículos. A segunda fase está avaliada em US$ 42 milhões. Na primeira fase foram investidos US$ 50 milhões, segundo informou o diretor-geral da BAE Brasil, Marco Antonio Caffé.

Segunda maior empresa de defesa do mundo, os contratos da BAE no Brasil passam de US$ 500 milhões. A empresa é fornecedora de aviônicos para o KC-390 e foi a primeira a fechar acordo de "offset" (compensação industrial e tecnológica) exigido pela Força Aérea Brasileira (FAB) no projeto.

A BAE está transferindo tecnologia para a Embraer na parte de integração de comandos de voo, que poderão ser fabricados no país pela Rockwell e a parte de manutenção deverá ser feita pela TAP Manutenção e Engenharia. "A BAE é líder mundial no fornecimento de produtos eletrônicos de controle de voo, que operam em cerca de 15 mil aeronaves, incluindo o Legacy 500 da Embraer e agora o KC-390", disse o vice-presidente da BAE para América Latina, Llyr Jones.

O projeto de modernização do M-113 permitiu ao Exército o domínio completo do ciclo de manutenção desses veículos no país. "Com o segundo lote a capacitação da indústria local será estendida para a manutenção de itens como caixa de transmissão, que já é montada no Brasil com peças nacionais da GTF ", disse Caffé.

A terceira fase de capacitação inclui a nacionalização do motor e a Caterpillar é a mais cotada para trabalhar no projeto. Nesta etapa, estuda-se a possibilidade de modernização de um lote adicional de 198 veículos.

A modernização do M-113 faz parte do Projeto Estratégico Obtenção da Capacidade Operacional Plena (Ocop) do Exército. O objetivo do programa, composto por 17 projetos estratégicos, é dotar as unidades operacionais do Exército de material de emprego militar em seu nível mínimo de prontidão e operacionalidade.

A BAE foi contratada diretamente pelo governo americano para esse projeto. Trata-se de um sistema de compra conhecido pela sigla FMS (Foreign Military Sales), em que países parceiros dos Estados Unidos podem se valer da estrutura de compra americana, grande comprador de produtos militares, para baratear seus custos de aquisição.

O chefe da seção de Ciência e Tecnologia do Estado Maior do Exército e supervisor do Ocop, coronel Elivaldo João Rossi, lembra que a família dos veículos M-113 é uma das mais utilizadas no mundo, com um número superior a 80 mil veículos nas forças armadas de 44 países.

"A decisão de modernizar o segundo lote dos blindados M-113 já foi tomada e assinada entre os governos do Brasil e dos EUA. A expectativa é que antes de meados do ano o contrato entre em vigor no Brasil", disse Caffé

Outro projeto relevante da BAE com o Exército é o da modernização da frota de 37 viaturas M-109 blindadas, de combate obuseiro autopropulsado. Mais um lote de 40 unidades doadas pelos EUA e equipadas com sistemas embarcados de última geração também serão revitalizadas pela BAE. O contrato está avaliado em US$ 60 milhões. "A integração dos sistemas conta com a participação de engenheiros brasileiros nos EUA", disse.

Para a Marinha, a BAE forneceu três navios de patrulha oceânica (OPVs) de 1800 toneladas e também os serviços de suporte. O contrato com a Marinha teve custo de R$ 387,2 milhões. O acordo com a BAE prevê ainda uma licença de fabricação para que o Brasil possa construir no país outras embarcações da mesma classe e, futuramente, expandir para navios do tipo Corveta.
 

Embraer avalia novas opções no programa espacial


Virgínia Silveira

A Embraer Defesa & Segurança estuda ampliar sua presença no programa espacial brasileiro e inclui a possibilidade de explorar projetos na área de foguetes. "A nossa meta é ter uma empresa integradora na área espacial. Isso pode incluir desenvolvimento de veículo lançador e de novos satélites", afirmou em entrevista ao Valor, o presidente da unidade, Jackson Schneider.

A empresa iniciou seus negócios na área espacial em 2013 com o projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), no qual é responsável pela gestão dos fornecedores e do lançador, além da integração dos sistemas. O satélite está sendo fabricado pela francesa Thales Alenia Space e o lançamento será feito pela Arianespace, no segundo semestre de 2016. O custo total do projeto é de R$ 1,3 bilhão.

Para o comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato, a decisão do governo brasileiro de romper o acordo com a Ucrânia para o lançamento do foguete Cyclone-4, do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, certamente abrirá novas perspectivas para o programa espacial brasileiro, que hoje se encontra praticamente paralisado.

"A Embraer tem demonstrado interesse no nosso Veículo Lançador de Microssatélites (VLM). Estamos conversando", disse o comandante na Laad, feira de defesa e segurança, que terminou sexta-feira no Rio de Janeiro.

O projeto do VLM é um dos projetos prioritários do programa espacial brasileiro. O foguete é feito hoje em parceria com o Centro Espacial Alemão (DLR) e prevê a participação da indústria nacional desde as primeiras fases de concepção. "Estamos interessados em avançar na área espacial, o que abre espaço para atuarmos junto aos principais participantes desse processo como a Agência Espacial Brasileira, Força Aérea Brasileira e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais", afirmou Schneider.

Por meio da coligada Visiona, joint-venture entre a Embraer (51%) e a Telebras (49%), o executivo disse que a Embraer pretende ser mais ativa no segmento espacial e elogiou o trabalho que o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) vem realizando na área de lançadores.

Segundo estudos já feitos por especialistas o VLM tem um potencial de mercado promissor, tendo em vista que ainda não existe nenhum outro foguete dedicado para atender a essa faixa de mercado (lançamento de cargas úteis de 120 a 150 quilos). O VLM é um foguete configurado para lançar micro e nanossatélites de sensoriamento remoto, experimentos científicos e com aplicação meteorológica em baixa altitude.

Os concorrentes do VLM são foguetes de grande porte, que levam pequenos satélites. O VLM teria custo de lançamento baixo, inferior a US$ 10 milhões. O desenvolvimento é coordenado pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE).

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Militares Brasileiros testam drones para operações no Haiti


Olívia Freitas

O Exército Brasileiro passou a testar drones (aeronaves não tripuladas) em operações em áreas de conflito na missão de paz da ONU no Haiti (Minustah).

Duas aeronaves de pequeno porte do modelo Phantom, fabricado pela chinesa DJI, foram adquiridas no ano passado pelo Exército, em Miami, nos Estados Unidos, a um custo de US$ 3 mil.

Desde então, a tecnologia vem sendo testada pelo contingente na capital, Porto Príncipe.

Uma pequena câmera acoplada ao equipamento captura imagens do terreno, que são visualizadas e controladas em um tablet ou celular.

Um segundo soldado é responsável por controlar o aparelho.

Os drones são usados para checar o campo no momento em que a tropa está se deslocando para a área de operação, além de acompanhar a evolução da patrulha. Isso ajuda a evitar possíveis confrontos.

"É muito mais fácil e menos arriscado ver do alto o que está acontecendo no terreno do que ter que descobrir andando", conta o major Sérgio Mattos, coordenador do projeto.

"Os drones substituem a necessidade de termos militares à frente ou em uma posição alta", explica Mattos.

Por meio das imagens, o operador pode identificar objetos ou pessoas suspeitas em um raio de até 1 km.

O equipamento permite ao militar ter uma boa visão da área a até 60 metros de altura e oferece uma autonomia de 14 minutos de bateria.

"Se o comandante tem uma imagem aérea que mostra a profundidade e as características de uma manifestação e da situação nas ruas, isso garante a ele mais coerência na decisão de atuação e de emprego das tropas", diz o tenente Gustavo Serio, operador de drone.

EM CAMPO

Os drones já foram utilizados em quatro operações brasileiras no Haiti, além de eventualmente serem emprestados aos contingentes de outros países.

Em uma das operações realizadas com o equipamento, em Cité de Soleil, área mais pobre do país e que foi considerada pela ONU como a mais violenta do mundo em 2004, os militares ficaram em meio a um tiroteio e conseguiram agir graças ao drone.
 

PORTAL R7


Fofinhos, inteligentes e concentrados. Cachorros da FAB são verdadeiros heróis de quatro patas

Conheça os bichinhos que ajudam a Força Aérea Brasileira e morra de amores por eles

No último dia 10 de abril deste ano, foi formada a nova equipe de cães que vão ajudar o trabalho da FAB (Força Aérea Brasileira). A nova equipe é formada por militares da FAB e do Exército, policiais civis e cães da raça pastor belga malinois. O grupo está preparado para atuar em ações de combate às drogas e atividades de segurança que envolvam o faro de armamentos e munições. O curso foi oferecido pelo BINFAE-BR (Batalhão de Infantaria Especial de Brasília) e teve duração de dois meses.

ImagemO trabalho dos cães é muito sério, mas eles encaram tudo como uma grande brincadeira. Eles ficam muito animados quando procuram algum tipo de irregularidade. 

Nem os carros escapam da inspeção dos cães que foram treinados especialmente para isso.

Os cachorros da FAB são fofinhos, mas conseguem agir de forma que assustaria muitas pessoas.

Os cães Thor, Lora e Rita — dois labradores e uma foxhound, respectivamente — também participam de treinamento. Eles são responsáveis pelas missões de busca e salvamento em Florianópolis
Eles são do Gafab (Grupo de Apoio à Força Aérea Brasileira).

O treinamento tem como objetivo integrar os cachorros em ambientes que eles não estão acostumados, como aviões. Isso acontece para que, se necessário, eles possam ajudar em missões de busca a aeronaves e tripulantes desaparecidos. Durante a simulação, um militar finge estar ferido e sai do local, caminhando pela mata. Depois de um tempo, ele deita no chão e fica esperando por socorro. Os cachorros e seus condutores receberam um pedaço de roupa do militar para usarem como pista. Depois de uma caminhada, os cães acham o militar que estava “perdido”. Quando o animal acha a “vítima” ele é recompensado com ração ou um pedaço de comida. Isso é conhecido como reforço positivo. Assim, ele entende que teve um mérito em sua atividade.
 

JORNAL O POVO (CE)


O Ceará é a escolha


Camila De Almeida

Que a formação no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) é porta de entrada para o mercado de engenharia e áreas afins ninguém duvida. Os graduados cearenses pelo instituto sabem disso. O destino deles, muitas vezes, é seguir carreira em empresas no Sul e Sudeste ou rumarem para o exterior. Mas alguns decidem voltar. 

“Grupos econômicos começam a investir no Ceará. O movimento é causado pela expansão industrial que o Estado tem observado nos últimos anos”, destaca o coordenador das turmas do ITA e IME da Organização Educacional Farias Brito, Francisco Teixeira Júnior. Dos 170 aprovados na prova do ITA no ano, 61 são de Fortaleza, o representando 35% do total. Segundo a Associação de Engenheiros do ITA no Ceará, entre três e quatro graduados cearenses por turma retornam.

Anderson Espíndola é formado pelo ITA. Após o término do curso, o interesse era voltar para o Ceará. “Minha família reside aqui, mas meu foco era a área profissional. Analisei duas propostas, sendo uma de Brasília e outra do Ceará. Optei por fazer algo relacionado ao empreendedorismo”, afirma.

Com os engenheiros Samuel Lima e José Artur Neto, outros dois cearenses do ITA, segue com a Sun Grid, negócio voltado para mini e micro geração de energia e destinada a empresas de pequeno, médio e grande porte. “Avançamos na captação de recursos. A ideia é conseguir instalar vários projetos”. Destaca também que, mesmo com a empresa estruturada no Ceará, tem recebido ofertas para outros estados. “As propostas são para atuar em São Paulo”, disse.

David Oliveira também fez o caminho de volta. Atuava como analista de empresas de capital aberto no banco suíço Credit Suisse. “Temos a oportunidade de crescimento no Nordeste. No Ceará, as empresas começam a dar conta e buscam esses profissionais”. Hoje David é gerente de tesouraria de uma empresa de desenvolvimento urbano
em Fortaleza.

Regresso

Anderson é um dos responsáveis pela Associação de Engenheiros do ITA no Ceará.. Criada em 2013, auxilia os recém-formados no regresso ao Estado. O contato também serve para estreitar relações de negócios. “Surgem várias ideias de empreendedorismo”, declara. 

O baixo índice de retorno não é lamentado.Anderson destaca que empresas entram contato com a associação em busca profissionais para áreas específicas. “Temos uma demanda principalmente no segmento de aviação e infraestrutura portuária”.
 

JORNAL O DIA


CAÇA EM EXPOSIÇÃO


Moradores do Rio e turistas na cidade têm até 8 de maio para ver de perto uma das aeronaves mais relevantes da história do Brasil, um caça P-47 Thunderbolt usado pela FAB durante a Segunda Guerra Mundial. A aeronave está em exposição no Monumento aos Pracinhas, localizado no Aterro do Flamengo.
 

PROJETO F-X2


Embraer e Saab firmaram acordo de parceria na gestão do Projeto F-X2 da Aeronáutica. As partes já tinham assinado memorando em 2014. A parceria compõe o compromisso do grupo sueco para produzir o caça Grupen NG. Os brasileiros vão ajudar a desenvolver os sistemas, fazer testes de voo e a montagem final.
 

TECNOLOGIA


Os engenheiros e pilotos brasileiros também serão treinados na Suécia. Numa segunda fase, esses profissionais vão desenvolver o caça Gripen, o que vai possibilitar a transferência de tecnologia. Também na Laad, a Helibras entregou ao Exército mais uma unidade modernizada do helicóptero modelo Fennec.
 

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL D24AM(AM)


Projeto de lei de Vanessa permite que mulheres optem por serviço militar

Caso seja aprovado e passe a vigorar, as mulheres poderão servir no Exército, Marinha ou Aeronáutica nos mesmos moldes que os homens

Alisson Castro

Manaus - A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB) apresentou um projeto de lei que garante às mulheres a opção se alistar no serviço militar antes de completar 18 anos. Caso o projeto seja aprovado e passe a vigorar, as mulheres poderão servir no Exército, Marinha ou Aeronáutica nos mesmos moldes que os homens são obrigados a fazer atualmente.

Segundo a senadora a atuação das mulheres nas força militar fica, atualmente, restrita a serviços como médica, enfermeira ou farmacêutica. “Onde diz que a mulher não tem capacidade de servir às forças armadas brasileiras? Estamos tratando aqui de serviço militar. Todo homem tem obrigação de se alistar perante as forças e servir ou não, dependendo de sua capacidade, e eu sempre me questionei por que só o homem pode, no ‘front’ de guerra, defender uma nação?”, disse.

A senadora explicou que já apresentou este projeto quando era deputada e está reapresentando agora no Senado. “Eu gostaria muito de colocar obrigatório, mas acho a gente deve começar como opcional”, afirmou. Vanessa disse que já conversou com o comandante do Exército, general Villas Boas, e, segundo a senadora, ele se mostrou simpático à ideia.

Na justificativa para o projeto, a senadora Vanessa avalia que as Forças Armadas já incorporam as mulheres em suas tropas, com única exceção feita a área de combate, e analisa não haver, atualmente, efetiva participação em todos os cargos e funções existentes.

“Portanto, entendemos que essa possibilidade legal vai ao encontro de tornar mais efetivo o mandamento inscrito no Artigo 5º da Constituição Federal, que iguala homens e mulheres em direitos e obrigações”, cita a senadora na justificativa do projeto.

Ainda no texto apresentado ao Senado pela parlamentar, é citado que as mulheres têm garantias pela legislação, ainda que no serviço militar, de licença-maternidade, dispensa de uma hora, durante o expediente, para a militar lactante e dispensa de atividade que envolva esforços físicos ou exercícios de campanha para a militar gestante.

O Projeto de Lei 213 visa dar nova redação à Lei 4.375, de agosto de 1964, a chamada Lei do Serviço Militar, e adiciona um segundo parágrafo ao Artigo 1º da lei nos seguintes dizeres: “As mulheres ficam isentas do Serviço Militar em tempo de paz, garantindo-se a elas a prestação voluntária desse serviço, de acordo com suas aptidões, desde que manifestem essa opção de apresentação previsto no Art. 13 desta lei”.

O projeto foi apresentado pela senadora, em 13 de abril, e, no mesmo dia, foi apresentado à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, onde aguarda recebimento de emendas. Após esta etapa, o texto ainda irá tramitar na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional.

Caso seja aprovado nestas duas comissões do Senado, o projeto será encaminhado à Câmara dos Deputados, onde deve passar pelas comissões de Finanças e Tributação, do Trabalho e Serviço Público e, por último, na de Constituição e Justiça. Só depois irá à sanção presidencial. O projeto só será votado pelo plenário das casas legislativas caso algum parlamentar entre com recurso para que ocorra isso.

De acordo com regulamento do Senado Federal, o projeto poderá receber emendas pelo prazo de cinco dias úteis perante a primeira comissão. A assessoria de Vanessa informou que a parlamentar já está conversando com membros das Forças Armadas para verificar a melhoria das estruturas dos quartéis para receber as mulheres.

De acordo com assessoria, será feito um estudo com as Forças Armadas de outros países, em que as mulheres já estão mais integradas na vida militar, para entender como foi feita a adaptação para incorporar as mulheres no ambiente militar.

Opinião
A socióloga e indigenista Ana Cláudia Bandeira de Melo disse ter simpatia pela proposta. “É, no mínimo, inovador porque se abre uma oportunidade de carreira militar para as mulheres que é, atualmente, uma carreira predominantemente de homens. Inclusive, abrindo espaço para as mulheres ocuparem altas patentes nas Forças Armadas”, afirmou.

De acordo com a socióloga, as mulheres são mais sensíveis em relação à abordagem de pessoas em atividade. “Atualmente, vemos o Exército fazendo mais atividade social do que militar. Então, eu acho que as mulheres podem fazer estas missões com mais sensibilidade”, frisou.

Para a vereadora Therezinha Ruiz (DEM), a proposta é boa, mas ela reiterou ser contra qualquer proposta de implantar a obrigatoriedade de alistamento militar feminino. “Eu acho interessante que seja aberto a ambos os sexo, mas não como obrigatoriedade para as mulheres, porque as mulhres têm suas peculiaridades. Lembro que quando eu comecei como professora, 90% das profissionais eram mulheres e hoje isto já mudou muito”, afirmou.

Segundo a presidente do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres do Amazonas, Ísis Tavares, o projeto traz avanço a sociedade. “O Exército não é um espaço exclusivamente de homens. Inclusive, nas civilizações antigas, as mulheres eram treinadas e, infelizmente, a nossa sociedade fez com que as mulheres ficassem confinadas aos espaços privados”, opinou.

De acordo com informações no site do governo federal, de abril de 2014, a presença feminina nas Forças Armadas do Brasil cresceu nos últimos anos e, atualmente, somam 22.208, que representa 6,34% do total do efetivo militar do País, que é composto por 350.304 integrantes.
 

PORTAL PORTUGAL DIGITAL


Vice-presidente do Brasil visita Portugal com política comercial em foco

Michel Temer é recebido ao final da manhã pelo presidente português, Cavaco Silva. Após o encontro no Palácio de Belém, Temer segue para o Hotel Tivoli, onde participará no encerramento do seminário empresarial Brasil - Portugal.

Jorge Horta

Antes da visita a Portugal o vice-presidente do Brasil afirmou, em nota veiculada no seu site oficial, que "é hora de o Brasil ser mais incisivo na política comercial". Além de Lisboa, Temer também visitará Madrid. "Teremos uma grande oportunidade de aprofundar as relações do Brasil com Portugal e Espanha e avançar nos negócios que interessam aos dois países", afirmou o vice-presidente.

Ainda esta segunda-feira Michel Temer terá um encontro às 17h na residência oficial do primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, e após a reunião com o chefe do Governo luso o vice-presidente brasileiro irá à Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa proferir uma palestra.

A agenda de Temer em Lisboa prosseguirá na terça-feira com um encontro com o vice-primeiro-ministro português, Paulo Portas, no Palácio das Laranjeiras, onde haverá uma declaração à imprensa no seguimento da assinatura de vários protocolos.

A passagem por Portugal incluirá ainda visitas à sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e à Assembleia da República.

O comércio entre Brasil e Portugal atingiu em 2014 a marca de US$ 2,1 bilhões de dólares, sendo US$ 1 bilhão de exportações brasileiras.

Na nota de agenda divulgada pela assessoria de Michel Temer é dado destaque às oportunidades de cooperação entre o Brasil e Portugal em alguns setores específicos, como a aeronáutica e a aviação.

A nota sublinha que "o Governo português vem demonstrando interesse na aquisição do KC-390, o novo modelo de avião-cargueiro da Embraer", notando também a "possível participação de empresas brasileiras na privatização da TAP, companhia aérea portuguesa de reputação internacional, com atuação expressiva na conexão entre o Brasil e Europa".
 

PORTAL D24AM (AM)


Acidentes aéreos caem 14,2% em 2014 no Amazonas

No ano passado, seis acidentes foram registrados, contra sete em 2013

Annyelle Bezerra

Manaus - No ano passado, o número de acidentes aéreos, no Amazonas, caiu 14,2% em comparação com o mesmo período de 2013. Conforme dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), seis ocorrências do tipo foram registradas, no Estado, de janeiro a dezembro, contra sete, no ano anterior.

Aeronaves convencionais, a maioria particulares, e turbo hélices estiveram entre os envolvidos em acidentes registrados, no Amazonas, no ano passado. Um táxi aéreo e uma aeronave de transporte regular também compõem a lista.

Manaus, com duas ocorrências ocupou o primeiro lugar no ranking dos municípios palco de sinistros. Iranduba, Coari, Boa Vista e Novo Airão, com um caso cada, respectivamente deram prosseguimento a lista de municípios que apresentaram acidentes aéreos, em 2014, segundo a Anac.

No ano passado, seis acidentes foram registrados no Estado, contra sete em 2013, uma queda de 14,2%. Em 2012 e 2011, cinco ocorrências do tipo foram comunicadas a Anac, respectivamente.

Em 2013, Manaus e Tefé apresentaram o maior número de acidentes aéreos, duas ocorrências cada. Em seguida estavam Atalaia do Norte, Envira e Canutama, com um caso cada, conforme a Agência Ncional.

O pouso sem trem do monomotor PR-RAU, modelo 58, de propriedade da empresa Tapajós Táxi Aéreo Ltda, foi o primeiro acidente registrado pela Anac, no ano passado, no Amazonas. O sinistro sem vítimas fatais ocorreu no dia 18 de janeiro, no Aeroclube do Amazonas, zona centro-sul. Duas pessoas estavam a bordo da aeronave.

No dia 16 de abril, foi a vez do avião bimotor Piper PA-34-200T, de prefixo PT-ISH, cair no meio da mata após uma falha de motor em voo, por volta das 18h. A aeronave com dois passageiros pousou dentro de um sítio próximo ao ramal de Paricatuba, em Iranduba. Não houve feridos.

A lista de acidentes identificados pela Anac, no ano passado cita ainda o pouso forçado da aeronave turbo hélice ATR-42-500, que decolou de Coari, no Terminal 2 do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em maio. O avião que transportava 49 passageiros teria tido problemas após colidir com um animal na pista; o acidente sem causa determinada envolvendo a aeronave turbo hélice de propriedade da empresa Rico Táxi Aéreo Ltda, em Boa Vista do Ramos; a falha de motor em vôo da aeronave convencional de propriedade da empresa Seaplane Tours Turismo Ltda, em Novo Airão; e a perda de controle no solo do avião convencional da empresa Jamil Tur, em Manaus, no mês de outubro também são citados.

De acordo com a Anac, nem sempre os acidentes aéreos têm como causa a falta de manutenção da aeronave. Condições meteorológicas, uso de bebidas alcoólicas ou mesmo erro de projeto podem contribuir para as falhas.
 

CENÁRIOMT(MT)


Veja as melhores faculdades do País, segundo o Ministério da Educação

Ministério da Educação avalia universidades com notas que vão de 1 a 5. Instituições com nota 1 e 2 sofrem fiscalização

Todas as instituições de ensino superior do País são avaliadas pelo Ministério da Educação, que é responsável por autorizar o oferecimento de cursos de graduação e pós-graduação stricto sensu no Brasil.

O Índice Geral de Cursos (IGC) é a nota da instituição divulgada anualmente pelo MEC. O índice é composto pela média ponderada das notas dos cursos de graduação e pós-graduação de cada instituição e inclui o desempenho dos alunos na prova do Enade.

As notas vão de 1 a 5, sendo que 1 e 2 são consideradas notas insuficientes para manutenção de cursos, a nota 3 é regular, e 4 e 5 são notas boas.

O MEC disponibiliza ainda a página e-MEC, em que é possível consultar as notas da faculdade e dos cursos de graduação do País.

Confira na galeria as instituições com nota máxima no MEC fachada da unicamp.
Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos.
Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio de Janeiro.
Escola de Ciências Sociais (FGV/CPDOC), em São Paulo.
Universidade Federal de Lavras (Ufla).
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte.
Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic, em Campinas.
Faculdade de Tecnologia de Ourinhos (Fatec), em Ourinhos (SP).
Escola Superior de Administração e Gestão da Baixada Santista (ESAGS Strong), em Santos (SP).
Faculdade Fucape, em Vitória (ES).
Faculdade de Administração de Empresas (Facamp), em Campinas.
Insper, em São Paulo.
Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
Escola de Economia de São Paulo (FGV/EESP), em São Paulo.
Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia, em Belo Horizonte.
Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV/EPGE), no Rio de Janeiro.
Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (FGV/EBAPE), no Rio de Janeiro.
Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho, em Belo Horizonte.
Universidade Federal de Viçosa (UFV).
UFABC.
Região Sul, onde está a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)tem maior índice de cotas sociais no País.
Unifesp.
UFSCAR.
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).