DIA DO SOLDADO

Soldados da FAB relatam suas atividades em diversas regiões do país

Em 25 de agosto é celebrado o Dia do Soldado, em alusão ao Duque de Caxias
Publicado: 24/08/2018 09:55
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Fonte: Agência Força Aérea, por Tenente Cristiane dos San
Edição: Agência Força Aérea - Revisão: Major Alle

Proteger a nação é uma tarefa que exige coragem e determinação, características que o soldado tem de sobra. E esse comprometimento é celebrado: 25 de agosto, Dia do Soldado. A data marca o nascimento de Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, que lutou e defendeu o Brasil em vários conflitos nacionais e internacionais, tornando-se o Patrono do Exército Brasileiro. Dentro da hierarquia das Forças Armadas, a base da pirâmide começa com os soldados. Conheça a rotina de alguns desses militares na FAB.

S2 Eduardo Martins - DTCEA-SM

“Levo a paixão pela FAB desde pequeno. O meu avô foi o primeiro comandante do DTCEA-SM e meu pai trabalha aqui há mais de 33 anos, e também foi soldado. Eles tiveram influência na minha jornada. Desde pequeno frequento este lugar e, com o passar dos anos, fui me identificando com a farda. Sempre quis ser soldado, assim como meu pai. Eu me formei como 01 da turma e fui Recruta Padrão. Isto está totalmente ligado à educação que eles me deram. Hoje, trabalho na secretaria do DTCEA-SM e também exerço atividade de motorista das viaturas.”

 

S2 José Robson Almeida Souza da Silva Júnior - Ala 7

“Eu sou auxiliar da Seção de Motores do Esquadrão de Logística. A minha rotina é ajudar os mecânicos de motores na manutenção das aeronaves A-29 Super Tucano e C-98 Caravan durante as inspeções, lavagem de compressor, download de dados das aeronaves, dentre outras atividades. É muito gratificante saber que contribuo de alguma forma para o cumprimento da missão da FAB na Amazônia.”

 

S2 Jeferson Joaquim - DTCEA-MDI

“Sirvo no Morro da Igreja, em Urubici, na Serra Catarinense. Aqui, enfrentamos as condições mais adversas possíveis, com temperaturas abaixo de zero, ventos fortes e até mesmo neve. Passamos por invernos rigorosos, o que exige o máximo de cada militar. Trabalho na sessão administrativa do DTCEA-MDI, cuidando do departamento de pessoal e do Hotel de Trânsito, onde recebemos militares de outras unidades para missões de manutenção do radar. Me sinto gratificado por saber que o meu trabalho contribui para a garantia da soberania do espaço aéreo no Sul do Brasil.”

 

S2 Flavio Ramos Vidal Filho - BAAF

“Ser soldado é executar sem hesitar e amar a farda acima de tudo. Desde que comecei a atuar como militar, o meu trabalho foi árduo e intenso. A rotina na caserna também pode ser bem estressante: ficamos dias longe de casa e vamos a lugares que não conhecemos. Porém, mesmo com tantas variáveis, estamos sempre prontos e dispostos a cumprir qualquer missão. O que nos motiva é saber o bem que fazemos à sociedade.”

 

S1 Igor Branco de Oliveira - Ala 5

“Eu me identifiquei muito com a missão do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, o PARA-SAR, por isso eu escolhi atuar aqui. Desde então, eu me voluntariei também para realizar os cursos de paraquedista e de dobragem de paraquedas. Eu sou voluntário para todas as missões, como o salto de emergência dos cadetes da AFA e o curso de paracomandos. O que tiver de missão, e eu puder ir, vou com o maior entusiasmo, porque eu estou aqui para cumprir missão. É uma realização profissional.”

 

S1 José Ricardo Gomes de Lima Junior - Ala 1

“Desde que ingressei na FAB, eu voltei minha atenção para o canil, dedicando o meu tempo a aprender como é o treinamento de cães militares, do nascimento à formação dos filhotes até a formação na fase adulta. O objetivo é preparar os cães para executar vários tipos de missões, como busca de entorpecentes e serviço de guarda. Também atuo na formação de cinotécnicos, que são os militares operadores do cão tanto em missões do Grupo de Segurança e Defesa quanto no dia a dia de treinamento.”

  

S1 Kessy Darlly Ferreira Machado - Ala 1

“Desde agosto de 2014 estou na FAB e vim direto para o Pelotão de Motociclistas da Aeronáutica (PMA). Eu fiz o estágio de Polícia da Aeronáutica (PA), o curso de batedor e, por fim, o curso de mecânico da Harley-Davidson, que são as motos que utilizamos. Na função de PA, realizo escolta de comboios, de material bélico e de valores. Também faço escolta de autoridades, como o Presidente da República, Ministros do Brasil e de outros países.”