PARALIMPÍADA

Batalhão de Garantia da Lei e da Ordem da FAB atende a uma ocorrência por dia

Desde o dia 24 de julho, aproximadamente 500 militares da FAB estão nas ruas do Rio para realizar policiamento; atividade continua durante a Paralimpíada
Publicado: 08/09/2016 09:00
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Fonte: Agência Força Aérea, por Ten Gabrielli Dala Vechia

O Batalhão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) da Força Aérea Brasileira (FAB), formado por aproximadamente 500 militares, atende em média a uma ocorrência por dia desde 24 de julho, quando começou o policiamento nas imediações do Aeroporto do Galeão. A maior parte das ocorrências foi de pequenos furtos, acidentes de trânsito e roubos. Na Paralimpíada, que iniciou nesta quarta-feira (07/09), a atividade mantém os mesmos procedimentos e número igual de envolvidos, garante o Comandante do Batalhão, Coronel Alexandre Okada.

Segundo ele, o mesmo efetivo de militares continua disponível, mas pode haver diminuição das quantidades utilizadas nas ruas, devido à redução do número de atletas, família olímpica e autoridades, se comparado ao período anterior. “Estaremos de prontidão para utilizar 100% das equipes, caso seja necessário”. O perímetro de patrulhamento também permanece o mesmo dos Jogos Olímpicos: são de responsabilidade da FAB os terminais do Aeroporto do Galeão e as principais vias de acesso a ele, como a Estrada do Galeão e a Avenida Vinte de Janeiro. 

O Coronel Okada destaca que uma das principais diferenças em relação ao período da Olimpíada é o amadurecimento, além da experiência que vai servir para fortalecer esse tipo de missão na FAB. Essa é a primeira vez que a Força coloca um batalhão de GLO nas ruas. “Todo esse período de missão nos traz um respaldo maior de experiência organizacional, logística e prática operacional. São desde pequenos detalhes até a condução jurídica das ocorrências”, afirma o Coronel.

A presença maciça de militares nesses locais, considerados estratégicos, é um fator de dissuasão de criminosos, explica o Comandante do Batalhão de GLO. Já nos primeiros dias da missão, um suspeito foi preso em um ônibus que saía da Ilha do Governador, portando uma arma de brinquedo. “Em depoimento, afirmou que pretendia realizar assaltos no aeroporto, mas que desistiu devido à movimentação dos militares nos terminais”, conta o Coronel Okada.