RIO 2016

Almirante Ademir Sobrinho ressalta confiabilidade no sistema de controle de tráfego aéreo

O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) conheceu as atividades da Sala Master de Comando e Controle no RJ
Publicado: 09/08/2016 11:00
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Fonte: DECEA, por Tenente Glória Galembeck
Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Flávio Nishimori

 “Nós temos que conhecer tudo aquilo que dá suporte às Forças Armadas do nosso País na área de controle de tráfego aéreo. Tive uma excelente impressão e isso aumenta a nossa confiabilidade no sistema”. A avaliação é do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), Almirante de Esquadra Ademir Sobrinho. O oficial-general conheceu na segunda-feira (08/08) as atividades da Sala Master de Comando e Controle do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), no Rio de Janeiro.

Durante a visita, o Diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos Vuyk de Aquino, explicou o trabalho coordenado que ocorre na Sala Master. A atividade é realizada entre a Força Aérea Brasileira (FAB) e órgãos e agências governamentais e não governamentais ligados ao setor da aviação com alguma influência sobre os voos realizados no período dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. A Sala foi ativada em 20 de julho e funcionará 24 horas por dia até o final dos Jogos Paralímpicos.

O chefe do EMCFA esteve também no salão operacional do CGNA, que mantém suas atividades de coordenação e balanceamento do fluxo do tráfego aéreo no espaço aéreo brasileiro, dia e noite. “Esse conhecimento `in loco´ do que se faz aqui foi muito positivo”, afirmou o chefe do EMCFA.

O oficial-general ressaltou a importância de se manter constante monitoramento, ainda que as ações de segurança e defesa dos Jogos Rio 2016 estejam transcorrendo sem ameaças significativas.

“Hoje mesmo eu transmiti aos meus comandados essa preocupação. Por não termos nenhum incidente grave existe uma tendência natural de que as pessoas relaxem e nós os advertimos. Temos que manter a nossa vigilância contínua, porque as possibilidades existem e podem ocorrer a qualquer momento”, alertou o Almirante Ademir Sobrinho.

Foto: DECEA/Fábio Maciel