FORÇAS NO ESPORTE

Alunos do programa em Curitiba obtêm bons resultados na Copa de Inclusão

Eles conquistaram a primeira e a terceira colocações na competição realizada em Salvador (BA)
Publicado: 05/11/2015 08:00
Imprimir
Fonte: Agência Força Aérea

Com apenas cerca de seis meses em atividade, o Programa Forças no Esporte (Profesp) desenvolvido no Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA 2), em Curitiba, já começa a colher frutos. Dois integrantes do projeto conseguiram a primeira e terceira colocações na II Copa de Inclusão Social Profesp, realizada no início de novembro.

O torneio foi disputado em Salvador, Bahia, e contou com cerca de 100 participantes de vários núcleos do Profesp espalhados pelo País com idade entre 7 e 17 anos.

O jovem Gustavo da Silva Amaral foi o campeão na modalidade Sprint, que tem o objetivo de permitir a participação dos atletas em uma corrida rápida de orientação em ambiente urbano. Já no feminino, Thays Pereira de Oliveira ficou na terceira colocação.

“Foi um resultado excelente, tendo em vista ser a primeira competição deles e o curto tempo de preparação para o campeonato. Essas conquistas serão um importante incentivo e motivação para as outras crianças do programa”, explica o capitão da reserva Pedro Paulo de Oliveira, coordenador do Profesp no CINDACTA 2.

O Programa Forças no Esporte no CINDACTA 2 teve início em maio deste ano. Atualmente cerca de cem crianças das escolas municipais Durival Britto e Silva e Omar Sabbag participam do projeto. As atividades ocorrem às segundas e quartas-feiras e contemplam aulas de meio ambiente voltado para a aviação, xadrez, voleibol, jiu-jitsu, além de teoria e prática musical.

Os participantes do Profesp são residentes em comunidades de vulnerabilidade social. O capitão Oliveira, coordenador do programa no CINDACTA 2, conhece bem o dia a dias desses jovens e sente que está contribuindo para melhorar um pouco a situação dessas crianças.

“Eu me sinto gratificado fazendo esse trabalho. Há 60 anos, quando tinha 4 anos, eu vivi uma realidade muito parecida. Por isso vibro com esse projeto e faço dele uma missão de vida”, afirma o oficial.