ÁGATA 10

Ação Cívico-Social contou com apoio da guarnição da Aeronáutica em Belém

Unidade Celular de Intendência foi acionada para permitir atendimentos médicos em Oiapoque (AP)
Publicado: 03/11/2015 13:24
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Fonte: Comando Militar do Norte e BABE

Militares das Forças Armadas atuam juntos na ACISO  UCI-BEMais de 1.800 foram atendidas durante a Ação Cívil-Social (ACISO) realizada em Oiapoque (AP) no último dia 24 de outubro durante a Operação Ágata 10. Militares das Forças Armadas realizaram atendimento médico, odontológico, testes laboratoriais, distribuição de medicamentos, dentre outras atividades e exposições. No caso da Aeronáutica, participaram membros do efetivo do Hospital de Aeronáutica de Belém (HABE). 

A ACISO também contou com o apoio da Unidade Celular de Intendência da Base Aérea de Belém (UCI-BE), em sua décima participação no apoio a operações das Forças Armadas no Norte do País em 2015. "Operação real e de grande vulto contribuiu para o amadurecimento e aumento da experiência dos militares da UCI-BE, ao Atendimento médico-odontológico na UCI  UCI-BEconhecerem uma realidade diferente e ao reforçarem uma das finalidades das Forças Armadas, a de prestar apoio a quem precisa, visando o desenvolvimento da Pátria", afirmou o Tenente Décio Furigo Neto, chefe da UCI.

O Esquadrão Onça (1°/15° GAV) realizou o apoio aerologístico para a ACISO.

1.400 militares na Ágata 10

No dia 29 de outubro, o Comando da Área de Operações Norte (Pará e Amapá) divulgou os resultados finais da Operação Ágata X, ação conjunta coordenada pelo Ministério da Defesa, que teve início em 21 de outubro. Ao todo, 1.965 quilômetros de fronteira, entre os municípios de Oiapoque (AP) e Oriximiná (PA), foram cobertos pela atividade, que visa desenvolver ações militares preventivas e repressivas na fronteira marítima com a Guiana Francesa, em águas interiores e na faixa de fronteira.

Patrulha fluvial na Ágata 10  Comando Militar do NorteNos oito dias de atividades, foram realizados patrulhamentos e controle de vias terrestre, fluvial e aérea; levantamento, autuação, interdição e destruição de pistas de pouso clandestinas; fiscalização de produtos controlados e apreensão de materiais irregulares. Durante as 59 patrulhas terrestres, navais e aéreas, 98 pessoas e 422 veículos terrestres foram inspecionados. Foram inspecionadas, também, ao logo da faixa de fronteira marítima do Brasil com a Guiana Francesa e nas calhas dos rios que banham a região, 1.097 embarcações (241 delas foram notificadas e 58 apreendidas).

Fiscalização na Ágata 10  Comando Militar do NorteA Operação contou a participação de 1.400 integrantes da Marinha do Brasil (MB), do Exército Brasileiro (EB), da Força Aérea Brasileira (FAB), de órgãos de segurança pública e de agências do Estado brasileiro, dentre eles a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); a Polícia Federal; o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); as Polícias Militar e Civil do Estado do Pará; a Receita Federal; o Centro Gestor do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM); o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); e várias Secretarias de Estado do Pará, como a de Meio Ambiente e Sustentabilidade, a de Segurança Pública e a de Fazenda. Todos os participantes atuaram com o objetivo de contribuir para a redução das ações do crime organizado e práticas ilícitas, além de intensificar a presença do Estado nas áreas fronteiriças.

No último dia da Operação, foi realizada a destruição de uma pista de pouso clandestina na Região de Lourenço (AP). Para isso, equipes de militares do EB e da FAB realizaram incursões por terra e por helicópteros.