SOCIAL

CLBI realiza ação médica, odontológica e social em escola de Natal (RN)

Projeto Bom Vizinho atendeu aproximadamente 600 estudantes e familiares de comunidade em vulnerabilidade social
Publicado: 25/06/2015 16:38
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Fonte: CLBI

  Cerca de 600 alunos e familiares da Escola Estadual Maria Queiroz, localizada no bairro Felipe Camarão em Natal (RN), receberam atendimento médico, odontológico e social, realizados pelo Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI). As ações fazem parte do projeto Bom Vizinho e aconteceram no início de junho. Segundo a Tenente Alessandra Saraiva Brasil, assistente social do CLBI, o objetivo é promover aproximação entre o Centro e as comunidades do entorno, além de contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.

"Escolhemos essa escola porque está inserida em um dos bairros mais violentos da capital, em que muitas pessoas vivem em situação de vulnerabilidade social, com altas taxas de desemprego, venda e consumo de drogas e analfabetismo", explica.

Uma equipe de, aproximadamente, 70 militares realizou atendimentos médicos ambulatoriais, ações de prevenção odontológicas - como aplicação de flúor e distribuição de kits para escovação, além de vacinação. Também foram ministradas palestras sobre métodos contraceptivos, Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e formas de ingresso na Força Aérea Brasileira (FAB). Por meio de parcerias com outros órgãos e instituições, também foram oferecidos aos alunos e seus familiares medicamentos gratuitos e expedição de documentos pessoais. "Cuidar da saúde é difícil para algumas pessoas, então, quando acontecem estes eventos, temos que aproveitar para melhorar a qualidade da nossa vida", relatou a dona de casa Cláudia, de 42 anos.

O CLBI planeja realizar duas ações por ano, em diferentes comunidades. "Além de rompermos os muros do quartel e nos aproximarmos da população, acreditamos que este projeto, ainda que seja uma ação pontual, é capaz de contribuir com o bem-estar dessas pessoas, que estão privadas de muitos direitos, como o acesso à saúde e à informação", explica a Tenente Alessandra Brasil.