OPERACIONAL

Operações da FAB revelam o papel determinante das comunicações em missões militares

O Primeiro Grupo de Comunicações e Controle participa do exercício operacional BVR2/Sabre
Publicado: 29/08/2014 16:30
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Fonte: Agência Força Aérea

  Cb V. Santos/CecomsaerUm exercício operacional como o BVR2/SABRE, que acontece na Base Aérea de Anápolis, chama a atenção pela presença de dezenas de aeronaves de combate. Mas, no solo, uma unidade também desenvolve um trabalho fundamental para os treinamentos que acontecem no ar. É o Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (1º GCC), responsável pela montagem de centros de controle ou de bases operacionais. “Hoje dificilmente haverá uma operação do Comando da Aeronáutica ou do Ministério da Defesa em que o GCC não esteja envolvido. São mais de 50 operações por ano”, resume o Capitão Leonardo André Haberfeld Maia.

Subordinado ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), o GCC atua de forma estratégica em ações da Força Aérea. “A comunicação é primordial para qualquer atividade, seja militar ou civil. Dentro das operações da FAB, nossa missão é planejar, instalar, operar e manter equipamentos transportáveis de telecomunicações, de controle e de alarme aerotático”, completa o Capitão.

O leque de missões do GCC inclui a detecção radar para defesa, o controle de tráfego aéreo, a identificação e localização de alvos, além do controle de interceptação e comunicações via satélite. “O GCC e seus cinco esquadrões cobrem todo o país, onde atuam no apoio direto em operações como a CRUZEX Flight 2013, a Jornada Mundial da Juventude, várias edições da Ágata, a Copa do Mundo, além das diversas atividades humanitárias, como as enchentes no Espirito Santo”, lembra.

O Capitão Haberfeld destaca ainda a necessidade da manutenção de sistemas de comunicação e controle eficientes e alinhados com as novas tecnologias. “Nossos maiores riscos hoje estão nas interferências causadas por rádios piratas e na interceptação da comunicação. Por isso trabalhamos constantemente no aprimoramento de nosso equipamento e nossas técnicas. Nossa meta é melhorar a capacidade de medidas de proteção eletrônica, com sistemas criptográficos, sistema de salto em frequência e todo tipo de combate a atividade eletrônica adversa”, finaliza.

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