COPA 2014

Aeronáutica ativa centro de monitoramento da aviação civil brasileira no RJ

A sala master funcionará até o dia 16 de julho em sistema de plantão 24 horas
Publicado: 05/06/2014 08:22
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Fonte: Agência Força Aérea

O centro que vai monitorar todo o fluxo   de tráfego aéreo e os aeroportos durante o período da Copa 2014 foi ativado nesta quinta-feira (05/06) no Rio de Janeiro (RJ). A “sala master de comando e controle” concentra 17 órgãos governamentais e entidades do setor aéreo para coordenar ações e tomar decisões rápidas. O grupo vai trabalhar em sistema de plantão 24 horas até o dia 16 de julho, três dias após o término do Mundial.

A sala está localizada dentro do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), unidade do Comando da Aeronáutica responsável pelo gerenciamento de todos os voos dentro da área de controle do espaço aéreo brasileiro.

Os telões exibem informações em tempo real os detalhes sobre a situação das pistas, pátio e terminais dos aeroportos das cidades-sede, bem como visualizações dos radares com as respectivas informações de voo e o posicionamento de aeronaves no espaço aéreo dessas regiões.

“A principal atribuição da sala master é concentrar informação e a tomada de decisão colaborativa sobre a aviação civil brasileira. Decidimos ter uma estrutura direcionada para o evento porque o Brasil não para”, afirma o chefe do CGNA, Coronel Aviador Ary Rodrigues Bertolino.

O modelo já foi adotado anteriormente, como a Copa das Confederações, a Jornada Mundial da Juventude e a Rio+20.

Participantes - Integram o grupo representantes do Comando da Aeronáutica, da Secretaria de Aviação Civil (SAC), da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo (COL), da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO), da Polícia Federal, da Receita Federal, do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (VIGIAGRO), da Petrobras, do Ministério das Relações Exteriores, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), de empresas de serviços auxiliares de transporte aéreo, de empresas aéreas internacionais, de empresas de aviação executiva e dos administradores dos aeroportos de Guarulhos, Brasília e Campinas.